quinta-feira, 10 de março de 2011

do meu amigo Marcos cione

  
Palavras que podem ser
Cantadas,
Poesias que podem ser
Canções,
Canções que embalam nosso
Amor,
Poesias que falam de nossos
Sentimentos,
Amor que só aumenta e dão sentido
Ao viver.
Assim nossos sonhos
Prosseguem...
Entre canções e
Poesias de amor!


Marcos Cione
e
Ana Beatriz Nascimento

Johnny Depp é destaque em banner de Piratas do Caribe 4


Foi divulgado o primeiro banner de “Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas”, quarto filme da franquia. Na imagem, Johnny Depp aparece sozinho e imponente, já que, dessa vez, o foco da produção em seu personagem, o capitão Jack Sparrow, será ainda maior (Keira Knightley e Orlando Bloom, que co-protagonizaram os três filmes anteriores, não retornam).
Na nova trama, Jack embarca numa aventura em busca da Fonte da Juventude, ao lado de uma mulher do seu passado (Penélope Cruz) e do terrível pirata Barba Negra (Ian McShane). Com direção de Rob Marshall (“Chicago”), “Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas” estreia em 3D no dia 20 de maio de 2011.


Com voz de Johnny Depp, 'Rango' chega ao Brasil



Depois de quebrar o recorde deste ano nos Estados Unidos de maior bilheteria de estreia num fim de semana sem feriado, arrecadando U$ 38 milhões no sábado e domingo passados, "Rango" chega aos cinemas nacionais. A animação digital, que aposta no tradicional 2D e dispensa óculos e outros recursos 3D, marca mais uma parceria entre o diretor Gore Verbinski, o mesmo da franquia "Piratas do Caribe", e Johnny Depp, que empresta sua voz e movimentos ao simpático protagonista.

Rango é um camaleão de estimação que passa os dias imaginando aventuras dentro do aquário. Durante uma viagem, ele se perde da sua família no meio do Deserto de Mojave. Sem noção dos perigos do mundo real, o animal logo encontra predadores prontos para comê-lo. Ao tentar fugir de uma ave, ele vai parar no povoado de Dirt (que, na versão dublada, foi traduzido como "Poeira"), a última vila do Oeste.

Com seu jeito desastrado, mas metido a valentão, Rango se sai bem, graças a uma dose imensa de sorte, que faz com que ele esteja sempre no lugar certo, na hora certa. Assim, depois de derrotar a ave que o perseguia, Rango é aplaudido pela população que também sofria com as investidas do bicho, e nomeado xerife da árida cidade.

Enquanto o lagarto começa a entender os problemas que assolam os moradores de Dirt, entram em cena figuras típicas de longas metragens do cinema western: políticos corruptos, pistoleiros, rancheiros nervosos, crianças com armas nas mãos e mulheres corajosas, mas doces.

Para dar vida aos personagens, Verbinski e o diretor de animação do filme, Hal Hickel, quiseram mais do que apenas as vozes dos atores. Usando trajes típicos do Velho Oeste, o elenco, que, além de Depp, conta com Isla Fisher, Alfred Molina, Harry Dean Stanton, Ned Beatty e Ray Winstone, foi convocado para representar as cenas do filme em sets temporários.

Os 24 dias de gravação em câmera HD serviram para inspirar a equipe de animação, que incorporou no desenho os trejeitos que os atores criaram para seus personagens. Durante o processo, uma carroça chegou a ser levada para o set, que ganhou também um grande saloon, com bar de madeira e portas vai e vem. O resultado dessa empreitada pode ser reconhecido nos gestos do grupo de criaturas grotescas, peludas e escamosas que se reúnem no filme. Em Rango, é fácil perceber o olhar e os gestos de Johnny Depp por trás do camaleão. Aliás, em toda a produção, há um ar excêntrico que lembra o visual peculiar dos filmes da série "Piratas do Caribe". As informações são do Jornal da Tarde.
Fonte: Agência Estado

Estreia – Rango

Rango (Idem, 011) Direção de Gore Verbinski. Paramount. Vozes de Johnny Depp, Isla Fisher, Alfred Molina, Abigail Breslin, Timothy Olyphant, Ned Beatty, Bill Night, Ray Winstone, Harry Dean Stanton. 107 min.   
Atualmente, está na moda diretores de filmes de animação que passam a dirigir também filmes tradicionais com atores. Esta primeira animação da Paramount, que também entra no gênero (antes só distribuía os trabalhos da Dreamworks), representa o inverso: Gore Verbinski, célebre diretor da série Piratas do Caribe, passa a fazer um filme de desenho (por computador), embora seu primeiro longa, O Ratinho Encrenqueiro, tivesse todos os maneirismos e recursos desse tipo de filme.
O sucesso inicial na primeira semana nos EUA não esconde seu problema para o mercado brasileiro: não é um filme para crianças pequenas, que não irão entender muita coisa, muitas citações e também não estão familiarizadas com o gênero que satiriza o faroeste, há muitos anos fora de moda. É uma animação para adultos, ou no máximo , crianças com maior capacidade de observação e mesmo paciência. O problema é que não sei se já existe no Brasil esse público, ou seja, adulto que vá aos cinemas ver animação. Será?
De qualquer forma, o filme é muito talentoso, muito bem realizado e repleto de momentos para cinéfilos, embora, sem dúvida, o clímax seja a aparição do Homem sem Nome, uma citação óbvia de Clint Eastwood nos faroestes spaghetti (por alguma razão que não sei qual, ele recusou fazer a voz, e, no lugar dele, entrou Timothy Olyphant). Aliás, eu assisti à versão dublada em português, mas realmente preferia ter visto a americana - por exemplo, o Johnny Depp, que faz o protagonista Rango, lembra um pouco o cartaz de Medo e Delírio em Las Vegas, ou será que estou viajando? E Rango se refere a Django? (ao menos nada tem a ver com nossa gíria para comida).
Rango é um feio camaleão de estimação e que nunca viveu fora de seu aquário de vidro, mas está viajando com seus donos de carro quando é arremessado sem querer no meio do deserto, onde tem que sobreviver e viverá uma complicada aventura que mais parece um antigo filme de faroeste (só que no final com trama até ecológica).
Ele chega a uma cidadezinha (todos os habitantes são animais das mais diferentes espécies, todos bem desenhados) dominada por um banqueiro (que novidade... banqueiros mandam na gente!), que controla o que falta no lugar: água.
Nomeado xerife (porque andou contando vantagens e lorotas), ele passa por uma série de aventuras narradas em canção por um quarteto de corujas mexicanas que vivem apregoando sua morte eminente (o que é sempre muito engraçado).
É engraçado que alguns críticos discordem de mim (que acho que vivemos uma fase áurea da animação), acusando os filmes novos de serem pastiches de gênero, com pretensões a serem brinquedos de parque de turistas, sem invenção, divertidos, mas fáceis de esquecer. Não concordo e não vejo mal nisso.
Rango tem muito de bizarro no seu próprio herói de olhos esbugalhados e língua (comprida) solta e em todos os personagens, que são particularmente estranhos. E a sátira não é óbvia nem rasteira, até porque o gênero western já foi parodiado ao infinito. O diretor Gore conseguiu um visual interessante, original e intenso ajudado pelo mesmo designer da série Piratas, sempre um pouco fora de esquadro, fugindo dos padrões, por vezes até alucinatório (veja a figura a princípio, até assustador, do tatu que fala profecias como na literatura latino americana). O que é um grande elogio. Merece também destaque pela excelente e também referenciada trilha musical de Hans Zimmer.  Mas nem por isso deixa de ser uma aventura divertida, com grandes sacadas e que se assiste com prazer.

Vanessa Paradis ilustra editorial para a revista 'i-D'

Vanessa Paradis ilustra um editiral para lá de fetichista na edição de primavera da revista "i-D".

Vanessa Paradis
Vanessa Paradis ilustra um editiral para lá de fetichista na edição de primavera da revista "i-D". A modelo, cantora e atriz posou vestindo lingerie preta e vestido de franjas. A mulher de Johnny Depp , o eterno Capitão Sparrow, ainda usou um tapa-olho com datalhe de flor. 




AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

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HUMOR DA NAHH

The current mood of nahh at nahh