sexta-feira, 20 de maio de 2011

Piratas do Caribe

Piratas do Caribe()




Por GABRIELLA DIAS
RIO DE JANEIRO - "Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas" estreia nesta sexta-feira (20) e é a quarta franquia da saga de Jack Sparrow (Johnny Depp), sendo o primeiro filme em 3D. O Famosidades é já da produção - e também de Depp, claro! - e, por isso, preparamos uma retrospectiva para você.
Nas fotos abaixo você relembra as aventuras do pirata mais querido do mundo ao lado de Elizabeth Swann (Keira Knightley), Will Turner (Orlando Bloom) e Capitão Hector Barbossa (Geoffrey Rush).
"Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra", "Piratas do Caribe: O Baú da Morte" e "Piratas do Caribe: No Fim do Mundo" foram dirigidos por Gore Verbinski. O quarto filme da saga tem direção de Rob Marshall, mais uma vez produção de Jerry Bruckheimer e intervenção de Johnny Depp, que pediu que o novo filme tivesse 30 minutos a menos para não cansar muito o público. E dá para cansar?






Dez papéis emblemáticos de Johnny Depp

De filmes como "A Hora do Pesadelo" a "Piratas do Caribe", veja a trajetória do astro norte-americano



Você sabia que Johnny Depp esteve no primeiro filme da série "A Hora do Pesadelo", de 1984?
Antes de se tornar um dos principais nomes de Hollywood, o ator participou ainda do seriado "21 Jump Street" (exibido no Brasil como "Anjos da Lei") - no qual intepretava um policial que, por ter cara de adolescente, trabalhava infiltrado em escolas.
Foi a partir de "Edward Mãos-de-Tesoura", em 1990, que Depp passou a figurar entre os principais atores do cinema norte-americano.
Também com esse filme, um conto de fadas contemporâneo que atraiu a atenção da crítica, Depp iniciou uma prolífica parceria com o cineasta Tim Burton, com quem o ator trabalhou em outros sete filmes, como "A Fantástica Fábrica de Chocolate" e "Alice no País das Maravilhas".
Assista abaixo a Johnny Depp em dez papéis que marcaram sua carreira.

SERÁ????-Falta química entre o casal pirata Penélope Cruz e Johnny Depp

O tão aguardado casal formado por Penélope Cruz e Johnny Depp em Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas não convence e deixa ainda um gosto azedo. Apesar da vontade dos dois atores, a falta de química é mais que evidente nesta quarta sequência quando mais que faltar, sobram elementos.
Piratas, batalhas, navios e tesouros. Até aí nada de novo em Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas que chega no quarto filme de uma saga com bilheteira milionária e, que por sua vez, explora ao máximo a receita de sucesso.
Para justificar a continuação, com a saída de Keira Knightley e Orlando Bloom, a saga traz Penélope Cruz, Ian McShane, Sam Claflin e Astrid Berges-Frisbey.
Desta vez, o típico baú do tesouro recheado por joias foi substituído pela fonte da eterna juventude e surgiram deslumbrantes sereias, que oferecem o principal espetáculo visual de um filme bem produzido, apesar de rumores apontarem custos consideravelmente menores comparados com o antecessor (Piratas do Caribe: No Fim do Mundo, que contou com um orçamento de US$ 300 milhões).
Mas apesar das brilhantes batalhas – se percebe o toque de Rob Marshall, responsável de títulos como Nine e Chicago – seu maior erro foi o que deveria ser seu ponto forte: o casal protagonista.
Penélope Cruz está bem em seu papel de pirata Angélica com histórias passadas com o mais temeroso que temível Jack Sparrow. E Johnny Depp continua na sua linha entre brincalhão e irônico em sua interpretação do pirata mais ‘bilheteiro’ do cinema.
Mas a dupla não funciona como casal e isso é algo difícil de se lidar em um filme.
Em todo caso, enquanto a bilheteria continuar respondendo ao seu histórico (os três primeiros filmes arrecadaram mais de US$ 2,6 bilhões no mundo todo), a sobrevivência da saga está mais que garantida
Fonte: Contigo

Johnny Depp afirma ficar tímido na frente de Keith Richards


oto: ReproduçãoJohnny DeppJohnny Depp
Keith Richards fez o papel de pai do Capitão Jack Sparrow,personagem de Johnny Depp, no filme Piratas do Caribe: Navegando em Águas Estranhas e, inevitavelmente, os astros ficaram mais próximos. Apesar disso, Johnny afirmou a uma agência de notícias internacionais que não se sente confortável em tocar violão na frente de Richards.

Segundo a publicação, Depp revelou:

- Demorou mais ou menos onze anos para eu poder pegar um violão na frente do Keith. Isso porque era só para levantá-lo para mudar de lugar. Existem coisas que você simplesmente não consegue fazer.

As coisas ficam ainda mais difíceis para Johnny porque alguns aspectos do personagem Jack Sparrow foram baseados em Keith Richards, o que fez com que o ator ficasse preocupado com o que o Rolling Stone iria pensar.

- Os principais ingredientes do personagem surgiram de uma mistura entre o Keith Richards e o Pepe Le Pew. Eu fiquei um pouco preocupado com o que Keith iria pensar porque eu passava boa parte do tempo das filamgens com ele e eu estava limpando o que poderia realmente usar no personagem.

Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas estreou nesta sexta-feira, dia 20, nas salas de cinema brasileiras.

AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

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