quinta-feira, 18 de março de 2010

Angelina Jolie e Johnny Depp atraem multidão em dia de filmagem

Atores rodaram cenas do longa "Turistas" em um dos canais de Veneza
QUEM Online
Brain Pix
Milhares de fãs acompanharam de perto as filmagens do longa "Turistas", em Veneza, na Itália
Angelina Jolie e Johnny Depp têm tirado o sossego dos moradores de Veneza, desde o início das filmagens do longa "Turistas". Nesta quarta-feira (17), os atores reuniram milhares de fãs, curiosos e fotógrafos nas margens de um dos canais da cidade italiana, onde a produção está sendo rodada.
A bordo de um barco, a dupla acenou para a multidão no intervalo das filmagens. Mesmo com a segurança reforçada, a produção não conseguiu evitar que as pessoas se aglomerassem com máquinas fotográficas e telefones celulares em uma das locações do filme. Angelina Jolie o marido, Brad Pitt, e os seis filhos, ficarão morando em Veneza pelos próximos três meses, em função do longa-metragem
Mais notícias, fotos e perfil de Angelina Jolie
Brain Pix/Reprodução
Angelina Jolie e Johnny Depp rodam cenas da produção em um barco

galera assistam o filme A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça aqui no blog muito show

๋• A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça
(Sleepy Hollow, 1999)
Legendado PT BR

Direção: Tim Burton
Roteiro: Washington Irving, Kevin Yagher
Gênero: Terror
Origem: Estados Unidos
Duração: 105 minutos
Tipo: Longa

Sinopse:
Em 1799, Ichabod Crane (Johnny Depp), um detetive que só acredita em seus métodos científicos e na razão, é chamado ao vilarejo de Sleepy Hollow para desvendar crimes de assassinato com decapitação. Ichabod conhece a lenda do cavaleiro sem cabeça, que volta do inferno para assombrar o vilarejo, mas mesmo assim, não acredita e tenta provar que o cavaleiro é apenas uma pessoa normal.

01 www.youtube.com/watch?v=fouMeNcc51I
02 www.youtube.com/watch?v=GTLxQDFMluM
03 www.youtube.com/watch?v=xuZBXPGlMwU
04 www.youtube.com/watch?v=nHFHHovg7L4
05 www.youtube.com/watch?v=iq7Grbb7mA0
06 www.youtube.com/watch?v=ir95OYn7DD0
07 www.youtube.com/watch?v=CIRR6TVSJU4
08 www.youtube.com/watch?v=czdwxU5fZaA
09 www.youtube.com/watch?v=3s38hpVzgw8
10 www.youtube.com/watch?v=biF4IIpVTRA
11 www.youtube.com/watch?v=unMx13ZLvTo

Marcos Losekann fala sobre 'Alice' e QUIZ

O correspondente da TV Globo em Londres, Marcos Losekann, conversou com o site do Fantástico sobre a entrevista que ele fez com o ator Johnny Depp e o diretor Tim Burton, que selam mais uma parceria com o filme “Alice no País das Maravilhas”, uma adaptação do clássico de Lewis Carrow. O filme só estreia no Brasil em abril, mas Losekann deu uma prévia do que o público vai ver nos cinemas. “Acho que os monstros são um tanto assustadores demais. Eu não sei se continua sendo um ‘ingênuo’ filme para criancinhas”, conta.

Fantástico: Você viu o filme? Gostou? Versão 3D ou tradicional?
Marcos Losekann
: Assisti ao filme na versão em 3D. Foi uma sessão exclusiva para jornalistas na véspera das entrevistas com o ator Johnny Depp e com o diretor Tim Burton, juntamente com as três principais atrizes: Mia Wasikowska (Alice), Helena Bonham Carter (Rainha má, Vermelha) e Anne Hathaway (Rainha boa, Branca). Gostei muito dos efeitos, do visual em si, tanto por serem muito criativos, quanto pelo resultado do efeito 3D, que incrementa muito o filme. Achei que a história ficou mais, digamos, adulta, ou seja, interessa mais a adultos. Com isso, certamente, o filme vai agradar espectadores de todas as idades. E não é pra menos, pois essa é uma espécie de “Alice do Futuro”, ou seja, ela volta, já adulta (com 19 anos) ao País das Maravilhas para, novamente, ser a heroína dos personagens que habitam aquele lugar. Ficou bem interessante. Só acho que os monstros são um tanto assustadores demais. Eu não sei se continua sendo um “ingênuo” filme para criancinhas. Aqui na Inglaterra a classificação é livre, mas tenho minhas dúvidas se levaria minha filha de 3 anos pra ver essa versão de Alice. Acho que alguns efeitos poderiam assustá-la.

Como foi a entrevista com Depp e Burton?
Foi minha primeira entrevista com Burton, mas a segunda com Depp (em 2007 eu o entrevistei por conta do lançamento de “Piratas do Caribe 3”). Burton é um maluco, falando muito, tomando conta da entrevista e falando coisas engraçadas, brincando o tempo todo. É um gênio, não só no trabalho que faz, mas nas entrevistas que dá. E é uma simpatia. Já o Johnny Depp, talvez porque eu já o conhecia, vi como alguém, de certa forma, “próximo”. Fui logo chegando e dizendo “E aí, como vai?”, e ele respondendo com entusiasmo, pois lembrou, de fato, de mim na hora. Eu tinha comigo a foto que tiramos em 2007 e, no fim da entrevista, mostrei a ele, que fez questão de autografá-la. Depp escreveu: “Thanks again” (obrigado novamente). Um cara fora de série, que nem parece ser famoso como é.

Qual foi sua impressão deles?
Sai muito bem impressionado com os dois, especialmente com o Tim Burton que eu ainda não conhecia. O diretor de “Alice no País das Maravilhas” está fechando o sétimo filme com Johnny Depp, portanto é uma parceria de longa data que começou já com um sucesso, o “Edward Mãos de Tesoura”. Eles interagem muito bem, como diretor e ator e como amigos que são e mostram essa química na entrevista. Duas grandes figuras, apaixonantes.

O que mais impressionou você no filme?
A atuação do Johnny Depp é o que mais me impressionou, pois ele consegue fazer aquilo tão bem (ele interpreta o Chapeleiro Maluco) que você nem lembra mais que aquele sujeito caricato é o ator Johnny Depp. E, falando em caricatura, o grande lance é que o Johnny Depp representa um personagem que originalmente é caricato sem que ele, Depp, seja caricato. É uma atuação impressionante. Quem vê o Depp em filmes “normais” e quem o vê em filmes como o “Piratas” ou o “Edward”, sabe do que to falando. Johnny Depp consegue ser único em cada atuação. Agora, nesse filme eu confesso que achava que encontraria no Chapeleiro Maluco alguma coisa ou do capitão Jack Sparrow ou do Edward, e para minha surpresa (e da platéia como um todo), lá estava um Chapeleiro Maluco autêntico, interpretado por um “outro” Johnny Depp. Isso é impressionante.

O que o público pode esperar de “Alice”, na sua opinião?
Um filme com um tema infantil, já conhecido e, de certa forma, batido, porém renovado por um roteiro adulto, fruto da mente genial do Tim Burton. Além, é claro, de ser uma história que, embora previsível, apresenta imensas surpresas. Eu não tenho dúvida de que será um sucesso. Quem assistir me dará razão.

Clique aqui e responda a um Quiz sobre o filme no final da página.

7 coisas pra prestar atenção na “Alice” de Tim Burton

Pra cada geração, uma nova Alice. A dos anos 2010 tem a assinatura de Tim Burton! “Alice no País das Maravilhas” estreou dia 5/03 nos EUA e no 1º final de semana já arrecadou mais de U$ 116 milhões pros cofres da Disney. O Blog LP lista alguns motivos pra assistir a um dos filmes mais aguardados do ano, que tem estreia prevista pra 23/04 no Brasil.
. Liberte-se da chapinha! A Alice de Burton não é mais uma menininha. Ela cresceu, tem 19 anos e uma alma independente pra uma Londres vitoriana – por isso, nada de cabelos lisos, olhos azuis, avental por cima do vestido, meias brancas ou sapato boneca. A personagem de Mia Wasikowska tem cabelos ondulados, olheiras sob olhos castanhos e botas brancas com detalhes em preto – que são um charme! Tipo neo grunge!
Reproduçãoalice-vestido-grandeAlice: a educação vitoriana deixaria ela sair por aí assim?
. Vencedora de 2 estatuetas do Oscar (”Chicago” e “Memórias de uma Gueixa”) e colaboradora de longa data de Burton, Colleen Atwood ficou a cargo dos figurinos de Alice. Como a personagem principal diminui e aumenta de tamanho o tempo todo, ela teve de construir uma série de vestidos de cartela azul pálido – e até mesmo uma armadura! Pra Rainha Vermelha, repare: ela pensou em detalhes fofos, como os corações na sola dos pés da malvada.
. Helena Bonham Carter rouba a cena. Pra viver a Rainha Vermelha, a atriz passou todas as manhãs por uma sessão de 3 horas de maquiagem com direito a muito pó branco, quilos de sombra azul, cílios postiços, sobrancelhas finas e boca em coração: uma perfeita drag queen. Pra completar, Helena teve sua cabeça aumentada digitalmente pra ganhar o formato de coração!
Reproduçãoalice-rainha-vermelhaRainha Vermelha: toda trabalhada no coração
. Em filme de Tim Burton, Johnny Depp não pode faltar! Muito tempo antes do início das filmagens, o ator fez uma série de pinturas pra construir o Chapeleiro Maluco que levou às telas. Com direito a ter seus olhos aumentados em até 15% digitalmente, dentinhos separados à la Madonna, cabelos e vastas sobrancelhas ruivíssimas… Mas o destaque mesmo são os chapéus que ele produz pra Rainha Vermelha e aparecem rapidamente em uma das cenas! Sim, o Chapeleiro realmente faz chapéus!
. Anne Hathaway está quase irreconhecível como a caricata Rainha Branca, não fosse suas sobrancelhas escuras. A atriz se inspirou em Greta Garbo, Blondie, Dan Flavin e Norma Desmond pra viver uma rainha “punk rock vegan pacifista”, segundo a própria. E com os cabelos branquérrimos.
Reproduçãoalice-rainha-brancaRainha Branca bem doidinha de Anne Hathaway
. A trilha sonora tem música exclusiva dos escoceses do Franz Ferdinand. E ainda conta com Robert Smith, Wolfmother e Avril Lavigne.
. Pouca gente sabe, mas Alice é o 2º filme em 3D de Tim Burton. O primeiro foi “O Estranho Mundo de Jack“, que não ganhou nenhuma exibição no formato no Brasil. E nada mais daqueles óculos com uma lente vermelha e uma azul: agora os óculos 3D mais parecem o Rayban Wayfarer! Trendy, né?
Reproduçãoalice-oculos-3dOs óculos 3D: modernos!

Chico Xavier e a alma do Brasil Oito anos depois de sua morte, o mito do médium mineiro está vivo, forte e será renovado por uma onda de filmes que celebram o centenário de seu nascimento. O que explica essa popularidade?

Martha Mendonça, de Pedro Leopoldo e Uberaba. Com Leopoldo Mateus, Mauricio Meireles
Ique Esteves
PSICOGRAFIA
O ator Nelson Xavier como Chico, em cena do filme que será lançado no mês que vem. O espiritismo ganha as telas
Como se explica que um homem pobre, doente e semi-instruído, nascido mulato no início do século passado, em um rincão distante de Minas Gerais, viesse a se tornar, ao longo de seus 92 anos de vida, e sobretudo depois dela, uma espécie de mito brasileiro – um nome capaz de emocionar, motivar e organizar as pessoas em torno de uma fé e do trabalho filantrópico que ela inspira? O que havia na personalidade e nas ideias daquele homem careca, estrábico, sempre de peruca e óculos escuros, que se expressava com a fala pausada e amanteigada dos mineiros, capaz de sobreviver a sua morte em 2002 e transformá-lo em objeto de culto, de estudo e de interesse crescente dos meios de comunicação? Por que o celibatário ao mesmo tempo doce e obstinado, que se dizia capaz de conversar com os mortos e foi perseguido e ridicularizado por isso, conseguiu expressar tão bem a alma brasileira a ponto de tornar-se, ele mesmo, um ícone popular e uma figura respeitada mesmo entre aqueles que não compartilham de suas polêmicas convicções?
As respostas a essas perguntas, se elas existirem, talvez surjam no decorrer deste ano, quando se celebra, com uma onda de filmes, o centenário de nascimento de Chico Xavier, o médium mais conhecido do mundo e uma das personalidades mais queridas dos brasileiros.
No dia 2 de abril, data de seu nascimento em 1910, estreará Chico Xavier – O filme. Baseado no best-seller de Marcel Souto Maior, As vidas de Chico Xavier, e dirigido pelo blockbuster Daniel Filho, o longa-metragem vai ocupar 300 salas, promete lotar os cinemas e apresentar ao grande público (sobretudo aos jovens)uma história que, se fosse roteiro de ficção, seria classificada de inverossímil. Ou, no mínimo, exagerada. Garoto pobre do interior perde a mãe aos 5 anos, é maltratado na infância e começa a ver espíritos; escreve livros que seriam ditados por grandes nomes da literatura já mortos e ganha projeção nacional ao psicografar mensagens de pessoas que já morreram para parentes inconsoláveis. Lança mais de 400 obras literárias, que vendem 50 milhões de exemplares – mas doa tudo para a caridade. Sem boa saúde, trabalha sem parar e vive de seu salário do Ministério da Agricultura até morrer. Sem ser católico, vira quase um santo.
Felipe Varanda
LADO HUMANO
Célida Diniz, de Pedro Leopoldo, com cartas de Chico Xavier. Em busca do homem escondido atrás da lenda
O filme que conta sua vida – e tem Ângelo Antônio e Nelson Xavier vivendo o médium em duas fases – não será o único a estrear neste ano. Pelo menos outras quatro produções ligadas ao espiritismo – e ao médium – devem abocanhar boa bilheteria, inaugurando uma onda espírita no cinema nacional e popularizando ainda mais sua figura. Pode-se dizer que o trailer desta grande tendência foi Bezerra de Menezes – O diário de um espírito. No fim de 2008, o filme, com roteiro ruim e arrastado, levou aos cinemas mais de 300 mil espectadores ao mostrar a trajetória do chamado Médico dos Pobres, outro ícone da religião de Chico Xavier. A explicação: a força do espiritismo no país, que teria, de acordo com a Federação Espírita Brasileira (FEB), cerca de 20 milhões de adeptos. Agora, novos filmes de alguma forma ligados ao médium estão para ser lançados (leia o quadro na próxima página). Um deles tem potencial especial para o sucesso: Nosso lar, de Wagner de Assis, baseado no livro mais vendido de Chico, promete efeitos especiais feitos no Canadá, reproduzindo o cenário da vida no além, foco dessa obra que relata o lugar para onde iriam os espíritos depois da morte.
Chico Xavier sempre foi um campeão de audiência. Em 1971, ele participou do programa Pinga-fogo, numa entrevista que deixou 75% dos televisores brasileiros ligados na TV Tupi. No Natal daquele mesmo ano, uma nova participação do médium foi veiculada por um pool nacional de quatro emissoras. Chico ganhou uma projeção que o mineirinho de Pedro Leopoldo, filho de mãe lavadeira e pai vendedor de bilhetes de loteria, ambos analfabetos, jamais conseguiria imaginar. Em 2000, foi eleito O Mineiro do Século, numa promoção da TV Globo local. Em 15 dias, 2,5 milhões de pessoas escolheram seu nome, por meio da internet e do telefone. Em 2006, ÉPOCA fez uma pesquisa entre os leitores sobre quem seria O Maior Brasileiro da História. Para votar, por meio do site, havia opções como Ruy Barbosa, Getúlio Vargas, Pelé e Ayrton Senna – além da opção Outros. Chico Xavier ficou em primeiro, com 36% dos votos, quase o dobro do segundo colocado, Senna. Todos os seus votos foram escritos na lacuna em branco – um resultado que mostra a admiração dos brasileiros por sua figura ao mesmo tempo paternal e misteriosa.
Cartas psicografadas por Chico Xavier ajudaram a absolver em julgamento
duas pessoas acusadas
de assassinato. O que isso revela sobre o país?
“Queremos pisar no chão em que ele pisou”, diz a dona de casa paulistana Alita Polachini, de 56 anos. Acompanhada do marido, o empresário Renato, ela passou três dias da semana passada em Pedro Leopoldo, de 60 mil habitantes, visitando a praça que leva seu nome, a fazenda onde ele trabalhou e conversando com gente que o conheceu. À noite, o casal assistiu à reunião pública do Centro Espírita Luiz Gonzaga, que ele fundou em 1927. Entoaram os cânticos ao médium, ouviram palestra que tratava, entre outras coisas, dos ensinamentos espíritas do filme Avatar – e choraram. “Tudo o que se refere ao Chico me faz chorar. Não sei explicar. As lágrimas só descem”, afirma Alita. A 500 quilômetros dali, em Uberaba, no Triângulo Mineiro, cidade que Chico adotou a partir de 1959, um ciclista solitário reverencia seu mausoléu. “Não sou espírita. Mas venho aqui sempre que quero um pouco de paz”, diz o professor de literatura Adaílton Oliveira, de 33 anos. Muita gente faz o mesmo. Deixam bilhetes presos no vidro de seu túmulo. Ligam para os centros das duas cidades pedindo ajuda, cura, dinheiro, amor. Ou apenas querem falar com alguém que o tenha conhecido.
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