terça-feira, 29 de maio de 2012
Johnny Depp e Tim Burton falam sobre longa parceria
Johnny Depp e o diretor Tim Burton falam abaixo sobre sua longa parceria. "Eles entendem um ao outro" diz Helena Bonhan Carter, mulher de Burton.
O longa "Sombras da Noite" (Dark Shadows, EUA, 2012), dirigido por Tim Burtom, conta a história de um playboy inglês que imigrou para os Estados Unidos no século 18 e partiu o coração de uma bruxa. Por vingança, ela o transforma em vampiro e o enterra vivo.
Dois séculos mais tarde, em 1972, ele é acidentalmente libertado e vai encontrar um mudo completamente mudado.
O longa estreia dia 22 de junho e tem Johnny Depp, Eva Green, Michelle Pfeiffer e Helena Bonham Carter no elenco.
Johnny Depp foge de Hollande
Henrique Raposo (www.expresso.pt) |
Johnny Depp, sujeito que faz cartoons para Tim Burton e Jerry Bruckheimer, saiu de França, não quis esperar pela governação do novo Dalai Lama da esquerda socialista. Eis as declarações: "deixei a França e voltei aos EUA porque queriam o meu dinheiro" (revista do Expresso, há dias). Se bem se lembram, Hollande queria enforcar os "ricos" numa taxa de 75%. À semelhança de Hollande, Depp deve ter umas casas na Riviera e uma conta bancária pouco tímida e, por isso, resolveu não esperar pela expropriação. Fez bem.
Sobre esta rigorosa matemática que se debruça sobre os "ricos", já fiz as contas para o caso português e cheguei a uma conclusão pouco revolucionária: se expropriássemos todas as grandes fortunas portuguesas, ficaríamos com um montante que nem sequer pagaria as dívidas das empresas de transportes de Lisboa e Porto ("nem ricos temos em condições", diria o meu avô) . Os "ricos" franceses serão em maior número e terão contas bancárias mais generosas, mas os buracos do Estado francês também serão maiores, logo, a conclusão será a mesma: o confisco das fortunas francesas não resolveria os problemas da França. Johnny Depp está vingado.
Esta loucura dos 75% é um dos melhores exemplos da alergia à realidade de Hollande e demais tribo socialista. É como a história do crescimento. Esta boa gente acha que basta dizer "vamos crescer" para que o PIB comece a dar pulinhos de contentamento. Como diz Andres Malamud, estamos perante uma caricatura do pós-modernismo. Isto quer dizer o quê? Os socialistas acreditam que o discurso per se altera a realidade. É como se acreditassem que a austeridade é apenas uma palavra "neoliberal", e não a realidade em pelota. É como se pensassem que não existe realidade empírica mas apenas maldade "neoliberal". Portanto, se os bandidos "neoliberais" deixassem de acreditar na austeridade, tudo seria resolvido, porque a crise resulta da vontade de Merkel e Gaspar. Moral da história? Os nossos queridos socialistas acham que as coisas vão ao sítio se gritarem muito contra a vontade dos merkelianos. E gritaram tanto que acabaram por afugentar o camarada Johnny Depp.
via Expresso
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