quinta-feira, 24 de junho de 2010

Jerry Bruckheimer fala sobre Jack Sparrow



Semana passada, o produtor Jerry Bruckheimer twittou diversas fotos dos bastidores de Piratas do CAribe 4, On Stranger Tides. O filme marca o retorno de Johnny Depp como Capitão Jack Sparrow e a estréia de Rob Marshall como diretor da franquia. Enquanto estava na coletiva de imprensa de O Aprendiz de Feiticeiro, Bruckheimer comentou sobre as filmagens:

"Estão indo muito bem, estamos em Kauai. Terminamos a primeira semana [de filmagens] e começaremos a segunda. Rob está fazendo um trabalho incrível e Johnny não poderia estar mais feliz interpretando Capitão Jack novamente. Ele mergulhou no personagem e trará algumas reviravoltas que você vai amar."

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Data de estréia de Rango é modificada



Rango, animação dirigida por Gore Verbinski com voz de Johnny Depp, teve sua data de estréia nos Estado Unidos modificada de 18 de março para 4 de março de 2011. A mudança é pequena, e fará com que Rango dispute o primeiro lugar nas bilheterias de estréia com Sanctum 3D, de James Cameron.

A estréia brasileira está prevista para 15 de abril e até agora não foi noticiado que haverá modificação.

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Mais fotos do navio de Piratas do Caribe 4

Algumas fotos do navio que foi reformado para Piratas do Caribe 4, On Stranger Tides, que permitem ver mais detalhes de perto que ainda não tinham sido postadas aqui foram divulgadas no Flickr (acesse para ver mais fotos) e mostram o suposto navio do Barba Negra, Queen Anne's Revenge:

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24 DE JUNHO DIA DE SÃO JOÃO


A origem da Festa Junina no Brasil e suas influências
    Junho é o mês de São João, Santo Antônio e São Pedro. Por isso, as festas que acontecem em todo o mês de junho são chamadas de "Festa Joanina", especialmente em homenagem a São João.

   O nome joanina teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV. Quando chegou ao Brasil foi modificado para junina. Trazida pelos portugueses, logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros.

   A influência brasileira na tradição da festa pode ser percebida na alimentação, quando foram introduzidos o aipim (mandioca), milho, jenipapo, o leite de coco e também nos costumes, como o forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioula. Mas não foi somente a influência brasileira que permaneceu nas comemorações juninas. Os franceses, por exemplo, acrescentaram à quadrilha, passos e marcações inspirados na dança da nobreza européia. Já os fogos de artifício, que tanto embelezam a festa, foram trazidos pelos chineses.

   A dança-de-fitas, bastante comum no sul do Brasil, é originária de Portugal e da Espanha.
   Para os católicos, a fogueira, que é maior símbolo das comemorações juninas, tem suas raízes em um trato feito pelas primas Isabel e Maria. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel acendeu uma fogueira sobre o monte.

   No Nordeste do país, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem em grupos todas as casas onde sejam bem-vindos levando alegria. Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que o costume é uma maneira de integrar as pessoas da cidade. Essa tradição tem sido substituída por uma grande festa que reúne toda a comunidade em volta dos palcos onde prevalecem os estilos tradicionais e mecânicos do forró.

Tetracampeã Itália perde e está fora da Copa

Galvão Bueno: Campeão do Twitter

Como a brincadeira com o locutor se tornou recordista de acessos no mundo
NELITO FERNANDES
Zé Paulo Cardeal
SORRINDO
Galvão ficou chateado com o “Cala boca”, mas se rendeu à campanha
ÉÉÉÉÉ... É DO BRASIL!!!!! Poucos minutos depois de a cerimônia de abertura da Copa do Mundo começar, a competição já tinha um vencedor: Galvão Bueno. O locutor da TV Globo foi o primeiro lugar entre os assuntos mais comentados no Twitter no mundo inteiro no dia da festa e, pelo menos até quinta-feira, não saía dos dez mais. Embalada num truque de aparência ecológica, a frase “Cala boca, Galvão!” ganhou o mundo e foi repetida milhões de vezes, numa corrente para a frente que levou Galvão às páginas do New York Times e do El País. Haaaja coração!
Enquanto o “cala boca galvao”, assim, sem til nem artigo, rodava o ciberespaço, os estran-geiros se perguntavam o que era isso. E as explicações foram mais hilariantes que a própria brincadeira no Twitter – assim, levaram a galhofa brasileira ao topo das listas de piadas globais da internet. A explicação mais elaborada estava no vídeo Save Galvao birds, visto por mais de 700 mil pessoas no YouTube até a manhã da quinta-feira. Com imagens bem produzidas e narrada por um locutor inglês, a peça publicitária falsa explica que Galvão (galváo, na pronúncia inglesa) é um papagaio brasileiro, da Amazônia, ameaçado de extinção. O motivo: “Suas penas são arrancadas, vendidas em camelôs e usadas em fantasias de Carnaval; 300 mil pássaros são exterminados por ano”. Cada mensagem postada no Twitter geraria 1 cent para salvar o pássaro. A ideia partiu do produtor de vídeo paulistano Fernando Motolese, de 27 anos, e fez bombar o “cala boca”. Além do vídeo, um cartaz do Instituto Galvão também circulou pela rede. E surgiu no Orkut uma comunidade pelo salvamento dos Galvõezinhos. “O Brasil mostrou sua força para o mundo inteiro”, diz Motolese.
A piada ganhou uma proporção tal que o próprio Galvão acabou aderindo à brincadeira no ar, durante o programa Central da Copa. Disse que Ayrton Senna já lhe dera o apelido de papagaio e devia estar rindo muito disso tudo lá no céu. “Eu estou com o papagaio e não abro. Estou na campanha a sério”, disse Galvão, sorridente.
Nos bastidores, porém, a coisa não foi levada tão na esportiva assim. Quando a brincadeira começou a se espalhar, Galvão ficou irritado, o que é compreensível. Ele se recusou a dar entrevistas a jornais sobre o assunto, afirmando que queria “focar na Copa”. A campanha cresceu. No jogo de estreia do Brasil, uma faixa da torcida em que se lia “Cala Boca Galvão!” apareceu na transmissão da própria TV Globo, que reproduzia imagens geradas pela TV africana. A direção da emissora avaliou, então, que Galvão deveria entrar na brincadeira, com bom humor, como alguém que é apelidado pelos colegas e faz piada de si mesmo. Nem a plateia do programa Central da Copa acreditou quando o apresentador Tiago Leifert pediu um corinho de “Cala a boca, Galvão”. Como ninguém respondesse, ele mesmo incentivou: “Pode falar”. E fez-se o coro. Pode isso, Arnaldo?
“Se estivéssemos preocupados, não teríamos entrado na brincadeira. Só repercute o que é popular. Neste caso, muitíssimo”, diz o diretor da Central Globo de Comunicação, Luis Erlanger. “O Twitter fala com milhares, o Galvão com milhões. O resultado foi mais positivo com o flairplay mostrado por ele.”
Carlos Eduardo Galvão Bueno é carioca do bairro da Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. Filho de um diretor de rádio e de uma atriz, estudou economia e administração, mas se formou em educação física. Apaixonado por basquete e futebol, estreou como comentarista em 1974, depois de vencer um concurso para repórter no programa Disparada esportiva, da Rádio Gazeta. Seis anos depois, estreava na Globo para narrar a Fórmula 1. Sua primeira cobertura de Copa do Mundo foi na Espanha, em 1982. Em 1986, chegou a sair da emissora, para onde voltaria em 1993. Tem contrato até 2014 e costuma dizer aos amigos que quer ficar mais. Estima-se que seu salário gire em torno de R$ 1 milhão por mês – ele não tem participação em comerciais porque não faz merchandising. Desde 2008, mora com a família em Mônaco.
Com uma exposição tremenda no mundo dos esportes, é claro que Galvão não é unanimidade. Entre os espectadores, há os que o amam (a maioria, a julgar pela audiência e pelas pesquisas da TV Globo), há os que lhe são indiferentes, há os que o detestam e há os que amam odiá-lo. Entre os colegas também existem queixas. Seu jeito bonachão conquista. Mas ele às vezes exagera. Atropela a fala dos outros, nunca se cala. Quem acha que não existe almoço grátis é porque nunca saiu com ele. Galvão adora pagar a despesa de todo mundo. Mesmo assim, há quem interprete a generosidade como ostentação.
Galvão conta com um forte grupo de admiradores. Pedro Bial é um deles. “O Galvão é, indiscutivelmente, o melhor narrador esportivo da história da TV brasileira. Conhece profundamente não apenas futebol, mas esportes tão díspares como equitação, Fórmula 1 e badminton”, diz. “Todo líder, e Galvão é um líder, que faz a coisa certa e com isso angaria popularidade sofre uma natural parcela de rejeição.” O jornalista e apresentador do Big Brother lançou uma contracampanha no Twitter, “falagalvão”, que já foi repetida por outros simpatizantes famosos, como Luciano Huck. Esses fãs – assim como a imensa maioria dos brasileiros – torcem mesmo é para ouvir Galvão gritar, com seu tom de voz inconfundível: “É hexa, é hexa, é hexa!”.
Leonardo Wen
O CRIADOR
Motolese, produtor de vídeo, diante da imagem de um papagaio. É dele o viral Save Galvao birds, visto por mais de 700 mil no YouTube

Gisele Bündchen posa nua para revista brasileira

Sem roupa e com o cabelo no rosto, a top model brasileira é capa da revista S/Nº em foto de Bob Wolfenson.
Do EGO, em São Paulo



Bob 
Wolfenson /-Reprodução

Gisele Bündchen

Completamente nua, Gisele Bündchen é a capa da revista S/Nº desta mês. Fotografada por Bob Wolfenson, com um penteado simples e sem adereços, a top model mostra que não precisa de muito para mostrar sua beleza.

Na capa "clean", se vê apenas ela - com a franja jogada no rosto e os seios cobertos com um jogo de braço - o nome da revista e a frase "à flor da pele" impressa sobre as costas dela.

Segundo uma declaração da revista, publicada na coluna de Mônica Bergamo, a ideia da foto é mostrar a pele da brasileira "em seu estado máximo de plenitude, força e beleza".

Veja fotos de Gisele Bündchen durante sua última passagem pelo Brasil, na SPFW

Jimmy Page visita quadra da Mangueira no Rio

Ex-guitarrista do Led Zeppelin conheceu a bateria da escola de samba.
Músico ficará na cidade até a próxima segunda-feira (28).

Henrique Porto Do G1 RJ
Jimmy Page, lendário guitarrista da banda britânica Led 
Zeppelin, ao lado do músico Ivo Meirelles. Page, que não quis falar com a
 imprensa, deve visitar ainda outras escolas de samba cariocas. Ele fica
 no Rio até a próxima segunda-feira (28).Jimmy Page, lendário guitarrista da banda britânica Led Zeppelin, visita a quadra da Mangueira ao lado do músico Ivo Meirelles. Page, que não quis falar com a imprensa, deve visitar ainda outras escolas de samba cariocas. Ele fica no Rio até a próxima segunda-feira (28). (Foto: Bernardo Tabak / G1)
De acordo com Ivo Meirelles, Page deve gravar a bateria da 
Mangueira em pelo menos uma música de um futuro álbum. De acordo com Ivo Meirelles, Page deve gravar a bateria da Mangueira em pelo menos uma música de um futuro álbum. "Ele volta ao Brasil em setembro para gravar com nossos músicos", disse Meirelles. (Foto: Bernardo Tabak / G1)

'Edward Mãos de Tesoura' vira peça de teatro nos Estados Unidos

Filme de Tim Burton ganha adaptação teatral no Brooklyn, em Nova York.
Lançado em 1990, trama do filme lembra o enredo do livro 'Frankenstein'.


Johnny Depp em cena de 'Edward Mãos de Tesoura'.Depp em 'Edward Mãos de Tesoura'. (Divulgação)
O filme "Edward Mãos de Tesoura", de Tim Burton, virou peça de teatro em Nova York, afirma a revista "Playbill".
Segundo a publicação, a peça baseada no longa-metragem de fantasia do diretor norte-americano se chamará "Edward Scissorhands: the stage adaptation" e irá estrear em um teatro localizado no Brooklin na próxima sexta-feira (25).
A adaptação foi aprovada pelo diretor de "Alice no País das Maravilhas"e será dirigida pelo dramaturgo inglês Richard Crawford.
"Edward Mãos de Tesoura" estreou em 1990 nos cinemas e é estrelado por Johnny Depp e Winona Ryder.

O filme lembra o livro "Frankenstein", de Mary Shelley, e narra a história de um homem que tem tesouras no lugar das mãos e vive em um castelo, junto ao homem que o inventou. Um dia, conhece uma cidade próxima e se apaixona por uma garota, mas tem de lidar com o preconceito dos moradores do local.
O filme recebeu um prêmio Bafta (por melhor figurino) e um Oscar (por melhor maquiagem).

AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

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HUMOR DA NAHH

The current mood of nahh at nahh