sábado, 28 de janeiro de 2017

Filha de Johnny Depp, Lily-Rose faz sucesso nas telas e diz que entrou no cinema por 'pura farra'

Jovem acaba de ser indicada ao César, o Oscar francês, na categoria revelação feminina



ENEZA - Nascida na França e criada em casas e escolas em Paris e Los Angeles, Lily-Rose Depp tem sabido tirar proveito da dupla nacionalidade e do círculo de amizades dos pais famosos, o ator americano Johnny Depp e a cantora, compositora e atriz francesa Vanessa Paradis. Aos 17 anos, a jovem modelo e atriz, que entrou para o cinema “por pura farra”, há pouco mais de um ano, e que fechou o desfile de alta-costura da maison Chanel ao lado do estilista Karl Lagerfeld, na última terça-feira, fala com propriedade de adulta das virtudes e defeitos de viver e trabalhar entre duas culturas.
— Los Angeles e Paris são cidades bem diferentes, que te oferecem experiências de vida distintas e excitantes. Mas ambas podem ser sufocantes, cada uma a seu jeito, depois de algum tempo. Tenho a sorte de poder escapar de uma para outra sempre que necessário — comentou Lily-Rose durante o Festival de Veneza, onde foi promover “Planetarium”, seu mais recente trabalho como atriz, e pelo qual acaba de ser indicada ao prêmio César, o Oscar francês, na categoria revelação feminina. — De qualquer forma, sou conectada com os dois lados da minha nacionalidade: em Los Angeles, me sinto uma americana; em Paris, sou uma francesa.
Além da semelhança física com a mãe, Lily-Rose compartilha com ela o gosto pela moda. A adolescente guarda com carinho as fotos de bebê em que usa os escarpins Chanel de Vanessa, que virou garota-propaganda da grife em 1991. Desde muito cedo, portanto, virou protegée de Karl Lagerfeld, que há tempos a preparava para colocá-la na casa — o primeiro passo se deu em 2015, quando Lily passou a promover a linha de óculos da marca. Apesar de frequentar os sets dos filmes do pai desde criança, ela só foi mordida pelo bicho da atuação depois de fazer uma pequena ponta em “Tusk” (2014), dirigido por Kevin Smith (“Procura-se Amy”), ainda inédito no Brasil.
ISADORA DUNCAN
Lily-Rose Depp e Natalie Portman - Divulgação
— Só participei daquele filme por causa da minha amiga Harley (Quinn Smith), que é filha do Kevin, que é amigo do papai. Antes, nunca havia passado pela minha cabeça que poderia ser atriz. Quando acompanhava alguma filmagem, eu ficava mais interessada nos bastidores, curiosa em saber como as coisas eram feitas. O que começou como uma brincadeira acabou virando uma paixão — explicou Lily-Rose, que prefere construir seu caminho sem recorrer aos conselhos dos pais, divorciados desde 2012. — Não quero ser um fardo para eles. Ao mesmo tempo, eles evitam dar palpites. Ficam felizes apenas em dizer “dê o melhor de si”.
Muita coisa aconteceu com Lily-Rose desde aquela brincadeira no set de “Tusk”. Se antes dividia os holofotes com os pais, agora é uma celebridade solo, com direito a milhões de seguidores no Instagram. Não demorou muito para aparecerem novos convites para filmes: em “La danseuse”, da francesa Stéphanie Di Giusto, sobre a dançarina Loie Fuller, também inédito por aqui, ela interpreta o ícone da dança Isadora Duncan (1878-1927); já em “Planetarium”, da polonesa Rebecca Zlotowski, ela encarna uma jovem com poderes mediúnicos, usada como atração teatral pela irmã mais velha, uma ilusionista, na Paris do início do século XIV.
No filme de Rebecca, que estreia no Brasil em março, ela divide a cena com Natalie Portman, ganhadora do Oscar por seu desempenho em “Cisne negro” (2010). Foi a atriz americana de 35 anos, a primeira a entrar para o projeto, que sugeriu o nome de Lily-Rose para o papel. Ela enxergou semelhanças físicas com a jovem aspirante a atriz, o que seria de grande ajuda na caracterização das duas como Laura e Kate Barlow, as duas irmãs que tentam ganhar a vida no mundo do entretenimento europeu e acabam trabalhando para um produtor de cinema visionário.
— A verdade é que Lily-Rose acabou se revelando dona de um talento genuíno, uma profissional dedicada — elogiou Natalie em Veneza.
— O que gosto na Kate, a minha personagem, é a sua ingenuidade meio infantil. Mas, ao mesmo tempo, ela também sabe reconhecer as malícias do mundo dos adultos — resumiu Lily-Rose, que namora o também modelo Ash Stymest, de 25 anos, um relacionamento que tem dado tanto pano para manga quanto sua carreira nas passarelas ou nas telas. — Sei o que é estar eternamente sob o escrutínio popular, mas estou determinada a investir no meu trabalho como atriz. Cada filme é uma experiência nova, um aprendizado nessa direção. (C.H.A)
TRÉS CHANEL
Ser uma mocinha de 17 anos com uma indicação ao César no currículo não deve ser pouca coisa, ainda mais nesses dias em que muitas delas sonham mesmo é com uma plataforma virtual para chamar de sua. Mas Lily-Rose Depp foi além, conquistando um espaço bem real no círculo de mulheres mais invejado do mundo da moda: ela é uma das darlings de Karl Lagerfeld, o diretor-criativo da Chanel que vira e mexe alavanca meninas ao status de celebridade cool.
Lily-Rose Depp e Karl Lagerfeld na alta-costura verão 2017 da Chanel - Francois Mori / AP

Mas a relação de Lily-Rose Depp com a maison é antiga. Sua mãe, a cantora e atriz francesa Vanessa Paradis, foi o rosto do perfume Coco durante anos (lembram dela no filme de Jean Paul Goude, trancada dentro de uma gaiola e se balançando num trapézio com o vidrinho da fragrância?), além de ter posado para campanhas da joalheira, das bolsas Cambon, Coco Cocoon e New Mademoiselle e do batom Rouge Coco. Hoje, Vanessa continua levando o famoso sorriso de dentes separados para a primeira fila dos desfiles da marca, mas é a filha quem está no backstage, a serviço da Chanel. Como a mãe, Lily-Rose já tem alguns trabalhos para a maison: fotografou a linha de eyewear, em 2015; entrou ao lado da amiga Lily Collins no cassino montado para o desfile de alta-costura do outono/inverno 2015-2016; abriu o show de pre-fall 2017. Ah, sim, atualmente ela é o rosto do Chanel N.5 L’Eau e, na última terça-feira, fechou o desfile couture da grife de braços dados com Lagerfeld.
Se ela se intimidou? Claro que sim. Estamos falando de Karl Lagerfeld e da Chanel — a persona e a instituição mais emblemáticas da moda. Mas Lily-Rose também reconhece no designer um gentleman.
“Muita gente pensa que é intimidador trabalhar com Karl porque ele é um ícone, uma presença. De certa maneira, ele é tudo isso. Mesmo que eu já o conheça há tantos anos. Mas ele é um dos homens mais gentis que já vi. É verdadeiramente inteligente e criativo. Quer trabalhar com você, quer saber o que cada um tem a contribuir. É mesmo uma parceria,” afirmou ela em entrevista à revista “InStyle”. A dupla tem funcionado bem: além de tê-la elevado à categoria de musa, Lagerfeld fotografou Lily-Rose para a edição francesa da revista “Elle” e aceitou ser clicado ao lado dela para a capa da “Vogue” Paris (OK, nesse caso, o fotógrafo era o designer e discreto-mor Hedi Slimane. Mesmo assim...).

Lily Rose-Depp faz parte de uma nova geração de modelos que podemos chamar de “as filhas de”, sem o risco de cair no pejorativo. Antes dela vieram Georgia May Jagger (cujos pais são o Rolling Stone Mick Jagger e a top Jerry Hall) e Amber Le Bon (filha da modelo Yasmin Le Bon e do vocalista do Duran Duran Simon Le Bon). Hoje, a moda anda de queixo caído por Kaia e Presley Gerber, filhos de Cindy Crawford; e Lily McMenamy, filha da top Kirsten McMenamy. Kate Moss e a filha Lila Grace posaram para a capa da “Vogue” Itália, em junho de 2016. Essa, se decidir ser modelo, já tem sucesso garantido.


via Ela


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Itália será locação de novo filme de Johnny Depp

Ator está no elenco do filme 'Assassinato no Expresso Oriente'



 AFP/Robyn BECK
O filme será mais uma adaptação cinematográfica da escritora britânica Agatha Christie (foto: AFP/Robyn BECK )
O ator norte-americano Johnny Depp estará no próximo mês de maio na região do Vale d'Aosta, no noroeste da Itália, para gravar cenas do seu novo filme, Murder on the Orient Express (Assassinato no Expresso Oriente), mais uma adaptação cinematográfica do clássico da escritora britânica Agatha Christie.

O longa é dirigido pelo cineasta Kenneth Branagh e interpretado também pelos atores Judi Dench, Michelle Pfeiffer, Willem Dafoe, Daisy Ridley, Michael Pena e Sir Derek Jacob.
 
Segundo a produtora do filme, River Road Entertainment, o set será montado no vale de Grande São Bernardo, perto com a fronteira com a Suíça, e haverá cenas com neve no local. As gravações do longa começaram em novembro do ano passado e até maio passarão por Londres, Malta e Suíça.

Mais cedo ainda neste mês, Johnny Depp passou uns dias na Itália, dessa vez na região da Lombardia. O ator estava na cidade de Limbiate, mais especificamente no antigo e abandonado hospital psiquiátrico Antonini, que era o maior do gênero no país.

O motivo era gravação da sua participação nas cenas finais do filme 7 Days, 7 Girls do cineasta italiano Luciano Silighini Garagnani, que será exibido no Festival Internacional de Cinema de Berlim, a Berlinale.

via uai

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Johnny Depp and Charlotte Gainsbourg Creep RadioHead Lyrics










via youtube

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Oscar 2017: 14 motivos para correr aos cinemas e assistir 'La La Land'

O filme mais aclamado do ano conseguiu a marca de 14 indicações os Oscar, incluindo Melhor Filme. O EGO te conta o que ele tem de especial.



La La Land (Foto: Divulgação/IMDB)

Se você ainda não assistiu a "La La Land", então não sabe o que está perdendo! Este aclamado musical conseguiu abocanhar 14 indicações ao Oscar 2017, incluindo melhor filme, melhor ator para Ryan Gosling e melhor atriz para Emma Stone.
Agora, a parte interessante: o último filme a atingir esta marca foi Titanic de 1997. Será que o filme que lançou Leonardo Di Caprio vai perder o posto de "melhor filme da história" para "La La Land"? Veja 14 curiosidades que fazem desse um filme tão especial.
1. O ENREDO
"La La Land" é um filme para sonhadores, certamente. Ele conta a história da jovem atriz Mia e do músico de jazz Sebastian. Juntos, eles seguirão rumo a seus objetivos. Não tem como não sair do cinema se sentindo inspirado.
2. É UM MUSICAL
Sim, nós sabemos, você não curte musicais. Mas vai curtir esse, prometo! "La La Land" traz a vibe da antiga Hollywood de volta, com figurinos impecáveis e números que fazem você querer dançar e cantar junto com os personagens. Não é à toa que duas músicas do filme estão sendo indicadas ao Oscar de Melhor Canção Original.
Emma Stone e Ryan Gosling (Foto: Divulgação/Dale Robinette/Paramount Pictures)Emma Stone e Ryan Gosling (Foto: Divulgação/
Dale Robinette/Paramount Pictures)
3. RYAN GOSLING E EMMA STONE
A química entre esses dois atores é tão forte que esta é a terceira vez que eles trabalham juntos. Eles interpretaram casais nos filmes "Caça aos Gângsteres", de 2013 e "Amor à Toda Prova", de 2011.
4. UM NOVO PIANISTA
Falando em Ryan Gosling, nós não podemos deixar de mencionar o trabalho musical do ator no filme. Ele precisou aprender piano para o papel de um jovem músico amante de jazz. Depois das aulas, ele foi capaz de tocar todas as músicas no piano, sem a ajuda de dublê.
5. RECORDES E MAIS RECORDES
"La La Land" foi indicado a sete prêmios Globo de Ouro em 2017, e pasmem, ele levou todos para casa, se tornando filme mais vitorioso da premiação. Além dessa proeza, o filme promete arrematar o Oscar de Melhor Filme, mas não vamos cantar vitória antes do tempo, não é?
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Ryan Gosling e Emma Stone (Foto: Divulgação/Dale Robinette/Paramount Pictures)Ryan Gosling e Emma Stone (Foto: Divulgação/Dale Robinette/Paramount Pictures)
6. A CIDADE DE LOS ANGELES
O 'LA' em "La La Land" é como os moradores de Los Angeles chamam carinhosamente a cidade. Diversos pontos turísticos do lugar foram usados como cenário para as cenas de amor e música entre Mia e Sebastian.
Damien Chazelle dirigindo Ryan Gosling (Foto: Divulgação/Dale Robinette/Paramount Pictures)Damien Chazelle dirigindo Ryan Gosling
(Foto: Divulgação/Dale Robinette/Paramount Pictures)
7. O DIRETOR DAMIEN CHAZELLE
Toda obra precisa de um mestre, certo? Damien Chazelle escreveu e dirigiu o longa, que tem um toque autobiográfico. Damien se inspirou nele mesmo para criar o personagem de Ryan Gosling e introduziu nele algumas de suas próprias angústias.
8. O FILME QUASE NÃO ACONTECEU
O estúdio cinematográfico que produziu La La Land exigiu algumas mudanças antes das gravações acontecerem. Eles queriam que o diretor cortasse a sequência inicial e a sequência final. Damien Chazelle não aceitou os pitacos dos produtores e se manteve fiel ao seu próprio roteiro. O estúdio, por final, acabou aceitando.
Emma Watson (Foto: Reprodução/Giphy)Emma Watson (Foto: Reprodução/Giphy)
9. O QUE EMMA WATSON TEM A VER COM O FILME?
Sim, Emma Watson estava escalada para viver a jovem Mia no filme, mas precisou largar o projeto por conta das gravações de 'A Bela e a Fera', e foi substituída por sua xará, Emma Stone. Outro ator cotado para o filme foi Miles Teller, de Whiplash, que acabou perdendo o papel para Ryan.
10. VIDA DE ATOR
O momento mais temido por qualquer aspirante a ator é, com certeza, o momento dos testes. E em "La La Land" isso não é diferente. Uma das cenas em que Emma Stone é interrompida no meio do teste foi inspirado em um teste feito por Ryan Gosling no início de sua carreira.
11. EMMA STONE: DIVA DOS MUSICAIS
Lembra que era a Emma (a Watson) que deveria ter feito o filme? Pois bem, depois que a atriz recusou o trabalho, o diretor Damien precisava desesperadamente de uma nova atriz. Durante um passeio com sua namorada, ele assistiu o musical Cabaret na Broadway e se apaixonou por Emma (a Stone). Logo depois, da espetáculo, ele ofereceu o personagem a ela.
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Emma Stone (Foto: Divulgação/Dale Robinette/Paramount Pictures)Emma Stone (Foto: Divulgação/Dale Robinette/Paramount Pictures)
12. AS QUATRO ESTAÇÕES
"La La Land - Cantando Estações" é o nome oficial do filme no Brasil. A história se passa durante um ano na vida dos personagens e como a primavera, o verão, o outono e o inverno influenciam em suas escolhas. Parece até música de Sandy e Junior.
13. ENTRE OS CLÁSSICOS
O longa já entrou para a lista de musicais clássicos, isso é fato. As gravações, inclusive, aconteceram nos mesmos estúdios onde foram gravados os célebres "Cantando na Chuva", de 1959, e "O Mágico de Oz", de 1939.
John Legend e Ryan Gosling (Foto: Divulgação/Dale Robinette/Paramount Pictures)John Legend e Ryan Gosling (Foto: Divulgação/
Dale Robinette/Paramount Pictures)
14. JOHN LEGEND
Ao contrário da maioria dois atores no filme, John é um músico que está se arriscando como ator. Pianista clássico, o astro disse ter ficado com "ciúmes" da facilidade com que Ryan Gosling aprendeu o instrumento.
BÔNUS: LA LA LAND É SIMPLESMENTE APAIXONANTE
"La La Land" merece todos os elogios que recebeu. Seja por qualquer um desses motivos ou pelo fato de ele ser leve e encantador, o longa proporciona momentos inspiradores na sala de cinema. Você não vai se arrepender.
* Sob supervisão de Edu Vallim
via Globo.com

Oscar 2017: 'La la land' tem 14 indicações e iguala recorde; veja a lista

Musical igualou o recorde histórico do prêmio da Academia de Hollywood, empatando com 'Titanic' e 'A malvada'. Cerimônia de entrega vai ser em 26 de fevereiro.



La La Land (Foto: Divulgação/IMDB)



 Com14 indicações em 13 categorias, "La la land: Cantando estações" igualou o recorde do Oscar. A marca é a mesma de "Titanic" (1997) e "A malvada" (1950). O musical disputa as estatuetas melhor filme, melhor diretor (Damien Chazelle), melhor ator (Ryan Gosling) e melhor atriz (Emma Stone), dentre outras (veja a lista completa abaixo).

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou os indicados às 24 categorias do prêmio na manhã desta terça-feira (24).
A 89ª edição da cerimônia acontecerá em 26 de fevereiro, em Los Angeles. O apresentador será Jimmmy Kimmel, escolhido após comandar o Emmy em 2012 e em 2016.

Logo atrás de "La la land", os maiores concorrentes ao Oscar 2017, com oito indicações cada, são o drama "Moonlight: Sob a luz do luar" e a ficção científica "A chegada". Já o "Manchester à beira-mar" foi lembrado em seis categorias.
Além desses quatro, disputam a estatueta de melhor filme, a principal da noite, a produção de guerra "Até o último homem", de Mel Gibson; pelo faroeste moderno "A qualquer custo"; e os dramas "Estrelas além do tempo", "Lion: Uma jornada para casa" e "Cercas".

Meryl Streep quebra o próprio recorde

Um dos destaques do anúncio desta terça foi Meryl Streep, que quebrou seu próprio recorde de categorias de atuação. Esta é a 20ª vez em que ela concorre. Agora, Meryl vai buscar a estatueta de melhor atriz por seu papel na comédia musical “Florence: Quem é Essa Mulher?". Meryl já levou o Oscar três vezes.
"La la land" apresenta a história da aspirante a atriz Mia (Emma Stone) e do músico de jazz Sebastian (Ryan Gosling), que lutam por oportunidades em Los Angeles.

Sem Brasil no Oscar 2017

Nesta edição, não há nenhum representante do Brasil entre os concorrentes. O curta de animação "Trabalho interno", dirigido pelo brasileiro Leonardo Matsuda, ficou de fora da lista.
E Sônia Braga, que era apontada como possível candidata a uma vaga como melhor atriz por "Aquarius", também não entrou entre as finalistas.
Veja os indicados ao Oscar 2017 e clique no nome do filme para ler a crítica:
Melhor filme
Ryan Gosling e Emma Stone em cena do musical 'La la land: Cantando estações' (Foto: Divulgação)Ryan Gosling e Emma Stone em cena do musical 'La la land: Cantando estações' (Foto: Divulgação)
Ryan Gosling e Emma Stone em cena do musical 'La la land: Cantando estações' (Foto: Divulgação)
"A chegada"
"Até o último homem"
"Estrelas além do tempo"
“Lion: Uma jornada para casa”
"Moonlight: Sob a luz do luar"
"Cercas"
"A qualquer custo"
"La la land: Cantando estações"
"Manchester à beira-mar"
Melhor diretor
Indicados ao Oscar de melhor diretor em 2017; a partir da esquerda: Denis Villeneuve ('A chegada'), Mel Gibson ('Até o último homem'), Damien Chazelle ('La la land'), Kenneh Lonergan ('Manchester à beira-mar')e Barry Jenkins ('Moonlight') (Foto: Reuters)Indicados ao Oscar de melhor diretor em 2017; a partir da esquerda: Denis Villeneuve ('A chegada'), Mel Gibson ('Até o último homem'), Damien Chazelle ('La la land'), Kenneh Lonergan ('Manchester à beira-mar')e Barry Jenkins ('Moonlight') (Foto: Reuters)
Indicados ao Oscar de melhor diretor em 2017; a partir da esquerda: Denis Villeneuve ('A chegada'), Mel Gibson ('Até o último homem'), Damien Chazelle ('La la land'), Kenneh Lonergan ('Manchester à beira-mar')e Barry Jenkins ('Moonlight') (Foto: Reuters)
Dennis Villeneuve ("A chegada")
Mel Gibson ("Até o último homem")
Damien Chazelle ("La la land: Cantando estações")
Kenneth Lonergan ("Manchester à beira-mar")
Barry Jenkins ("Moonlight: Sob a luz do luar")

Melhor ator
Indicados ao Oscar de melhor ator em 2017; a partir da esquerda: Casey Affleck ('Manchester à beira-mar'), Andrew Garfield ('Até o último homem'), Ryan Gosling ('La la land'), Viggo Mortensen ('Capitão Fantástico') e Denzel Washington ('Cercas') (Foto: Reuters)Indicados ao Oscar de melhor ator em 2017; a partir da esquerda: Casey Affleck ('Manchester à beira-mar'), Andrew Garfield ('Até o último homem'), Ryan Gosling ('La la land'), Viggo Mortensen ('Capitão Fantástico') e Denzel Washington ('Cercas') (Foto: Reuters)
Indicados ao Oscar de melhor ator em 2017; a partir da esquerda: Casey Affleck ('Manchester à beira-mar'), Andrew Garfield ('Até o último homem'), Ryan Gosling ('La la land'), Viggo Mortensen ('Capitão Fantástico') e Denzel Washington ('Cercas') (Foto: Reuters)
Casey Affleck (“Manchester a beira mar”)
Denzel Washington (“Cercas”)
Ryan Gosling (“La La Land – Cantando estações”)
Andrew Garfield (“Até o Último Homem”)
Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico") 

Melhor atriz
Indicadas ao Oscar de melhor atriz em 2017; a partir da esquerda: Isabelle Huppert ('Elle'), Ruth Negga ('Loving'), Natalie Portman ('Jackie'), Emma Stone ('La la land') e Meryl Streep ('Florence: Quem é essa mulher') (Foto: Reuters)Indicadas ao Oscar de melhor atriz em 2017; a partir da esquerda: Isabelle Huppert ('Elle'), Ruth Negga ('Loving'), Natalie Portman ('Jackie'), Emma Stone ('La la land') e Meryl Streep ('Florence: Quem é essa mulher') (Foto: Reuters)
Indicadas ao Oscar de melhor atriz em 2017; a partir da esquerda: Isabelle Huppert ('Elle'), Ruth Negga ('Loving'), Natalie Portman ('Jackie'), Emma Stone ('La la land') e Meryl Streep ('Florence: Quem é essa mulher') (Foto: Reuters)
Natalie Portman ("Jackie")
Emma Stone ("La La Land - Cantando estações")
Meryl Streep ("Florence: Quem é essa mulher?")
Ruth Negga (“Loving“)
Isabelle Huppert ("Elle")

Melhor ator coadjuvante
Mahershala Ali e Alex R. Hibbert em cena de 'Moonlight' (Foto: Divulgação)Mahershala Ali e Alex R. Hibbert em cena de 'Moonlight' (Foto: Divulgação)
Mahershala Ali e Alex R. Hibbert em cena de 'Moonlight' (Foto: Divulgação)
Mahershala Ali ("Moonlight: Sob a luz do luar")
Jeff Bridges ("A qualquer custo")
Lucas Hedges ("Manchester à beira-mar")
Dev Patel (“Lion: Uma jornada para casa”)
Michael Shannon ("Animais noturnos")
Melhor atriz coadjuvante
Denzel Washington e Viola Davis em cena de 'Fences' (Foto: Divulgação)Denzel Washington e Viola Davis em cena de 'Fences' (Foto: Divulgação)
Denzel Washington e Viola Davis em cena de 'Fences' (Foto: Divulgação)
Viola Davis ("Cercas")
Naomi Harris ("Moonlight: Sob a luz do luar")
Nicole Kidman (“Lion: Uma jornada para casa”)
Octavia Spencer ("Estrelas além do tempo")
Michelle Williams ("Manchester à beira-mar")
Melhor roteiro originalDamien Chazelle ("La la land: Cantando estações")
Kenneth Lonergan ("Manchester à beira-mar")
Taylor Sheridan ("A qualquer custo")
Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou ("O lagosta")
Mike Mills ("20th century woman")
Melhor roteiro adaptado
Barry Jenkins ("Moonlight: Sob a luz do luar") 
Luke Davies ("Lion: Uma jornada para casa")
August Wilson ("Cercas")
Allison Schroeder e Theodore Melfi ("Estrelas além do tempo")
Eric Heisserer ("A chegada")
Melhor fotografia
Amy Adams e Jeremy Renner em cena de 'A chegada' (Foto: Divulgação/Sony Pictures)Amy Adams e Jeremy Renner em cena de 'A chegada' (Foto: Divulgação/Sony Pictures)
Amy Adams e Jeremy Renner em cena de 'A chegada' (Foto: Divulgação/Sony Pictures)
Bradford Young ("A chegada")
Linus Sandgren ("La la land: Cantando estações")
James Laxton ("Moonlight: Sob a luz do luar")
Rodrigo Prieto ("Silêncio")
Greig Fraser ("Lion: Uma jornada para casa")

Melhor animação
Cena da animação 'Moana - Um mar de aventuras', da Disney (Foto: Divulgação/Disney)Cena da animação 'Moana - Um mar de aventuras', da Disney (Foto: Divulgação/Disney)
Cena da animação 'Moana - Um mar de aventuras', da Disney (Foto: Divulgação/Disney)
"Kubo e as cordas mágicas"
"Moana: Um mar de aventuras"
"Minha vida de abobrinha"
"A tartaruga vermelha"
"Zootopia"

Melhor filme em língua estrangeira
"Terra de minas" – Dinamarca
"Um homem chamado Ove" – Suécia
"O apartamento" – Irã
"Tanna" – Austrália
"Toni Erdmann" – Alemanha

Melhor documentário
"Fire at sea"
"Eu não sou seu negro"
"Life, animated"
"O.J. Made in America"
"A 13ª Emenda"

Melhor edição
Joe Walker ("A chegada")
John Gilbert ("Até o último homem")
Jake Roberts ("A qualquer custo")
Tom Cross ("La la land: Cantando estações")
Nate Sanders e Joi McMillan ("Moonlight: Sob a luz do luar")

Melhor design de produção
"A chegada"
"Animais fantásticos e onde habitam"
"Ave, Cesar!"
"La la land: Cantando estações"
"Passageiros"

Melhor cabelo a maquiagem
Eva Bahr e Love Larson ("Um homem chamado Ove")
Joel Harlow e Richard Alonzo ("Star Trek: Sem fronteiras")
Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson ("Esquadrão Suicida")
Melhor figurino
Joanna Johnston ("Allied")
Colleen Atwood ("Animais fantásticos e onde habitam")
Consolata Boyle ("Florence: Quem é essa mulher?")
Madeline Fontaine ("Jackie")
Mary Zophres ("La la land: Cantando estações")
Melhores efeitos visuais
Craig Hammack, Jason Snell, Jason Billington e Burt Dalton ("Deepwater horizon")
Stephane Ceretti, Richard Bluff, Vincent Cirelli e Paul Corbould ("Doutor Estranho")
Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones and Dan Lemmon ("Mogli: O menino lobo")
Steve Emerson, Oliver Jones, Brian McLean e Brad Schiff ("Kubo e as cordas mágicas")
John Knoll, Mohen Leo, Hal Hickel e Neil Corbould ("Rogue One: Uma história Star Wars")
Melhor canção original
"Audition (The fools who dream)" ("La la land: Cantando estações"); música de Justin Hurwitz e letra de Benj Pasek e Justin Paul
"Can't stop the feeling" ("Trolls"); música e letra de Justin Timberlake, Max Martin e Karl Johan Schuster
"City of stars" ("La la land: Cantando estações"); música de Justin Hurwitz e letra de Benj Pasek e Justin Paul
"The empty chair" ("Jim: The James Foley Story"); música e letra de J. Ralph e Sting
"How far I'll go" ("Moana: Um mar de aventuras"); música e letra Lin-Manuel Miranda

Melhor trilha sonora
Micha Levi ("Jackie")
Justin Hurwitz ("La la land: Cantando estações")
Nicholas Britell ("Moonlight: Sob a luz do luar")
Thomas Newman ("Passageiros")

Melhor edição de som
Sylvain Bellemare ("A chegada")
Renée Tondelli ("Deepwater horizon")
Robert Mackenzie e Andy Wright ("Até o último homem")
Ai-Ling Lee and Mildred Iatrou Morgan ("La la land: Cantando estações")
Alan Robert Murray e Bub Asman ("Sully: O herói do rio Hudson")
Melhor mixagem de som
Bernard Gariépy Strobl e Claude La Haye ("A chegada")
Kevin O'Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace ("Até o último homem")
Andy Nelson, Ai-Ling Lee and Steve A. Morrow ("La la land: Cantando estações")
David Parker, Christopher Scarabosio e Stuart Wilson ("Rogue One: Uma história Star Wars")
Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Mac Ruth ("13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi")

Melhor curta-metragem
"Ennemis Intérieurs"
"La femme et le TGV"
"Silent night"
"Sing"
"Timecode"
Melhor curta-metragem de animação
"Blind Vaysha"
"Borrowed time"
"Pear Cider and Cigarettes"
"Pearl"
"Piper"
Melhor documentário em curta-metragem
"Extremis"
"41 miles"
"Joe's violin"
"Watani: My homeland"
"The white helmets"


via Globo.com

AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

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HUMOR DA NAHH

The current mood of nahh at nahh