quarta-feira, 4 de julho de 2012

Johnny Depp e Amber Heard estariam morando juntos

O ator confirmou a separação de Vanessa Paradis há alguns dias



Os últimos boatos em torno do suposto affair entre Johnny Depp e Amber Heard asseguram que os atores deram mais um passo na relação e já estão morando juntos.
Segundo a revista americana US Weekly, uma fonte próxima ao ator afirmou: "Eles estão 100% juntos. Ele a trata bem e estão morando juntos".
 
O ator, de 48 anos, e a atriz, de 26, começaram a sair quando estavam promovendo o filme The Rum Diary em 2011, de acordo com o mesmo informante.
 
"Começaram a dormir juntos durante as viagens de promoção do filme", disse a fonte.
 
O romance relâmpago acabou causando outra separação: da atriz com sua namorada Tasya Van Re

via  Terra

Os Estranhos Mundos de Tim Burton e Johnny Depp

 
O recente sucesso do filme "Sombras da Noite" (Dark Shadows - 2011) trouxe novamente à tona um diretor cuja característica mais marcante é a capacidade de vislumbrar universos delirantes. O cineasta americano Timothy William Burton, mais conhecido como Tim Burton, é um perfeccionista, um esteta na arte de transportar ideários surreais para as telonas de cinema. Tudo nele é delírio visual!
Burton se consagrou com seus filmes mais exóticos e alternativos junto ao grande público. De seus dois trabalhos mais marcantes na esfera do sucesso, mostrou a cara em 1988 com o inusitado horror-cômico de Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice,Oscar de melhor maquiagem) e aumentou seu público com Batman em 1989 (Batman, Oscar de melhor direção de arte). Em ambos, já denotava um apurado senso estético nos elementos visuais de suas produções.
Mesmo premiado com dois Oscars em dois anos seguidos, não foi exatamente por esses filmes que Tim Burton alcançou as loas da crítica e do grande público. O diretor ainda dava as cartas para a marca registrada de seu estilo graças à sua obra-prima feita em 1990, com o cultuado Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands). O filme consagrou o ator Johnny Depp como um dos grandes astros promissores de Hollywood e abriu caminho para uma parceria até hoje presente na cinegrafia de Tim.
E que elementos, afinal, fizeram de Edward Maõs de Tesoura um sucesso de público e crítica?
Edward era um personagem mítico, uma leitura fabulística que fundia Frankenstein e Pinóquio em sua síndrome de ser inanimado que cria vida e torna-se humano. Não obstante a sua estranheza, tendo tesouras em lugar das mãos e um aspecto assustadoramente sombrio e gótico, Edward era visto pelas pessoas sem causar o espanto que realisticamente causaria, só com sua impressão, a quem com ele se deparasse.
A grande alegoria composta por Tim Burton era mostrar que Edward, mesmo tão diferente, podia ser aceito pelas pessoas, mas acabava embaraçado em sua sina peculiar de ser diferente. Ele era o diferente que sofria só. Sofria por incompatibilidade, por inadaptação; por muitas vezes não poder demonstrar, com seus recursos e sua aparência, aquilo que sentia. A cena em que ele sofre por ter mãos de tesoura incapazes de acariciar o rosto da menina a quem ama é um ponto alto do filme. Edward era um boneco que, ao ganhar vida, sofria como os humanos. Depp teve uma atuação soberba em seu personagem de cinema mudo: preto-e-branco e silencioso, figura quase chapliniana.
Burton tornou a mexer em Batman em 1992 (Batman Returns) e em 1995 (Batman Forever), mas sua estética particular ainda não conseguira casar perfeitamente com a fase quadrinística do Cavaleiro das Trevas, onde um certo Frank Miller havia reposicionado (e revolucionado) o personagem com menos pancake e mais pancada. Era Ozzy Osbourne cantando bossa nova. Ou Tom Jobim tocando Iron Maiden. Não rolou...
Dentre outros trabalhos de menos repercussão, o diretor produziu um desenho de animação na mesma temática de filmes de terror que o fascinara na infância regada a Edgar Allan Poe e Vincent Price, ícones do terror e do suspense. Em O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas - 1993) um personagem surreal fazia a ponte entre Halloween e Natal para dar imagem ao mundo surreal da cabecinha engenhosa e delirante de Burton.
Mas a melhor lembrança que teremos do cineasta será, certamente, marcada pelos encontros seguintes entre seu talento e o de seu ator preferido, Johnny Depp. Uma sequência de "nocautes fiomográficos" permeada por alguns rounds menos emocionantes, é bom dizer.
 Burton reergueu sua grife estética com o denso e elogiadíssimo Ed Wood (Ed Wood -1994), sobre o consagrado "melhor-pior" diretor de horror trash em todos os tempos. Outra bela interpretação de Depp. No sombrio e assustador A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (Sleepy Hollow - 1999), Depp vivia o conturbado investigador Ichabod Crane, atormentado por pem ente fantástico que vaga sem cabeça sobre um cavalo, em um pequeno vilarejo. Névoas, sombras, figurinos soturnos e muita estética dark ajudavam a compor o clima de suspense e assegurarsadelos sobre a morte de sua mãe e imbuído de investigar a sequencia de mortes, cometidas por uam ainda um Oscar de Melhor Direção de Arte.
Novos nocautes em A Fantástica Fábrica De Chocolate (Charlie and the Chocolate Factory - 2005) e Sweeney Todd, O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street - 2007).
O primeiro remontando um clássico de toda uma geração, com base na guloseima mais cobiçada em toda a história da humanidade. Quem não gostaria de visitar aquela apetitosa fábrica do filme?
O segundo, uma adaptação de um musical da Broadway, evocava com maior propriedade a preferência de Burton pelos filmes de terror, com Johnny Depp irrepreensível no papel do barbeiro assassino que matava suas vítimas para... fazer tortas com seus restos mortais! Sentadas inocentemente para uma sessão de barbear, as vítimas da vingança do barbeiro serial killer (preso, no passado, por denúncias de cada uma delas) levavam uma navalhada na jugular, para serem lançadas da cadeira direto a um alçapão que abria-se ao chão. Depp foi indicado ao Oscar de Melhor Ator, e o filme também foi premiado como Melhor Direção de Arte.
Em 2010, com Alice no País das Maravilhas (Alice In Wonderland), a dobradinha Depp-Burton também reeditou um clássico, desta vez das fábulas infantis, em uma estupenda caracterização de Johnny Depp como o Chapeleiro Louco. Esta foi, sem dúvida, uma de suas mais extraordinárias criações como ator de cinema. O filme, abrilhantado por uma extraordinária produção visual e por efeitos que pareciam transcender o que até então o próprio Burton já havia feito, amealhou os Oscars de Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte.
O atual sucesso de Sombras da Noite (Dark Shadows  - 2012), com Johnny outra vez caracterizado como um personagem icônico - desta vez um vampiro - reforça a força da parceria entre ambos e também a predileção de Tim Burton por temas de natureza surreal e fantástica. E o diretor promete: sua próxima empreitada, Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros (Abraham Lincoln - Vampire Hunter - 2012) pretende fundir história real e imaginário, criando uma lenda de que o mitológico presidente americano era, na verdade, um caçador de vampiros.
Tim Burton é um cineasta autoral. Suas obras possuem um traço de impressão que já se tornou marca registrada. Quem o conhece, sabe o que pode esperar de seus filmes. Como um autêntico storylteller, ele aposta sempre no requinte visual como ponto de partida para contar suas histórias. Historias normalmente saídas de devaneios, sonhos, delirios, contos, fábulas. Não é à toa que sua carreira cinematográfica é marcada como uma das mais laureadas com prêmios de figurino e direção de arte.
 O mago da arte cinematográfica acredita que, com cores e formas da telona, é possível transformar sonhos em realidade. Coisa que ele sabe fazer como poucos. Tendo, ainda por cima, o auxílio de luxo de um ator do porte de  Johnny Depp para dar vida aos seus personagens surreais.
Pois é... tinha mesmo que dar certo!
Hélio Ricardo Rainho é blogueiro do SRZD e colaborador da editoria de cinema.
via  SRZD

AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

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