segunda-feira, 16 de maio de 2011

HQ] Johnny Depp deixando Hotel Eden Roc in Cannes.

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[HQ] Depp autografando Francês de DVD oficial AO deixar hotel in Cannes (fardado ESTA, Mas nao e de ferro né? Quem nao Quer UMA Autógrafo fazer haha ​​Depp?

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[HQ] Johnny Depp distribuindo autógrafos in Cannes, 14.05.11

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[HQ] Johnny Depp distribuindo autógrafos em Cannes, 14.05.11

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Johnny Depp será pirata até público enjoar



Da próxima vez que o pirata Jack Sparrow avistar a França no horizonte, talvez ele escolha outro porto para ancorar. “Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas”, o quarto filme da franquia da Disney, foi exibido fora de competição no Festival de Cannes na manhã deste sábado (14/05). A plateia mal esboçou reações: poucos risos com as gracinhas de Johnny Depp, pouca empolgação com as sequências de aventura.
O longa é o primeiro da saga a ser rodado e lançado em 3D. É o primeiro, também, a não ser dirigido por Gore Verbinski, que preferiu se dedicar à animação “Rango” – dublada por Depp. Rob Marshall, dos musicais “Chicago” (2002) e “Nine” (2009), foi escalado para o posto.
O novo filme ainda é o primeiro a não contar com as presenças de Keira Knightley e Orlando Bloom, cujos personagens chegaram ao esgotamento criativo no volume anterior – e que a crítica brincou de dizer que agora faziam falta. Em compensação, há a permanência de Geoffrey Rush como o Capitão Barbossa, e as adições de Ian McShane (série “Deadwood”) como o pirata Barba Negra, e principalmente de Penélope Cruz (“Vicky Cristina Barcelona”) como Angélica, que rouba as atenções com sua eloquência típica de mulher espanhola.
Os elogios escassos se concentram mesmo em Penélope. No restante, as críticas têm pouco de positivo a realçar – um ponto que não passou despercebido à entrevista coletiva com o elenco.
Johnny Depp, com sua tranquilidade habitual, ironizou a recepção fria. “Sempre tive medo dos críticos. Eles realmente me assustam”, brincou. “Mas acho que as pessoas vão gostar. Desde o início nos esforçamos para criar algo que soasse realmente novo. Algo feito para o público, com ele em mente. Ninguém é à prova de balas, mas sinto que fizemos um bom trabalho porque, na origem, estávamos fazendo-o pelas razões certas”, afirmou.
O ator, realmente, não tem que se importar com a crítica sobre essa franquia específica: o pirata Jack Sparrow tornou-se o personagem mais emblemático de sua carreira, e o responsável por lhe valer a primeira indicação ao Oscar – Melhor Ator, por “Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra” (2004). Os filmes posteriores não atingiram a mesma voltagem do original, mas continuavam a lhe valer incontáveis milhões e, principalmente, a transformá-lo em herói dentro de casa.
“Minha família vê muito mais os meus filmes do que eu. Muito mais, incluindo este”, revelou o ator. “Eles vão e posso ver pela reação deles se fiz direito. Até agora, não fui demitido por eles.”
Foi a filha do astro, aliás, que lhe ajudou a encontrar o tom para Sparrow. “Comecei a testar esse personagem secretamente, para ver quais seriam as reações em casa. Quando minha filha era pequena, estava lá brincando com as Barbies dela, eu me abaixava e ficava brincando com ela fazendo as vozes. Até que um dia ela finamente disse: ‘pare!’”, contou Depp.
O resultado final da composição de Jack Sparrow é o que Johnny descreve como “uma mistura de Keith Richards com o gambá Pepe (dos Looney Tunes)”, e ao menos o guitarrista dos Rolling Stones está honrado pela influência: ele é amigo pessoal de Depp e participou do terceiro e quarto filmes no papel, justamente, do pai de Jack.
A essa altura, Depp já está familiarizado com a equipe, e ela com ele. Mesmo a recém-chegada Penélope não era uma estranha a ele: há exatos 10 anos, os dois trabalharam juntos no drama “Profissão de Risco” (2001). “Ela é imensamente talentosa e bonita e, além disso, uma amiga muito fiel”, comentou o ator.
Os elogios também partem do outro lado. “O nível de criatividade do Johnny é tão alto e livre e inspirador”, declarou Cruz. “Ele é um ser humano realmente único, e espero que possamos trabalhar muito, muito mais”, encerrou. A lembrar que Depp também trabalhou com Javier Bardem, o marido da atriz, em “Antes do Anoitecer” (2000).
Penélope, que durante as filmagens estava em seu estágio inicial de gravidez, requereu cuidados especiais. “Eu tive um treinamento antes do filme e, depois, eles todos me protegeram. Foram todos muito gentis e carinhosos”, afirmou a atriz.
Para aceitar este papel, ela se desvencilhou do drama “Melancholia”, do dinamarquês Lars Von Trier, para o qual estava escalada. O filme também está sendo exibido em Cannes – na seleção oficial, elegível à Palma de Ouro – e, provavelmente, acrescentaria pontos à Penélope como atriz, mas não como estrela.
É muito provável, aliás, que ela reprise seu papel em alguma possível continuação. Depp havia atestado anteriormente que só se comprometeria com um quinto filme após dar uma olhada no roteiro. Durante a entrevista, porém, ele parece ter revisto seus critérios. Ele confirmou que “Piratas do Caribe” continuará enquanto houver público pagante para assistir. “Se as pessoas se cansarem, então acho que é o momento certo de parar”, garantiu o astro.
O depoimento não significa que ele perdeu o foco na qualidade, mas que confia o suficientemente na equipe. “Quando você está cercado por forças criativas fortes e incríveis como Jerry [Bruckheimer, o produtor], Rob [Marshall] e todos esses atores excelentes, eu acho que as possibilidades são infinitas”, disse Depp. “Mas, definitivamente, esses filmes são feitos para as pessoas que vão ao cinema e pagam seu dinheiro suado para assistir. Enquanto as pessoas quiserem, eu vou estar lá”, concluiu.
Com os US$ 2,7 bilhões que a franquia somou até agora nas bilheterias mundiais, parece evidente que o espectador comum não está enjoado de “Piratas do Caribe”. Ao menos, a equipe está ciente de suas ambições: os envolvidos na produção não são, necessariamente, cineastas; são, antes de mais nada, vendedores de pipoca.
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Johnny Depp pode ser primo distante da Rainha Elizabeth II

Genealogista aponta possibilidade de ator dividir ancestrais de 500 anos atrás com a família Real
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Johnny Deep pode ser primo de vigésimo grau da Rainha Elizabeth II. O genealogista Nick Barrat disse que o astro de “Piratas do Caribe” divide a mesma linhagem da família Real. As informações são do site da revista americana “Us Weekly”.

O ator, de 47 anos, tem um ancestral de mais de 500 anos atrás que pertenceu a família Real. Johnny nasceu em Owensboro, Kentucky, e seus ancestrais eram fazendeiros que se instalaram em Virginia por volta de 1700. “Acredito que exista a probabilidade de haver uma ligação entre Depp e a família Real”, explica o genealogista. “Embora, eu duvido que consigamos provar com 100% de certeza."

Johnny esteve em Cannes na semana passada para uma exibição do longa “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas. Durante o evento, ele posou ao lado da colega de elenco Penélope Cruz. A atriz foi clicada nesta segunda-feira(16), na Alemanha, na première da produção, mas desta vez o ator não participou. 

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