quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dia Internacional da Terra

Essa data foi criada em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejada em 22 de abril e a partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data.


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Trinta e quatro áreas de alta biodiversidade são prioridade mundial de conservação. Originalmente, elas correspondiam a 15,7% da superfície terrestre do planeta. Hoje cobrem apenas 2,3%. Juntas, ainda abrigam 50% das espécies de plantas e 75% dos animais ameaçados de extinção. Mas a proteção é precária: só 5% dos remanescentes são parques ou reservas
Todas as teses e exaustivos levantamentos científicos das espécies animais e vegetais terrestres já feitos ainda não foram suficientes para identificar nem 10% da biodiversidade do planeta. Restam milhares de incógnitas, sobretudo no universo da Microbiologia e nos reinos das águas, doces ou salgadas. Mesmo entre as espécies conhecidas - grandes árvores e grandes vertebrados, por exemplo - os detalhes sobre reprodução, fisiologia ou hábitos e comportamento, e mesmo a relação com o ambiente onde vivem são 99% desconhecidos. Como uma grande biblioteca de preciosos volumes, a biodiversidade do planeta ainda tem prateleiras e prateleiras de tesouros fechados, cujos títulos e conteúdo ainda são desconhecidos. No total, não sabemos quantos são os volumes ou para que servem, mas sabemos que não se distribuem de forma homogênea. E já conhecemos tanto os caminhos para sua destruição como para sua conservação. E em ambos os casos todo o conjunto é afetado: mesmo sem saber o que dizem os livros podemos queimar ou salvar uma biblioteca inteira, assim como podemos destruir ou conservar o conjunto de animais e plantas de um ecossistema, mesmo sem identificar todas as espécies.

As aventuras de Alice, do cinema mudo ao IMAX 3D

Quando As aventuras de Alice no País das Maravilhas foi publicado por Lewis Carroll, em 1865, a invenção do cinema ainda era um sonho – ou nem isso. Os inventores do cinematógrafo, Louis e Auguste Lumiére, tinham 1 e 3 anos, respectivamente, e as primeiras experiências com imagens em movimento mal haviam começado. Mesmo assim, o revolucionário romance de Lewis Carroll parece ter sido feito sob medida para as telas. Embora o livro tenha se tornado um clássico graças à linguagem nonsense e à ousada mistura de gêneros literários, é no cinema que o enredo de Alice brilha e ganha vida. A história da garota que escorrega por um buraco para um mundo povoado por criaturas fantásticas inspirou cineastas ao longo de mais de um século e tornou-se um ícone da cultura pop.
Em dezenas de versões, a história de Alice confunde-se com a história do cinema e sua evolução tecnológica – da primeira adaptação para o cinema mudo, em 1903, ao IMAX 3D de Tim Burton, que estreia no Brasil nesta sexta-feira (23). O Blog Mente Aberta preparou uma lista das versões mais marcantes de Alice para o cinema. Confira:
1903:  O cinema mudo

Dirigido pelo britânico Cecil Hepworth, o filme é lembrado pelo pioneirismo e pelos rudimentares  efeitos especiais. Para dar realismo à cena em que Alice cresce, a atriz-mirim May Clark é filmada dentro de uma versão em miniatura do quarto da personagem. A técnica pode parecer ridícula, mas funciona: foi imitada à exaustão por filmes de fantasia e ficção científica por décadas, até o advento da computação gráfica.
1933: A chegada da voz – e da música

O clássico dos estúdios Paramount, lançado em 1933, foi a primeira adaptação de Alice para o cinema falado, seis anos após o surgimento da técnica em O cantor de jazz (1927). O filme conta com a participação de atores consagrados, como Cary Grant, Gary Cooper e W. C. Fields. Ainda faz sucesso entre os fãs, tanto em DVD quanto em canais de TV dedicados a filmes clássicos. Destaque para a trilha sonora, que captura bem o surrealismo e o nonsense da obra de Carroll.
1949: Alice em cores

O País das Maravilhas ganha cores na produção francesa do diretor britânico Dallas Bower, que mistura atores e técnicas de stop-motion. Sem a força dos grandes estúdios norte-americanos, o filme não fez sucesso na época e até hoje é desconhecido da maior parte do público, apesar de sua qualidade. No vídeo abaixo, a bela sequência em que Alice cresce e chora após comer um pedaço de bolo.
1951: O desenho animado

Com suas cores fortes e canções inesquecíveis, o clássico da Disney transformou a história de Alice definitivamente em um marco da cultura pop. Embora não tenha feito tanto sucesso nas bilheterias quanto seus antecessores, como Branca de neve e os sete anões, o filme consagrou-se em exibições na TV e em vídeo, apresentando o clássico de Lewis Carroll para várias gerações. Seus personagens psicodélicos fazem do filme uma das animações mais cultuadas da Disney até hoje, entre crianças e adultos.
1976: O musical pornô (?!)

Nos anos 70, na esteira da revolução sexual, o cinema pornográfico começava a se afirmar como uma indústria multimilionária, e as paródias de grandes clássicos eram uma forma segura e infalível de ganhar dinheiro. Alice não escapou. Adaptado pelo produtor Bill Osco, o filme conta a história de uma garota virgem que se recusa a ceder aos avanços do namorado – até que, em um sonho, visita o País das Maravilhas, onde… Enfim: apesar da canastrice bem-humorada (ou talvez por causa dela), o filme tornou-se um dos maiores sucessos do cinema pornô de todos os tempos. Embora não haja números oficiais, estima-se que tenha arrecadado cerca de US$ 100 milhões em todo o mundo. No comportado trailer acima, é possível conferir trechos dos impagáveis números musicais.
1988: O stop-motion surrealista

Cultuado pela crítica e quase desconhecido do público, o cineasta checo  Jan Švankmajer é o criador da mais sombria adaptação de Alice. Misturando atores reais e animação stop-motion, Švankmajer criou um País das Maravilhas escuro e silencioso, povoado por criaturas bizarras, lixo e animais mortos. Confira um pequeno exemplo da sensacional técnica do cineasta no trecho acima.
2010: A magia do IMAX 3D

Coube a Tim Burton, um dos mais autorais cineastas americanos, a tarefa de adaptar Alice para as maravilhas tecnológicas da computação gráfica e do IMAX 3D. O filme retoma a parceria de Burton com Johnny Depp (Edward Mãos de Tesoura¸ A lenda do cavaleiro sem cabeça e A fantástica fábrica de chocolate) e conta com outros astros, como Anne Hathaway. Na nova versão, Alice não é uma criança, mas uma garota adolescente,  interpretada pela australiana Mia Wasikowska. Confira a reportagem completa de Época sobre o filme. Acima, o trailer oficial de Alice no País das Maravilhas.

'Sonhos roubados' dá voz às meninas das comunidades cariocas

Atuação da protagonista Nanda Costa foi premiada no Festival do Rio.
Produção dirigida por Sandra Werneck chega aos cinema nesta sexta (23).

Da Reuters
Em "Sonhos roubados", Sandra Werneck ("Cazuza - o tempo não para"), de certa forma, retoma o tema de seu filme anterior, o documentário "Meninas" (2006), que acompanhava um grupo de adolescentes grávidas moradoras de comunidades cariocas.
Em seu novo trabalho, a diretora questiona, agora na ficção, o que acontece com essas garotas e seus bebês. O filme estreia nesta sexta-feira (23) em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, São Bernardo do Campo, Santo André e Guarulhos.
O personagem central do longa é Jessica (Nanda Costa, da novela "Viver a vida"), adolescente, mãe solteira (o pai da criança ajuda um pouco, mas a mãe dele atrapalha) e órfã que vive com o avô (Nelson Xavier, de "Chico Xavier"). A garota frequenta uma escola pública mas nem pensa em terminar o colegial. Quando precisa de um dinheiro extra, se prostitui.
Para aumentar essa renda - que nem sempre é usada no sustento da filha - a personagem finge ser mulher de um presidiário (o rapper MV Bill, estreando como ator) e lhe faz visitas íntimas no presídio.
Essa estranha relação, no entanto, parece caminhar para algo mais sério. Ele tem os pés no chão, ao contrário da garota, e até quer um relacionamento estável, um casamento mesmo. Mas Jessica tem dúvidas.
Jessica tem duas grandes amigas Sabrina (a estreante Kika Farias) e Daiane (Amanda Diniz, de "O sítio do Picapau Amarelo"), que também moram na mesma comunidade e enfrentam problemas.
Daiane acabou de completar 14 anos e é molestada pelo tio (Daniel Dantas) que a criou, embora quisesse mesmo viver com o pai (Ângelo Antônio), que nunca a assumiu. Ela não faz programas, mas sempre ganha uns trocados ajudando as amigas.
Já Sabrina vive sozinha, até que um jovem traficante poderoso (Guilherme Duarte) se apaixona por ela e começa a sustentá-la.
A resolução dos problemas das três garotas, na verdade, se torna estopim para novas complicações em suas vidas. Jessica briga com a mãe evangélica (Zezeh Barbosa) do pai (Silvio Guidane) de sua filha. Daiane quer ganhar o amor do pai e uma festa de 15 anos, mas só conquista a amizade de uma cabeleireira (Marieta Severo). Sabrina raramente vê o namorado, embora ele pague sua casa. O envolvimento dele com o tráfico poderá lhe trazer problemas.
Com roteiro assinado por seis pessoas - entre elas, a diretora e seu parceiro de outros filmes, Paulo Halm - "Sonhos roubados" foi buscar sua base no livro-reportagem "As meninas da esquina - diários dos sonhos, dores e aventuras de seis adolescentes do Brasil", da jornalista Eliane Trindade -, reduzindo as personagens a apenas três.
Com uma esmerada direção de fotografia de Walter Carvalho - parceiro de Sandra em diversos filmes e codiretor de "Cazuza - o tempo não para" -, "Sonhos roubados" faz um retrato franco da juventude feminina das comunidades cariocas.
A maioria dos filmes coloca em primeiro plano os homens desse mundo. Aqui, a diretora dá voz às mulheres que estão por trás desses chefões, traficantes e pais muitas vezes negligentes.
O filme levou o prêmio do júri popular no Festival do Rio do ano passado, de onde Nanda Costa saiu consagrada como melhor atriz. Isso prova o seu poder de comunicação com plateias, o que, no entanto, não justifica a simplificação dos dramas das personagens na reta final, quando tudo parece encaminhar para um final ameno, enfraquecendo um pouco tudo o que se viu até então.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

'Fico com medo de desapontá-lo', diz Johnny Depp de parceria com Burton

Colaboração entre os dois começou em 'Edward Mãos-de-tesoura' de 1990.
G1 participou de papo com o ator, destaque de 'Alice', estreia desta sexta.

Paoula Abou-Jaoude Do G1, em Los Angeles
Vinte anos depois da primeira colaboração, em "Edward Mãos-de-tesoura", Johnny Deep e o diretor Tim Burton continuam amigos dentro e fora do set de filmagens. Escolha fácil para cada nova ideia mirabolante do diretor, Depp confessa, no entanto, que ainda se sente "nervoso" sempre que embarca em um projeto de Burton.
Johnny DeppJohnny Depp como o Chapeleiro Maluco da "Alice no país das maravilhas" de Tim Burton (Foto: Divulgação)
"De uma maneira totalmente esquisita, fico com medo da possibilidade de que poderei desapontá-lo. Felizmente, acho que até o momento isso nunca aconteceu", diz o ator que desta vez encarna o Chapeleiro Maluco, uma das melhores coisas da versão de Burton para o clássico infantil "Alice no país das maravilhas", que estreia no Brasil nesta sexta-feira (23).
O G1 participou de uma entrevista em Los Angeles com o ator. Confira a seguir os melhores trechos.
Pergunta - Quando você leu o livro pela primeira vez?
Johnny Depp -
Lembro de ter lido uma versão condensada, provavelmente quando tinha cinco ou seis anos, e depois nunca mais li. Até alguns anos atrás. Neste ínterim, o que achei interessante é que os personagens ainda têm uma certa ressonância, eles ainda são interessantes e sobreviveram o passar do tempo. Ironicamente, eu tinha acabado de ler as duas partes de “Alice” quando Tim me ligou para falar sobre o projeto.
Crítica: Com parceiros de sempre,Tim Burton cria uma 'Alice' infantil

Pergunta- Qual o significado dessa história para você?
Depp -
Lembro de ter marcado e sublinhado todos esses incríveis trechos da história. O livro estava todo deformado quando eu terminei. Foram tantos achados, pequenas intrigas e incríveis aperitivos deixados por Lewis Carroll que o meu livro ficou torto. Além de poder usar toda a imaginação, eu ia descobrindo essas rimas enigmáticas, como ‘por que um corvo se parece com uma escrivaninha?’. Eu achei o livro tão fascinante que poderia lê-lo novamente e provavelmente encontrar cem novas coisas que me passaram despercebidas da primeira vez.
Pergunta - O Chapeleiro Maluco tem os seus altos e baixos emocionais. Como você lida com a sua própria variação de humor?
Depp -
Com forte medicação! (risos). Não, falando sério, você apenas tenta fazer o melhor. Mas eu posso dizer que, pessoalmente, em termos de variação de humor, eu sou muito mais calmo e tranquilo agora do que era alguns anos atrás. E isso tudo porque sou um pai de família agora. Muito dessa serenidade tem a ver com o fato de precisar responder o máximo de dúvidas ou perguntas feitas pelos meus filhos. Meus filhos me acalmaram 100%.
Pergunta - Você já desceu até o fundo da toca do coelho?
Depp -
Bem, todos nós algum dia descemos ao fundo da toca do coelho em algum momento de nossas vidas. Tive a sorte de descer bem, mas bem cedo em minha vida. E agora esse buraco é diferente por causa dos meus filhos e da minha família. Estou sempre alerta para enxergar este buraco antes, para que eles não caiam nele.
G1 entrevista: Tim Burton diz que sua versão é a menos amalucada de ‘Alice’
Pergunta - Como foi trabalhar diante de uma tela verde?
Depp -
Sempre gostei desse tipo de desafio. Ao trabalhar com outros atores, há momentos em que você tem que ficar bem focado no outro, essencialmente nos olhos daquela pessoa, e certamente eles estão te dando algo em troca, fazendo metade do seu trabalho, pois, em vez de atuar, você está reagindo a eles. Agora, quando se trabalha num ambiente que é potencialmente tão absurdo e tão ridículo, um outro tipo de reação acontece. Se estou fazendo uma cena em que literalmente preciso olhar para uma bola de tênis verde, algo totalmente ao contrário e diferente, mas nem por isso menos interessante, vai acontecer. Eu sempre levei na boa esse tipo de trabalho, mesmo estando dentro de um estúdio gigante, rodeado dessa cor verde horrível e com atores querendo vomitar no final do dia. Tive uma experiência agradável porque toda essa esquisitice acabou me ajudando e dando uma outra dimensão para a minha performance como o Chapeleiro Maluco. Justamente porque tudo era muito bizarro (risos).
Jhonny Depp e Tim BurtonJhonny Depp e Tim Burton (Foto: Divulgação)
Pergunta - Essa é sua sétima colaboração com Tim Burton. Como acha que o relacionamento amadureceu ao longo desses 20 anos?
Depp -
Em termos do processo de trabalho num set de filmagem, não mudou nada. Continua o mesmo. O atalho que construímos ao criar uma linguagem obtusa, que só nós somos capazes de falar, ainda está lá, intacto, como no tempo de “Edward Mãos-de-tesoura”. Mas é claro que em 20 anos trabalhando tão próximos a gente começou a se conhecer melhor. E, de uma maneira totalmente esquisita, acho que, como ator, fico um pouco nervoso cada vez que embarco num novo projeto dele. Fico com medo da possibilidade de que poderei desapontá-lo. Felizmente, acho que até o momento isso nunca aconteceu.
Pergunta - Como você se envolveu com o filme “The tourist”?
Depp -
Foi um convite que surgiu do nada, mas gostei muito do filme do Florian (Henckel von Donnersmarck), o “A vida dos outros”. Também nunca tinha me encontrado antes com a Angelina Jolie. Então nós três nos encontramos e conversamos. Eu achei a Angelina uma mulher cheia de predicados, séria a respeito do que faz, que ama o marido e os filhos. Fiquei muito impressionado com ela. E a historia do filme também me pegou, porque tem um jeito parecido com os filmes de Hitchcock que a gente não vê mais. Outra coisa é que eu não estava sendo fotografado o suficiente pelos paparazzi (risos), então achei que seria legal eu ficar saindo com o Brad e a Angelina em Veneza (risos).
Pergunta - E o documentário sobre o Keith Richards. Você ainda tem planos para dirigi-lo?
Depp -
O documentário sobre o Keith surgiu do fato de passarmos muito tempo juntos ao longo dos anos. Toda vez que ele não estava em turnê, ou eu não estava filmando, a gente acabava se sencontrando na suíte do hotel dele, em minha casa ou na casa dele em Nova York, sempre conversando sobre essas incríveis histórias, que nunca foram faladas em público. Então sugeri que poderíamos tentar um documentário, e ele meio que disse que sim. Por vários anos, ele sempre meio que disse que sim, ou talvez, ou um vamos ver. Até que um dia deu a bênção final. É uma coisa que estamos fazendo juntos. Rodamos uma série de entrevistas por cinco dias, o que considero uma primeira parte do projeto. Vamos nos reunir, ver o material que temos e o que podemos aproveitar disso. Na verdade, não tem muita direção minha. Foi só ajeitar a câmera e captar o que Keith tinha a dizer.

Ângelo Antonio diz ter sentido espírito de uma menina quando filmou 'Chico Xavier'

Ator contou essa experiência sobrenatural no programa 'Marília Gabriela Entrevista', que vai ar este domingo, 25.
Do EGO, no Rio

Ângelo Antônio durante filmagem

Em entrevista ao programa "Marília Gabriela Entrevista", que vai ao neste domingo, 25, Ângelo Antônio, que vive Chico Xavier no cinema, contou uma experiência sobrenatural que disse ter vivido durante as filmagens.

"Estava filmando em Uberlândia e fui passear numa cachoeira. Lá, sentei numa pedra e comecei a ter uma sensação estranha. Era a presença de uma menina so meu lado. A sensação foi ficando mais forte. Logo depois, uma senhora veio perto de mim e perguntei: 'Estou com um pressentimento de que existe uma criança aqui'. E ela: 'Há algum tempo, uma garota se matou neste mesmo lugar'. Fiquei tão impressionado que tive que dormir com a luz acesa", contou.

Este trecho da entrevista foi reproduzida pela coluna "Telenotícias", publicada no jornal "O Dia".

AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

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