sábado, 21 de maio de 2011
Foto tirada por Patti Smith e publicada na Elle Francesa
Foto tirada por Patti Smith e publicada na Elle Francesa (http://bit.ly/kqWt8r) com o seguinte comentário da cantora: "Johnny Depp é tanto músico quanto ator. Estávamos sentados no pátio de sua casa em L.A. quando ele pegou a guitarra que nunca o deixa e improvisou Appalachia Waltz. Fiquei encantada com sua música e escrevi para ele. A foto foi tirada depois deste momento de criação, guitarra no chão, nós estávamos simplesmente confortáveis juntos, amigos íntimos perdidos em seus pensamentos.”
via www.johnnydepp.com.br
“A companhia de Johnny é meio viciante”, diz Penélope Cruz
Penelope Cruz pode ser uma estreante na tripulação dos "Piratas do Caribe", mas não para seu comandante, o capitão Jack Sparrow - dez anos atrás Cruz e Johnny Depp co-estrelaram o drama "Profissão de Risco", e ficaram amigos desde então
21/05/2011 | 14:22 | Uol Cinema
Penélope Cruz pode ser uma estreante na tripulação dos “Piratas do Caribe”, mas não para seu comandante, o capitão Jack Sparrow – dez anos atrás Cruz e Johnny Depp co-estrelaram o drama “Profissão de Risco”, e ficaram amigos desde então.
“Aquele filme foi uma experiência mágica”, diz Depp. “Especialmente porque estávamos os dois com uma pessoa maravilhosa, Ted Demme, que ele descanse em paz” (Demme, primo de outro diretor ilustre, Jonathan, morreu subitamente, de um ataque cardiaco, em 2002, com apenas 38 anos).
Os dois permaneceram em contato durante a década, sempre com planos vagos de “fazer alguma coisa” juntos. Por isso, Penelope conta, quando o projeto de “Navegando em Águas Misteriosas” chegou até ela, disse sim sem titubear e sem sequer ler o roteiro: “Tudo o que eu precisava saber é que ia finalmente trabalhar com Johnny!”
UOL Cinema: Como se desenvolveu esse relacionamento entre você e Johnny Depp?
Penélope Cruz: Ele foi meu parceiro num dos primeiros filmes que fiz em inglês. E foi uma experiencia maravilhosa. Eu passei a perturbar meu agente , dizendo “quero fazer outro filme com ele!” E meu agente respondia que eu precisava melhorar meu inglês…. Bom, agora meu inglês já está bem melhor…
A companhia de Johnny é meio viciante: ele é uma pessoa inteligentíssima, charmosa, divertida. E não sei como ele faz, mas a cada novo filme ele está melhor. Não um pouco melhor: muito melhor. E não é só isso: ele é uma das melhores pessoas que encontrei no show business. É leal, verdadeiro, confiável.
Só tem um problema com Johnny: eu não consigo parar de rir quando estou trabalhando com ele. Ele é muito engraçado , tem um senso de humor peculiar.
UOL Cinema: Ele aprontou muito durante as filmagens, mesmo com você grávida?
Penélope Cruz: Claro que aprontou! Ele arrumou uma almofadinha que ele controla à distancia e faz um barulho como se pessoa tivesse peidado. Eu era a vítima favorita. Caía sempre na brincadeira.
UOL Cinema: E como foi a filmagem de um projeto tão intenso e você, grávida?
Penélope Cruz: Foi…interessante. Principalmente a parte em locação em Porto Rico: fazia um calor infernal e, como tínhamos várias cenas de helicóptero, não havia como construir um banheiro sem que ele aparecesse na tomada. E cada tomada demorava quinze, vinte minutos…
UOL Cinema: Você já trabalhou com alguns dos maiores diretores do mundo – Woody Allen, Almodovar. Agora é sua segunda vez com Rob Marshall, depois de “Nine”. Como é o estilo dele como diretor?
Penélope Cruz: Ele é um cavalheiro, acima de tudo. Um cavalheiro de outras eras, tão educado, tão charmoso, tão calmo. Parece um mestre zen. E ele está sempre assim. Pode estar dirigindo uma cena com 500 extras e um monte de explosões e ele continua calmíssimo. E muito, muito bondoso.
UOL Cinema: Você aprendeu alguma coisa sendo uma pirata?
Penélope Cruz: Aprendi esgrima! Dois meses antes de começar as filmagens eu comecei a aprender com os dois especialistas que trabalharam em todos os filmes Piratas do Caribe. Eles são incríveis e estão em todas as cenas mais perigosas – eles sabem o que fazem, tem controle total, nunca se machucam. Eu amei aprender a lutar como um espadachim. É uma dança, na verdade. Eu aprendi ballet durante 17 anos, queria ser bailarina profissional… não deu certo, mas agora sou pirata com espada e tudo!
via www,johnnydepp.com.br
10 x Johnny Depp
Johnny Depp é um camaleão. Quantas vezes você já ouviu ou leu esta frase? O motivo de tamanha repetição é a constante mudança de visual pela qual o ator passa em seus personagens, que faz com que cada um tenha características bastante peculiares.
Separamos logo abaixo uma relação de 10 personagens marcantes e exóticos interpretados por Johnny Depp. Uma breve mostra das transformações pelas quais ele é capaz.
Separamos logo abaixo uma relação de 10 personagens marcantes e exóticos interpretados por Johnny Depp. Uma breve mostra das transformações pelas quais ele é capaz.
O capitão Jack Sparrow é o personagem mais popular da carreira de Johnny Depp. Criado para Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra, ele traz o visual tradicional dos piratas mesclado com trejeitos afetados, a princípio incoerentes com o perfil do personagem. Assim pensavam os executivos da Walt Disney Pictures, que entraram em pânico ao ver o resultado de sua interpetação. O estrondoso sucesso do filme nas bilheterias mostrou que Depp estava certo. Foi indicado ao Oscar pelo papel e ainda o repetiu em três sequências: O Baú da Morte, No Fim do Mundo e Navegando em Águas Misteriosas.
Edward Mãos-de-Tesoura foi o personagem que popularizou o ator. Fruto da primeira parceria com o diretor Tim Burton, com quem faria outros sete filmes. Estranho, sem sobrancelhas e com tesouras no lugar das mãos, é a primeira transformação visual pela qual Depp passou. O olhar triste e o medo em machucar quem gosta viraram sua marca registrada.
A parceria com Tim Burton fez com que Johnny Depp reinventasse um personagem clássico do cinema: Willy Wonka, em A Fantástica Fábrica de Chocolate. Com traços delicados e uma atuação afetada – que, segundo as más línguas, foi inspirada em Michael Jackson -, o resultado final foi completamente diferente da versão eternizada por Gene Wilder.
Em 1995 Depp incorporou Don Juan DeMarco, o homem que conquistava as mulheres, sofria por amor e ainda ensinava o poder do sentimento a um psiquiatra interpretado por Marlon Brando. As mulheres se apaixonaram de vez.
Ed Wood, o pior diretor de cinema de todos os tempos. A cinebiografia dirigida por Tim Burton – ele mais uma vez – deu a Depp a chance de interpretar um personagem mais “normal”. Quer dizer, nem tanto. Afinal de contas, Wood gostava de se travestir de mulher de vez em quando.
O Chapeleiro Louco do clássico Alice no País das Maravilhas foi outra reinvenção por completo da dupla Depp-Burton. Com cabelos ruivos, sobrancelhas imensas e olhos esbugalhados, era difícil reconhecer Depp à primeira vista.
Johnny Depp se uniu a Terry Gilliam para criar outro personagem pitoresco em sua vasta galeria: Raoul Duke, de Medo e Delírio. Jornalista enviado para cobrir uma corrida de motos no deserto, ele se entope de drogas e tem sonhos altamente alucinógenos. Fora a paranoia sempre presente, de que alguém está em sua cola.
Nova transformação visual, desta vez para compor o sisudo e vingativo Sweeney Tood. Resultado de nova parceria com o amigo Tim Burton, o musical ainda mostrou que Johnny Depp sabe cantar. Conquistou outra indicação ao Oscar.
Johnny Depp usou o visual clássico para compor o gângster John Dillinger, um dos homens mais procurados nos Estados Unidos nos primórdios do FBI. Inimigos Públicos, dirigido por Michael Mann, não se saiu tão bem quanto se esperava, mas ofereceu a chance para que Depp criasse mais um personagem emblemático.
Fechando a série, a travesti Bon Bon. Não conhece? Trata-se de um papel pequeno feito por Depp em Antes do Anoitecer, onde quem brilha mesmo é Javier Bardem. Mostra definitiva de que Depp não tem medo de se arriscar. Afinal de contas, quantos astros do cinema você já viu vestido desta maneira?
via www.johnnydepp.com.br
Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Misteriosas | Crítica
Filme não inventa e exatamente por isso deve agradar aos fãs



Para os piratas não há dinheiro suficiente no mundo que os faça deixar de lado a ganância pelo próximo tesouro. Para os executivos de Hollywood também não. E assim embarcamos todos juntos em mais uma aventura ao lado do incontrolável, incansável e irrefreável Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp), mesmo depois de toda a tempestade sem sentido enfrentada na viagem ao Fim do Mundo.
O objetivo agora é a mítica Fonte da Juventude, cujo mapa está em posse de Jack Sparrow, que por sua vez está preso nos calabouços do Rei George II (Richard Griffiths), em Londres. Toda a sequência inicial ambientada na capital inglesa é bem elaborada, divertida, cheia de ação e muito bem coreografada por Rob Marshall (Chicago, Nine), o novo diretor da franquia. O plano de fuga improvisadamente arquitetado por Jack serve para relembrar o público da genialidade que seu estilo sempre-bêbado esconde.
O próximo passo é descobrir quem é que está se fazendo passar por Jack Sparrow e espalhando o boato de que o pirata está recrutando marujos para voltar a navegar. Afinal, nem barco ele tem mais. É lá no escuro bar no cais londrino que Jack vai encontrar mais ação para a sua espada e, finalmente, um pouco de romance encarnado na bela Angelica (Penelope Cruz). A relação entre os dois é antiga, cheia de amor e ódio, e será brevemente esclarecida ao longo do filme. O que Jack não sabia é que a garota é filha do temido Barba Negra (Ian McShane), que surge pela primeira vez em cena de forma majestosa e imponente, a ponto de fazer o mais carismático dos piratas da Disney se encolher no convés.
Outra coisa que Jack desconhecia é que para fazer o mapa valer a pena, não basta saber onde fica a tal fonte encontrada por Ponce de Leon. É preciso saber também como fazê-la funcionar. Para isso, os piratas vão precisar de uma sereia, dois cálices e muita agilidade para despistar os soldados das coroas inglesa e espanhola, que também estão atrás da mesma coisa, cada um com um objetivo diferente em mente.
Na tentativa de evitar as confusões do terceiro Piratas do Caribe, cada um dos detalhes desta nova trama digna de Indiana Jones é explicado nos seus pormenores, de forma mais didática que os planos dos inimigos do Scooby-Doo. Assim ficamos sabendo que Barba Negra e Angelica querem chegar lá para enganar a morte; Barbossa (Geoffrey Rush) quer vingança contra aquele que o deixou perneta; e os espanhois e ingleses travam uma desimportante rixa religiosa que nada acrescenta à trama e poderia ter ficado de fora sem prejuízo algum.
Para não perder também a possibilidade de um romancezinho na história, agora que Elizabeth (Keira Knightley) e Will (Orlando Bloom) se acertaram, são colocados em cena o religioso Philip (Sam Claflin) e a sereia Syrena (Astrid Bergés-Frisbey). A presença dos dois é muito mais ornamental do que a do casal anterior, que fazia a trama andar. Aqui, mais do que nunca, o protagonista é mesmo Jack Sparrow, que diga-se, fica ótimo no 3D (principalmente no 3D Imax). Os grandes cenários das florestas e as cenas aquáticas funcionam muito bem para dar a profundidade tridimensional e as espadas e outras coisas que vão na direção da tela fazem o resto.
Sabendo que o terceiro filme da franquia ficou muito aquém dos dois primeiros, o produtor Jerry Bruckheimer (agora órfão do diretor Gore Verbinski que o acompanhou em toda a primeira trilogia) resolveu apostar no certo, sem colocar em risco suas moedas de ouro. Assim, o quarto filme da série Piratas do Caribe dá voltas, sobe, desce, pula de penhascos, brinca bem de leve com o sobrenatural e faz gracinhas, mas acaba no mesmo lugar. Os fãs certamente vão gostar de tomar mais um porre de rum ao lado de Jack Sparrow, já esperando no cinema o quinto capítulo, que a cena pós-créditos deixa claro que virá. Afinal, o mapa do tesouro já está desenhado e o X (em 3D!) está na sua carteira.
via omelete
Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Misteriosas
Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides
EUA , 2011 - 137 min.
Ação / Aventura / Fantasia
Direção:
Rob Marshall
Roteiro:
Ted Elliot, Terry Rossio
Elenco:
Johnny Depp, Penelope Cruz, Geoffrey Rush, Ian McShane, Kevin McNally, Sam Claflin, Astrid Bergés-Frisbey, Stephen Graham, Keith Richards, Richard Griffiths, Oscar Jaenada
3 ovos
EUA , 2011 - 137 min.
Ação / Aventura / Fantasia
Direção:
Rob Marshall
Roteiro:
Ted Elliot, Terry Rossio
Elenco:
Johnny Depp, Penelope Cruz, Geoffrey Rush, Ian McShane, Kevin McNally, Sam Claflin, Astrid Bergés-Frisbey, Stephen Graham, Keith Richards, Richard Griffiths, Oscar Jaenada
3 ovos
O objetivo agora é a mítica Fonte da Juventude, cujo mapa está em posse de Jack Sparrow, que por sua vez está preso nos calabouços do Rei George II (Richard Griffiths), em Londres. Toda a sequência inicial ambientada na capital inglesa é bem elaborada, divertida, cheia de ação e muito bem coreografada por Rob Marshall (Chicago, Nine), o novo diretor da franquia. O plano de fuga improvisadamente arquitetado por Jack serve para relembrar o público da genialidade que seu estilo sempre-bêbado esconde.
O próximo passo é descobrir quem é que está se fazendo passar por Jack Sparrow e espalhando o boato de que o pirata está recrutando marujos para voltar a navegar. Afinal, nem barco ele tem mais. É lá no escuro bar no cais londrino que Jack vai encontrar mais ação para a sua espada e, finalmente, um pouco de romance encarnado na bela Angelica (Penelope Cruz). A relação entre os dois é antiga, cheia de amor e ódio, e será brevemente esclarecida ao longo do filme. O que Jack não sabia é que a garota é filha do temido Barba Negra (Ian McShane), que surge pela primeira vez em cena de forma majestosa e imponente, a ponto de fazer o mais carismático dos piratas da Disney se encolher no convés.
Outra coisa que Jack desconhecia é que para fazer o mapa valer a pena, não basta saber onde fica a tal fonte encontrada por Ponce de Leon. É preciso saber também como fazê-la funcionar. Para isso, os piratas vão precisar de uma sereia, dois cálices e muita agilidade para despistar os soldados das coroas inglesa e espanhola, que também estão atrás da mesma coisa, cada um com um objetivo diferente em mente.
Na tentativa de evitar as confusões do terceiro Piratas do Caribe, cada um dos detalhes desta nova trama digna de Indiana Jones é explicado nos seus pormenores, de forma mais didática que os planos dos inimigos do Scooby-Doo. Assim ficamos sabendo que Barba Negra e Angelica querem chegar lá para enganar a morte; Barbossa (Geoffrey Rush) quer vingança contra aquele que o deixou perneta; e os espanhois e ingleses travam uma desimportante rixa religiosa que nada acrescenta à trama e poderia ter ficado de fora sem prejuízo algum.
Para não perder também a possibilidade de um romancezinho na história, agora que Elizabeth (Keira Knightley) e Will (Orlando Bloom) se acertaram, são colocados em cena o religioso Philip (Sam Claflin) e a sereia Syrena (Astrid Bergés-Frisbey). A presença dos dois é muito mais ornamental do que a do casal anterior, que fazia a trama andar. Aqui, mais do que nunca, o protagonista é mesmo Jack Sparrow, que diga-se, fica ótimo no 3D (principalmente no 3D Imax). Os grandes cenários das florestas e as cenas aquáticas funcionam muito bem para dar a profundidade tridimensional e as espadas e outras coisas que vão na direção da tela fazem o resto.
Sabendo que o terceiro filme da franquia ficou muito aquém dos dois primeiros, o produtor Jerry Bruckheimer (agora órfão do diretor Gore Verbinski que o acompanhou em toda a primeira trilogia) resolveu apostar no certo, sem colocar em risco suas moedas de ouro. Assim, o quarto filme da série Piratas do Caribe dá voltas, sobe, desce, pula de penhascos, brinca bem de leve com o sobrenatural e faz gracinhas, mas acaba no mesmo lugar. Os fãs certamente vão gostar de tomar mais um porre de rum ao lado de Jack Sparrow, já esperando no cinema o quinto capítulo, que a cena pós-créditos deixa claro que virá. Afinal, o mapa do tesouro já está desenhado e o X (em 3D!) está na sua carteira.
via omelete
Um pirata e seus demônios
Há 15 anos, Johnny Depp estava se drogando loucamente enquanto sua carreira ia pelo ralo. Hoje, é o ator mais bem pago de Hollywood, casado, com dois filhos — e uma ilha. O astro de Piratas do Caribe 4 contou a HAROLD VON KURSK como aconteceu essa transformação
Por Harold Von Kursk11h3119/05/2011
Três décadas atrás, Johnny Depp era um músico obscuro que ganhava a vida trabalhando em um posto de gasolina na Flórida. Há 15 anos, ele estava se drogando desenfreadamente, enquanto sua carreira decaía. Hoje, o astro mais bem pago de Hollywood tem uma fortuna pessoal avaliada em mais de 200 milhões de dólares. Apesar dessa reviravolta espetacular, Johnny ainda se lembra da época em que surtos medonhos de desgosto o faziam encher a cara ininterruptamente. A química nefasta que antes marcava sua autoimagem deu lugar a admiráveis ondas de felicidade doméstica. Atualmente, o ator admite que não só exorcizou seus demônios como está “de bem com a vida”. Ainda que não seja uma afirmação irrestrita de alegria, esse reconhecimento já é, para os padrões de Depp, uma expressão veemente de satisfação.
“Estava em guerra comigo mesmo”, afirma, com um sorriso, o homem de 47 anos ao refletir sobre sua personalidade atormentada. “Levou um tempo para eu descobrir o que queria, e aí conheci a mulher que me fez ver o que estava perdendo. Nada me dá tanta satisfação quanto ficar com Vanessa e meus fi lhos.” Claro que, quando você tem seu próprio iate de 30 pés, passa parte do ano em uma ilha particular nas Bahamas e está casado com Vanessa Paradis, não resta muito do que se queixar. Sobretudo quando, além da fortuna, se está prestes a receber outros 50 milhões de dólares com o salário e os lucros de Piratas do Caribe 4. Visto como um pária em Hollywood, alguém cuja carreira naufragava na década de 90, Depp conseguiu contrapor seus impulsos e descobrir um lado de si mesmo que desde muito havia mantido trancado.
Leia a reportagem completa na ALFA de maio. Nas bancas e no ipad
via www.johnnydepp.com.br
Oprah Winfrey e Johnny Depp durante o programa que foi exibido dia 5 na tv americana
via www.johnnydepp.com.br
Penélope Cruz e Johnny Depp ganham versões em bonecos
Angélica e Capitão Jack Sparrow, de 'Piratas do Caribe', custam 35 dólares, cerca de 60 reais.
Os personagens de Penélope Cruz e Johnny Depp, em "Piratas do Caribe: Navegando em águas misteriosas", viraram bonecos. A Angélica e o Capitão Jack Sparrow custam 35 dólares, cerca de 60 reais.
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