domingo, 29 de novembro de 2009

MENINAS QUE INVEJA!! QUERIA TÀ NO LUGAR DELA,DORMIR COM DEPP TODO DIA ...AIIIIIIII

Vanessa Paradis, a mulher de Johnny Depp, está em capa de revista

Atriz e cantora está na edição de dezembro da 'Marie Claire' francesa
Do EGO, no Rio

Vanessa Paradis causa inveja em muitas mulheres. Não está ligando o nome à pessoa? Mais fácil pensar no marido: Ela é a mulher de Johnny Depp! Atriz e modelo, Vanessa está na capa da edição inglesa da "Marie Claire" de dezembro. Que tal?


Marie Claire/Reprodução

Vanessa Paradis na 'Marie Claire' francesa


Marie Claire/Reprodução






sábado, 28 de novembro de 2009

CANTINHO DO VINI

o VINI,é ums ds pessoas mais legais que conheci ,professsor de música,tem um talento impressionante..
Tem um bom gosto maravilhoso para músicas lindas e filmes melosos 
Lembra EM ALGUM LUGAR DO PASSADO?
pensei que vc não fosse gostar do filme.mas adorou e pela música do filme..
VINI,espero que vc goste dessa homenagem ..
Resolvi falar de um compositor que é seu ídolo :

 
LUDWIG VAN BEETHOVEN... o meninu naum é fraco naum  rsrs
 

 Beethoven


b e e t h o v e n   
(1770-1827) Ludwig van Beethoven nasceu em Bonn (Alemanha), em 16 de dezembro de 1770, descendente de uma família de remota origem holandesa, cujo sobrenome significava ‘horta de beterrabas’ e no qual a partícula van, não indicava nenhuma nobreza. Seu avô, também chamado Luís, foi maestro de capela do príncipe eleitor de Bonn. O pai de Beethoven, Johann, foi tenor nessa mesma capela. Pretendeu amestrá-lo como menino prodígio no piano, mas era um homem fraco, inculto e rude, que terminou consumido pelo alcoolismo. Beethoven teve infância infeliz.
Aos oito anos de idade apresentou um concerto para cravo. Em uma carta pública de 1780, Christian Gottlob Neefe afirmava que o seu discípulo, Beethoven, de dez anos, dominava todo o repertório de J.S.Bach e o apresentava como um segundo Mozart.
Beethoven fez os primeiros estudos em Bonn sob a orientação de Neefe (1781), tornando-se organista-assistente da capela eleitoral (1784). Iniciou sua carreira de compositor com alguns lieder, três sonatas para piano e uns quartetos para piano e cordas. Sua fama começou a transcender e o príncipe eleitor o enviou para Viena. Maximiliano, arquiduque da Áustria, subsidiou seus estudos.
Foi uma viagem pouco proveitosa, pois Beethoven teve de voltar em pouco tempo para assistir a morte da mãe. Mesmo assim, chegou a conhecer Mozart já doente, absorto pela composição de Don Giovanni. Em Bonn, Beethoven atravessou um período de grandes dificuldades financeiras.
Pouco tempo depois, Haydn leu algumas de suas obras e convidou a voltar para Viena para seguir ‘estudos vigiados’ com ele. Também tomou lições com Albrechtsberg e Salieri. Exibia-se como pianista virtuose nos salões aristocráticos. Apesar das suas maneiras rudes e do seu republicanismo ostensivo, sempre esteve Beethoven generosamente protegido pela alta sociedade vienense (o arquiduque Rodolfo, as famílias Brunswick e Lichnowsky, o conde Rasumovsky etc.). Melhorou de posição social e formação musical pela ajuda de mecenas, que em 1792 lhe possibilitaram a mudança definitiva para Viena.
Em 1795 Beethoven publicou o sua primeira obra, integrada pelos Trios para piano Op. 1 (3). Obras que, como as Sonatas para piano Op. 2, mostravam a personalidade (embora não ainda o gênio) de seu criador. Esse gênio começou a se revelar só anos depois, em seu Op. 7 e Op. 10.
Os últimos anos do século XVIII parece ter sido a época mais feliz da desditosa vida de Beethoven: o sucesso profissional, a proteção e lisonja dos poderosos, as amizades profundas, talvez o amor. Embora várias figuras femininas tenham cruzado a sua vida, provavelmente a única realmente importante tenha sido a ‘jovem amada’, Giulietta Guicciardi, cujos 17 anos e encanto fútil conquistaram Viena, e a quem o compositor dedicou a sua Sonata ao luar.
Também foi nessa época (1801) que se instalou em Beethoven uma crescente surdez, que em pouco tempo se tornaria irreversível. Desesperado, Beethoven redigiu em Heiligenstadt, então subúrbio de Viena, seu testamento, decidido a suicidar-se. A crise foi, porém, superada e, sendo parcial sua surdez, o compositor ainda pôde continuar a sua carreira. Como ele mesmo descreveu, ‘foi a arte, e só a arte, que me salvou’. Beethoven utilizava uma corneta para atenuar sua surdez, antes de ter de usar os cadernos de anotações.
Foi o tempo de sua única ópera, Fidélio, exaltação do amor conjugal, das grandes Sonatas para piano - Patéticae Apaixonado, dos monumentais concertos, dos quartetos para cordas do período médio; o tempo, principalmente, das obras que lhe deram maior popularidade, suas revolucionárias sinfonias e, em especial, a Sinfonia n.º 5. Os membros da aristocracia austríaca, lhe concederam em 1809, uma pensão vitalícia. Sua carreira pública chegou ao ponto culminante em 1814, por ocasião do Congresso de Viena.
Depois desses sucessos, a surdez começou a piorar, isolando o mestre quase totalmente do mundo. A carência afetiva o levou a se trancar cada vez mais dentro de si mesmo. Seus últimos anos também se viram amargurados pela saúde precária, dificuldades financeiras e, principalmente, pelos problemas com seu sobrinho Karl, os quais, indiretamente, foram a causa da sua morte: após uma discussão, Beethoven saiu de casa no meio de uma tempestade, contraindo uma pneumonia que pôs fim a seus dias em 26 de março de 1827. O cortejo fúnebre contou com uma impressionante multidão de 20.000 pessoas, coisa inusual em uma Viena que produzia gênios e depois, como com Mozart, dava-lhe as costas.
Beethoven impressionou os contemporâneos, além de sua arte, pelas manifestações rudes de sua independência pessoal. Em torno de sua forte personalidade formaram-se lendas, destinadas a salientar os sofrimentos e a grandeza do homem titânico, chegando a falsear a perspectiva biográfica. A famosa carta (sem data e sem endereço) à ‘amada imortal’ não tem maior importância para a interpretação da obra, porque na arte de Beethoven não é sensível o elemento erótico. Errada também é a opinião de ter o mestre sofrido pela incompreensão dos contemporâneos: teve, em vida, os maiores sucessos e foi admirado como nenhum outro compositor.
Também teve notável êxito material e, chegou a ditar preços aos seus editores. Mas, sobretudo, foram mal compreendidos os efeitos de sua doença. Até 1814, a surdez não foi total, permitindo a elaboração de numerosas obras-primas musicais; depois dessa data, foi a própria surdez que abriu ao compositor as portas de uma nova arte, toda abstrata. A grandeza de Beethoven não foi, prejudicada pela surdez, e sua vida não se resume numa luta heróica contra a doença.
As obras de Beethoven são intensamente romântica pela extremo subjetivismo, no qual tem lugar a tragicidade patética e o júbilo triunfal, o idílio e o humorismo burlesco, o idealismo eloqüente e a música profunda. Mas a forma dessas manifestações é a do Classicismo vienense de Haydn e Mozart; são cuidadosamente elaboradas e severamente disciplinadas. Essa obra romântica é, paradoxalmente, a mais clássica que existe.
Beethoven viu-se admirado até a idolatria pelos seus contemporâneos. Sua influência sobre toda a música do século XIX foi avassaladora. Também as obras difíceis, as últimas sonatas e os últimos quartetos foram, enfim, compreendidos, e a imensa popularidade de Beethoven chegou a estender-se à Sinfonia n.º 9. Mas no fim do século começaram a surgir as primeiras vozes cépticas.
Achou-se que Beethoven tinha escrito sinfonias, sonatas e quartetos os mais perfeitos, de modo que sua arte significava um fim, embora glorioso. Debussy ousou manifestar aversão à eloqüência do mestre. Na época moderna já não existem compositores beethovenianos. Sua influência parece terminada. Stravinsky encontrou palavras duras contra o subjetivismo e o emocionalismo do mestre, o que não o impediu de declarar a fuga para o Quarteto de cordas Op. 133 (1825), como a maior manifestação da música ocidental.
Diferente de muitos outros compositores, Beethoven não foi menino prodígio. Teve evolução lenta. À sua primeira obra escrita e publicada em Viena deu o nome de Trios Op. 1, fazendo entender, com razão, apenas interesse biográfico e histórico. Também é necessário descontar algumas obras escritas por encomenda e elaboradas sem inspiração, como a Sinfonia de batalha, que foi composta em 1813 e apresentada em Viena em 1816 com sucesso retumbante mas efêmero.
Resta a grandiosa evolução, dos Trios Op. 1 até o último Quarteto Op. 135 (1826), evolução que não tem igual na história da música. O musicólogo russo Wilhelm von Lenz, considerando 1802 e 1814 como datas decisivas na vida do mestre, formulou a tese de três fases da criação de Beethoven: mocidade, maturidade, últimas obras. Embora cronologicamente inexata (algumas obras não se enquadram bem no esquema) a tese de Lenz é até hoje geralmente aceita.
Primeira fase - A primeira fase, de 1792 até 1802, caracteriza-se pelo frescor juvenil, pelo brilho virtuosístico, pelo estilo galante do séc. XVIII, embora interrompida por tempestades pscológicas bem pré-românticas e acessos de melancolia. Galante, naquele sentido, é o famoso Septeto Op. 20 (1799-1800); despreocupadamente alegre é a sua Sonata para piano e violino em fá maior Op. 24 - Primavera (1801); bem mozartiano ainda é o Concerto para piano n.º 3 em dó menor (1800).
A melancolia manifesta-se na Sonata para piano n.º 3 em ré maior Op. 10 (1796-1798), nos Quartetos Op. 18 (6) (1798-1800) e na Sonata para piano e violino n.º 2 em dó menor Op. 30 (1802), mas sobretudo na célebre Sonata para piano n.º 2 em dó sustenido menor Op. 27, à qual a posteridade tem dado o apelido de Sonata ao luar. Obra capital do pré-romantismo beethoveniano é a Sonata para piano em dó menor Op. 13, à qual o próprio mestre deu o nome de Patética (1798). A evolução do mestre evidencia-se na diferença sensível entre a Sinfonia n.º 1 (1799) e a Sinfonia n.º 2 (1802).
Duas obras das mais conhecidas de Beethoven não se enquadram bem no esquema de Lenz. Em 1803, já em plena segunda fase, a famosa Sonata para piano e violino em lá maior Op. 47 - Kreutzer é o exemplo mais brilhante da primeira fase. Por outro lado, já em 1802, a Sonata para piano n. 2 em ré menor Op. 31 manifesta toda a tragicidade do gênio beethoveniano.
Segunda fase - A segunda fase, a da plena maturidade, abre em 1803 com a colossal Sinfonia n.º 3 em mi bemol maior - Eroica. Do mesmo estilo trágico são, em 1804, a sombria Sonata para piano em fá maior Op. 57 - Apaixonado, e o segundo ato da única ópera de Beethoven, Leonora (mais tarde rebatizada Fidélio). Mas ao mesmo tempo, em 1804, escreveu o mestre a triunfal Sonata para piano em dó maior Op. 53 - Aurora (ou Waldstein) e, depois de duas aberturas menos bem logradas para a ópera, a Leonora n.º 3 (1806), que conquistou a sala dos concertos, talvez a mais gloriosa de todas as aberturas. Do ano de 1806 também são o intensamente lírico Concerto para piano n.º 4 em sol maior Op. 58, o majestoso Concerto para violino em ré maior Op. 61, e os Quartetos Op. 59, em fá maior, mi menor e dó maior, dedicados ao conde Rasumovsky, os quartetos mais brilhantes que existem.
Depois as obras-primas seguem-se sem interrupção: a trágica Sinfonia n.º 5 em dó menor (1805-1807), a mais famosa de todas, e a não menos trágica abertura Coriolano (1807), a idílica Sinfonia n.º 6 em fá maior - Pastoral (1807-1808), a sombria Sonata para piano e violoncelo em lá maior Op. 69 (1808) e o Trio para piano em ré maior Op. 70 (1808), de profunda melancolia; em 1809, a Sonata para piano em mi bemol maior Op. 81 - Os adeuses. Em 1810, a música de cena (incluindo grandiosa abertura) para a peça de Egmont, de Goethe; em 1812, a Sinfonia n.º 7 em lá maior, a mais intensamente poética de todas, a humorística Sinfonia n.º 8 em fá maior (1812) e o justamente famoso Trio para piano em si bemol maior Op. 97 - Arquiduque; enfim, em 1812, a última Sonata para piano e violino em sol maior Op. 96, despedida poética da segunda fase.
Terceira fase - Depois das festas de 1814, Beethoven, agora completamente surdo, retira-se para a solidão, elaborando uma música totalmente diferente, abstrata, interiorizada. O pórtico da terceira fase é a gigantesca Sonata para piano em si bemol maior Op. 106 - Sonata para piano (1818). Seguem, 1820-1822, as três últimas sonatas para piano, em mi maior Op. 109, em lá bemol maior Op. 110 e em dó menor Op. 111. A última, Op. 111, seria - dir-se-ia - o sacrossanto testamento pianístico de Beethoven, se não tivesse escrito, em 1823, as 33 Variações sobre uma valsa de Diabelli Op. 120. Sobre um tema banal, a maior obra de variações da literatura musical.
Do mesmo ano de 1823 são a Sinfonia n.º 9, que o coral do último movimento, que assustou os contemporâneos e é hoje a obra mais popular do mestre, e a gloriosa Missa solene, obra de religiosidade livre de um grande individualista. Em 1824 inicia Beethoven o ciclo dos últimos quartetos: em mi bemol maior Op. 127, em lá menor Op. 132 (1825), em si bemol maior Op. 130 (1825), do qual foi separada a Fuga final Op. 133. Enfim, em 1826, o Quarteto em dó sustenido menor Op. 131, mais uma dessas obras gigantescas para o pequeno elenco de quatro instrumentos de cordas, e o comovente último Quarteto em fá maior Op. 135 (1826). São obras de inigualável profundeza artística e grandes documentos humanos.

Beethoven - Minha coleção
Essa você conhece! O midis abaixo correspondem às músicas mais conhecida de Beethoven. É só clicar e ouvir!










sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Donnie Brasco [Donnie Brasco] (1997)

Donnie Brasco [Donnie Brasco] (1997)























SINOPSE
O Governo Norte-Americano declarou guerra ao crime organizado.
Um homem já estava em território inimigo.
Do realizador Mike Newell, nomeado para Óscar de melhor filme com "Quatro Casamentos e um Funeral", chega-nos a última e verdadeira história da Máfia. Baseado nos relatos de Joseph Pistone, um ex-agente do FBI infiltrado durante sete anos na família mafiosa dos Bonano, esta é a transcrição da mais bem sucedida operação da combate do FBI. "Lefty" Ruggerio (Al Pacino), um dos maiores mafiosos americanos, tem como novo protegido um jovem de Miami chamado Donnie Brasco (Johnny Depp). A relação que existe entre ambos torna-os cúmplices inseparáveis, fazendo com que Lefty o torne membro activo e conhecedor do mundo criminoso da família Bonano. Durante os sete anos seguintes a vida de Donnie tem só um objectivo desmascarar o obscuro e sangrento mundo da mafia, nem que para tal tenha de sacrificar tudo. Um dos grandes êxitos em todo o mundo, "Donnie Brasco" traz-nos Al Pacino e Johnny Depp numa história verdadeira de amizade, lealdade e traição.

REALIZADOR
Mike Newell

INTÉRPRETES
Al Pacino, Johnny Depp, Michael Madsen, Bruno Kirby, James Russo, Anne Heche, Zeljko Ivanek, Gerry Becker, Robert Miano, Brian Tarantina, Rocco Sisto, Zach Grenier, Walt MacPherson, Ronnie Farer, Terry Serpico. 

Dados Do Arquivo
Tamanho: 1.24 GB
Qualidade: DVDRip
Legenda: Pt-Br





quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Dia de Ação de Graças

Quase todos os países do mundo comemoram um dia especial quando expressam sua alegria ou gratidão pela colheita. Uma das comemorações mais antigas é a dos judeus. Você pode ler, na Bíblia, sobre a Festa dos Tabernáculos (Levítico 23.39-41).
Esta festa é comemorada no final de setembro ou no início de outubro. Deus mandou os judeus fazerem esta festa para lembrarem tudo de bom que Deus tinha feito por eles.
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Nos Estados Unidos, o Dia de Ação de Graças é um grande feriado. É sempre comemorado na 4ª quinta-feira do mês de novembro. Foi comemorado pela primeira vez em 1621 quando um pequeno grupo de crentes (chamados puritanos) comemoraram sua sobrevivência.Eles tinham saído da Inglaterra porque lá era proibido cultuar a Deus livremente. Quando eles chegaram aos Estados Unidos em 1620, eles não tinham nada e quase morreram de fome e frio. Eram 102 pessoas. Morreram 56. Com a ajuda dos índios, os outros 56 conseguiram sobreviver durante o primeiro ano no novo país. Resolveram então dar graças a Deus através de uma festa que durou três dias.
Ao longo dos anos, isto se tornou uma tradição, e a data foi fixada em novembro pelo presidente dos Estados Unidos. A mesma tradição existe no Canadá, onde o dia é comemorado na 2ª segunda-feira de outubro.
Os evangélicos em outros países do mundo adotaram este dia em seu calendário, porque eles também querem ter um dia especial para agradecer todas as bênçãos de Deus.
Algumas igrejas, aqui no Brasil, fazem um culto de gratidão durante o mês de novembro.
Você tem alguma coisa para agradecer? Por que você e sua família não fazem um culto especial? Neste dia, cada pessoa pode falar um (ou mais) motivo de agradecimento. Leia, na Bíblia, Salmo 66.16 (”Vinde, e ouvi, todos os que temeis a Deus, e eu contarei o que ele tem feito por mim.”). Cante o hino “Conta as Bênçãos” e depois ore agradecendo todas essas bênçãos.
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Inimigos Públicos

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Johnny Depp foi muito simpático, respondeu perguntas com bom-humor e foi atacado por jornalistas desesperados por fotos. Saiba como foi minha entrevista com o Jack Sparrow do Chapéu Maluco!
Como muita gente, conheci Johnny Depp em Anjos da Lei. Isso entrega a idade, mas tudo bem. =D Desde então gostei do sujeito, aí ele fez Edward Mãos de Tesoura e pronto. Claro que alguns filmes não me agradaram tanto, e ele também precisou aprender um truque ou dois, e ficou um tempão na memória. No geral, Depp é muito bom ator. Discordo das acusações de que ele sofre da “sindrome do palhaço” – só consegue atuar quando totalmente transformado no aspecto visual -, mas boa parte do que ele faz tem esse elemento forte, então é quase uma assinatura de estilo. Bom, tudo isso para dizer que estava empolgadão para assistir a Inimigos Públicos e, claro, entrevistar Johnny Depp. O filme é fraco e tem poucas chances de Oscar, mesmo com a atuação boa do Depp. Não dá para carregar um filme desses nas costas, enfim [leia crítica].
Assisti ao filme na noite anterior à entrevista, e corri para o hotel Four Seasons – em Beverly Hills. Lá conversaria com Michael Mann [diretor], Christian Bale, Marion Coutilard e, claro, Johnny Depp. Ele fala pouco com a imprensa aqui nos Estados Unidos, mas resolveu dar as caras. Tudo aconteceu no formato coletiva de imprensa. Três grupos de jornalistas – cerca de 20 profissionais em cada – falariam com o elenco. Estava na segunda rodada de Depp. Apreensão no ar. Muita gente não o conhecia pessoalmente – eu incluso – e todo mundo precisava aproveitar a oportunidade.
Ele chegou de forma bem simpática, mas misteriosa. Usou uma portinha nos fundos da sala da coletiva, ao contrário do resto do elenco, que entrou pela porta da frente. Sorrindo e disposto a responder tudo que perguntássemos, Depp brincou bastante. Jornalista japonês começou a fazer a pergunta e fez algumas afirmações, no meio disso Depp solta um “sim”. E o cara devolve: “essa não é minha pergunta”, e ele logo emenda: “então essa não é minha resposta”. Todo mundo riu.
Consegui fazer três perguntas a ele e adorei as respostas. Todas, aliás, focadas em Alice no País das Maravilhas [tinha que escrever uma matéria de capa para a Sci-Fi News, sobre ele e o personagem, então o foco foi total]. Uma delas você pode ler aqui. Claro que ele falou sobre John Dillinger, sobre a possibilidade de fazer filmes franceses – já que mora lá, seria óbvio -, as mulheres francesas e sobre seu estilo de atuação.
Um detalhe muito curioso em Depp foi o seguinte: ele utiliza uma linguagem pouco comum, ou seja, usa palavras mais inteligentes e tem uma linha de raciocínio diferenciada. Por exemplo, ele disse isso “and the drawings were not dissimilar” [e os desenhos não eram díspares]. Qualquer ator teria dito algo mais direto como “e eles não eram diferentes”. Chamou atenção o fato de usar o termo “dissimilar” e de forma 100% correta. Só mais um, entre tantos diferenciais que Depp apresenta. Muito legal isso.
Acho que as fãs pirariam cada vez que ele tirava a franja da frente do olho. Um movimento bastante normal e regular dele, aliás.
A entrevista acabou, ele assinou alguns DVDs e pôsteres e aí começou algo estranho. Jornalistas às vezes tentam tirar fotos com os atores. Eu mesmo tenho várias delas, mas normalmente faço quando entrevisto individualmente, quando o entrevistado gostou muito das minhas perguntas e se dispõe a tal. No caso do Depp foi diferente. Um pelotão de jornalistas disparou pra cima dele. Gente abraçando, pedindo para tirar foto, empurrando. Muito estranho. Duas conseguiram. Fiquei de longe, assistindo – assustado – ao circo. Tirei fotos de longe, a maioria borrou. Não tenho câmera profissional. Nunca vi isso acontecer.
A assessora do Depp ficou irritada, puxou ele pelo braço e sumiram pela mesma portinha. Fiquei sabendo do pior depois, um senhor – mala de tudo – da Suécia, que sempre tenta tirar foto com todo mundo, estava na outra sala e ‘agarrou Johnny Depp pelo braço, deu tranco nele e quase levou um sopapo”. Depp ficou tão chocado com o puxão que olhou muito feio para o sujeito, pelo que ficamos sabendo depois que todos os jornalistas se encontraram na saída.
Mas isso só prova que Johnny Depp é admirado e idolatrado mesmo entre os profissionais que cobrem Hollywood. Adorei a experiência, adorei as respostas e se portou como um verdadeiro astro. Dando conteúdo àqueles que precisam de seu conhecimento e, assim, garantindo a divulgação de seu trabalho. Uma troca justa. Bem, nem tanto, o que eu escrever logo cai no esquecimento; o contrário não vai acontecer, pois nunca me esquecerei de minha primeira entrevista com o homem de mil faces, sejam elas maquiadas ou não.
Johnny Depp é foda! =D

PLATTON-PEQUENA PARTICIPAÇÃO DO DEPP-1986

Johnny Depp In PlatoonJohnny Depp In Platoon
Platoon (Platoon (título no Brasil) ou Platoon - Os bravos do pelotão (título em Portugal) ) é um filme estadunidense de 1986, do gênero drama de guerra, escrito e dirigido por Oliver Stone.
O roteiro é baseado na experiência pessoal de Oliver Stone na guerra do Vietnã, e num roteiro que ele finalizou por volta de 1976.
O orçamento de Platoon foi de 13 milhões de dólares, sendo que arrecadou a quantia de 137 milhões de dólares apenas nas bilheterias estadunidenses.
O filme mostra os horrores da guerra do Vietnã através dos olhos de Chris, um jovem recruta estadunidense que se alista voluntariamente para o combate.
Na guerra, o jovem trava contato com os sargentos Barnes e Elias: o primeiro, um assassino brutal e psicopata; e o segundo, um pacifista inteligente e sensível.

  • Johnny Depp tinha 22 anos de idade na época em que o filme foi realizado e aquela foi a primeira vez que ele saiu dos Estados Unidos, uma vez que as filmagens foram realizadas nas Filipinas.

D JUAN DE MARCO-1995

Don Juan de Marco

Direção: Jeremy Leven?


http://3.bp.blogspot.com/_oIl2mZ6Zytw/SnITNbe9ajI/AAAAAAAAABI/si2fmbAn9cE/s320/normal_don-juan-de-marco-promo-005.jpg

Sinopse
Um homem de 21 anos (Johnny Depp) dizendo ser o famoso amante Don Juan vai até Nova York para encontrar seu amor perdido, mas, sentindo que não alcançará seu objetivo, tenta se matar. Porém, um psiquiatra (Marlon Brando) consegue convencê-lo a mudar de idéia e começa a tratá-lo. Entretanto, o paciente possui um romantismo irrecuperável e contagioso, que começa a influenciar o comportamento do médico.


Ficha Técnica
Título Original: Don Juan DeMarco
Gênero: Romance
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1995
Estúdio: New Line Cinema / American Zoetrope
Distribuição: New Line Cinema / Columbia TriStar Films
Direção: Jeremy Leven
Roteiro: Jeremy Leven, baseado em personagem criado por Lord Byron
Produção: Francis Ford Coppola, Fred Fuchs e Patrick J. Palmer
Música: Michael Kamen e Robert John Lange
Fotografia: Ralf D. Bode
Desenho de Produção: Sharon Seymour
Direção de Arte: Jeff Knipp
Figurino: Kirsten Everberg
Edição: Antony Gibbs


Elenco
Marlon Brando (Dr. Jack Mickler)
Faye Dunaway (Marilyn Mickler)
Johnny Depp (Don Juan)
Géraldine Pailhas (Donna Ana)
Bob Dishy (Dr. Paul Schowalter)
Rachel Ticotin (Dona Inez)
Talisa Soto (Dona Julia)
Richard C. Sarafian (Detetive Sy Tobias)
Stephen Singer (Dr. Bill Dunsmore)
Franc Luz (Don Antonio)
Carmen Argenziano (Don Alfonzo)
Jo Champa (Sultana Gulbeyaz)
Marita Geraghty


Premiações
Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Canção Original ("Have You Ever Really Loved a Woman").
Recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro, nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original ("Have You Ever Really Loved a Woman").


Curiosidades
O ator Johnny Depp condicionou sua atuação em Don Juan DeMarco à participação de Marlon Brando como o psiquiatra Jack Mickler.

Para aprender a falar com sotaque espanhol, o ator Johnny Depp assistiu a vários episódios da série de TV americana Ilha da Fantasia.
O orçamento de Don Juan DeMarco foi de US$ 25 milhões, sendo que o filme arrecadou mais de US$ 65 milhões nas bilheterias de todo o planeta.

Dublado: Baixar Aqui
Legendado: Part1 Part2


terça-feira, 24 de novembro de 2009

NOTICIAS DE JOHNNY DEPP

Johnny Depp pode fazer par romântico com Angelina Jolie no cinema

Ator deve substituir Sam Worthington em 'The Tourist'



Reuters/Reuters

Depp e Jolie: juntos nas telonas

Depois da substituição de Charlize Theron por Angelina Jolie, "The Tourist", que ainda nem começou a ser rodado, volta a dar o que falar.

. Angelina Jolie pode substituir Charlize Theron em filme

Tudo porque Johnny Depp está cotado para substituir Sam Worthington no filme e fazer par romântico com a mulher de Brad Pitt.

Na trama, Jolie vive uma agente da Interpol que tenta encontrar um criminoso com quem se envolveu no passado.

domingo, 22 de novembro de 2009

Dead Man [Dead Man] (1995)

Dead Man [Dead Man] (1995) DVDRip


 

 


Sinopse:
Dead Man é a história da viagem física e espiritual, de um jovem, num território hostil e selvagem. William Blake (Johnny Depp) viaja para as mais longínquas fronteiras do oeste americano, perdido, gravemente ferido e, perseguido por pistoleiros, encontra um nativo americano chamado "Ninguém", que acredita que Blake seja na realidade o poeta inglês. Belíssimo road movie do oeste, com características existencialistas e ritmo hipnótico, moldurado por paisagens deslumbrantes e atemporal. Dead Man, tornou-se uma obra-prima por re-inventar um gênero, que já tinha sido explorado a exaustão, um western sensível, misterioso e filosófico.

Ficha Técnica:
Título no Brasil: Dead Man
Título Original: Dead Man
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento: 1995
Estúdio/Distrib.: Continental
Direção: Jim Jarmusch

Elenco:
Johnny Depp ... William Blake
Gary Farmer ... Nobody
Crispin Glover ... Train Fireman
Lance Henriksen ... Cole Wilson
Michael Wincott ... Conway Twill
Eugene Byrd ... Johnny 'The Kid' Pickett
John Hurt ... John Scholfield
Robert Mitchum ... John Dickinson
Iggy Pop ... Salvatore 'Sally' Jenko
Gabriel Byrne ... Charlie Dickinson
Jared Harris ... Benmont Tench
Mili Avital ... Thel Russell
Jimmie Ray Weeks ... Marvin, Older Marshal
Mark Bringleson ... Lee, Younger Marshal
John North ... Mr. Olafsen


Dados Do Arquivo
Tamanho: 1.35 GB
Qualidade: DVDRip
Legenda: Pt-Br



 

 

 

JOHNNY DEPP È O HOMEM MAIS SEXY DO MUNDO, SEGUNDO A PEOPLE.

Johnny Depp é o homem mais sexy do mundo, segundo a "People"
Ator lidera o tradicional ranking da revista norte-americana
QUEM Online

Johnny Depp é considerado o homem mais sexy do mundo pela revista "People". O ator, que está escalado para o quarto filme da produção da Disney "Piratas do Caribe", está na capa da nova edição da publicação, desbancando o posto que pertenceu a Hugh Jackman em 2008.
Entre as razões enumeradas pela "People" para a escolha de Depp, estão sua atuação como o pirata Jack Sparrow, além de seu charme singular. Na lista ainda aparecem nomes como Robert Pattinson, Ryan Reynolds, Jake Gyllenhaal, David Beckham, Bradley Cooper e Nick Cannon - marido da cantora Mariah Carey.
Esta é a segunda vez que o ator assume o primeiro lugar do tradicional ranking da revista norte-americana. Em 2003, ele foi escolhido o mais sexy pela publicação. Com a marca Johnny Depp se iguala a Brad Pitt e George Clooney, que por duas vezes estiveram no primeiro posto da lista.
Reprodução
Os mais sexies: Ryan Reynolds; Jake Gyllenhaal; Bradley Cooper e Robert Pattinson estão na lista

sábado, 21 de novembro de 2009

JOHNNY DEPP NAHH

Ao Amor Antigo
O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.

O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.

Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
a antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.
Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

NOTÌCIAS

Disney faz nova oferta para ter Johnny Depp em novo “Piratas do Caribe”

Com um aumento de salário a Disney espera contar com Jack Sparrow
Representantes da Disney parecem estar decididos a manter seu astro principal Johnny Depp (”Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet“) no novo filme “Piratas do Caribe“, quarto longa da franquia. Para isso, estão dispostos a abrir os cofres e oferecer uma verdadeira “fortuna” para o ator.
De acordo com o site Daily Mail, representantes dos estúdios Disney ofereceram algo em torno de US$ 35 milhões para que Depp encarne novamente o pirata Jack Sparrow. Tal aumento de salário já teria feito com que o ator repensasse sua decisão, como noticiou o site da MTV, que traz uma entrevista em que Depp diz o motivo que deve fazê-lo retornar ao longa. “Se houver um script com uma história diferente dos outros trabalhos que já fiz e se for algo que valha a pena para o público, eu faria“.
Mesmo sem definição quanto ao ator principal, a Disney anunciou o diretor responsável por levar o longa para as telas de cinemas “Piratas do Caribe 4”: Rob Marshall (”Memórias de uma Gueixa“).
O filme deve estrear nas telonas no segundo semestre de 2011.

DEPP CULTURA-DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Liberdade de excreção, cronicamente lastimável....

Dia da Consciência Negra

O que é o dia da Consciência Negra?

Esse dia representa primeiramente o aniversário de ZUMBI DOS PALMARES, o ilustríssimo negro que lutou pelos seus irmãos numa época muito diferente da nossa e bateu de frente com as injustiças humanas, mesmo sendo considerado pela sociedade um animal quadrúpede.

Zumbi dos Palmares, nasceu no ano de 1655 em uma das aldeias do Quilombo de Palmares, foi feito prisioneiro ainda recém nascido, e entregue ao Padre Antônio Melo da freguesia de Porto Calvo, foi batizado com o nome de Francisco, foi coroinha, estudou latim e português, em 1670 fugiu da paróquia para Palmares onde se tornou o grande líder após ter passado por grandes provas de coragem. Era corajoso e tinha grande capacidade de organização e comando, tornou-se um mito entre os negros.

Sua consciência negra o levava a lutar não pela sua liberdade e sim pela liberdade de todos os negros e índios que viviam em Palmares.

Ter consciência negra significa compreender que somos diferentes, pois temos mais melanina na pele, cabelo pixaim, lábios carnudos e nariz achatado, mas que essas diferenças não significam inferioridade.
Ter consciência negra, significa que ser negro não significa defeito, significa apenas pertencer a uma raça que não é pior e nem melhor que outra, e sim, igual.

A nossa maldita mídia sempre transforma um Preto Tipo A num neguinho. A adoção de traços polêmicos no rap torna pública a transformação ocorrida na postura do negro. O negro jovem constrói seu próprio estereótipo; e sua música assume a tensão como alternativa discursiva, negando duplamente a cordialidade construída pelo mito da democracia racial.

O manifesto exige uma indenização pela exploração da mão-de-obra escrava, com vista à aplicação em ações afirmativas como a construção de universidades voltadas para pesquisas das questões étnicas; de uma imprensa de mesma orientação; e um banco que gerasse e gerisse recursos para sua sustentação.
Defende a instalação do "Poder Negro" contrapondo-se às ações integracionistas do negro na sociedade estruturada e regida por brancos, "Poder Branco". Privilegia a busca da africanidade, destacando a importância da experiência da conquista de independência dos países africanos. O conflito étnico não foi resolvido, mas a obscuridade do mito da democracia racial não encontrou acolhida naquela sociedade.

A tensão do enfrentamento não foi assimilada no Brasil. O modelo de negro bem-sucedido entre nós ainda mantém vínculos estreitos com o integracionismo.

Se adequa ao mundo que lhe é imposto pela ideologia do branqueamento, que sustenta a imagem do negro manemolente, sorridente. Era tarefa dos negros lutar por uma adequação material e reconstruir sua identidade. A discussão das questões raciais alcançaram um alto grau de elaboração em nosso país, porém restrita a militantes ou à intelectualidade.

Enquanto população, o negro continua situado no hall da miséria. Poucos ascenderam socialmente; destes, a mínima parte discute ou pratica a Negritude."

Destes negros que ascenderam socialmente, a grande maioria se dá não só pelo talento e inteligência e sim pelo marketing da mídia que se utiliza de um instrumento poderoso, a hipocrisia. Atletas, músicos (generalizando! Já que alguns não sabem nem o próprio nome.), artistas, etc. Isso acontece por que a falta de consciência e articulação gerada pela miséria garante o deslumbramento da sociedade capitalista. Qual moleque negro que não sonha em ser jogador de futebol ou pagodeiro, ter dinheiro e as "mulheres" ao seu redor?

A consciência negra não sugere uma revolução armada, e sim uma mudança de atitude, baseada na informação e articulação das mentes que podem transformar a sociedade.
Os valores são igualdade, justiça e paz.

Há alguns anos, ouvi um grupo de negros fazendo o melhor RAP que representa a consciência negra, uma música chamada "NEGRO LIMITADO" (Racionais MC's), essa letra traduz tudo que tentei escrever, ou seja, antes de se colocar no papel de negro rejeitado e discriminado, o negro precisa se enxergar e ter seus valores, pois cobrar a sociedade é fácil, ter atitude própria e articulação suficiente para exigir seus direitos é diferente.

Justiça, Igualdade, União e Paz, não são esmolas, são conquistas, são nossos desafios.
 

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Tempo Esgotado [Nick of Time] (1995)

Tempo Esgotado [Nick of Time] (1995) 





Sinopse:
Às 12.07 hs, em Los Angeles, um homem (Johnny Depp) retorna para casa em companhia de sua filha de seis anos (Courtney Chase), após ir ao funeral de sua ex-mulher. Até que, repentinamente, sua filha é seqüestrada, sendo-lhe dada uma arma e uma fotografia. Se a pessoa da fotografia não estiver morta às 13.30 hs quem morrerá será sua filha. Acontece que a pessoa da fotografia é a governadora da Califórnia (Marsha Mason), que tenta sua reeleição, e quanto mais o tempo passa ele descobre que um grande números de pessoas estão envolvidas nesta conspiração.

Ficha Técnica:
Título no Brasil: Tempo Esgotado
Título Original: Nick of Time
País de Origem: EUA
Gênero: Suspense
Tempo de Duração: 89 minutos
Ano de Lançamento: 1995
Site Oficial: http://www.paramount.com/nickoftime /
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures
Direção: John Badham

Elenco:
Johnny Depp .... Gene Watson
Courtney Chase .... Lynn Watson
Charles Dutton .... Huey
Christopher Walken .... Sr. Smith
Roma Maffia .... Sra. Jones
Marsha Mason .... Governadora Eleanor Grant
Peter Strauss .... Brendan Grant
Gloria Reuben .... Krista Brooks

Dados Do Arquivo
Tamanho: 700 MB
Qualidade: DVDRip
Legenda: Pt-Br


Johnny Depp diz que quase sempre fica doente depois de rodar um filme.

Reprodução/Reprodução
Johny Depp
O ator Johnny Depp confessou que dedica tanto esforço e tempo a cada personagem, que acaba sempre caindo de cama depois das filmagens. Depp acaba de rodar "Inimigos Públicos", filme no qual mergulhou de cabeça logo após ser chamado para suprir a falta de Heath Ledger em “The Imaginarium of Doctor Parnassus”.


“Há um período de tempo entre finalizar um personagem e voltar a si, que, muitas vezes, acaba se manifestando como doença. Depois de fazer 'O Libertino', fiquei de cama por duas semanas. Enquanto estou trabalhando, fico saudável, mas depois é impossível evitar o mal-estar”, disse o ator, que revelou, recentemente, ter se inspirado em seu próprio avô mafioso para fazer "Inimigos Públicos".

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ED WOOD-1994

Johnny Depp em Ed Wood

Continuamos com a saga do Johnny Depp pelas grandes telas, desta vez num filme menos conhecido dele que conta com a participação de Sarah Jessica Parker (Sex And The City, Failure to Launch, The Family Stone), Patricia Arquette (Medium, Fast Food Nation, Stigmata) e ainda Bill Murray entre muitos outros; Ed Wood foi realizado pelo magnífico Tim Burton. Ed Wood é um filme biográfico e conta a vida daquele que foi considerado um dos piores realizadores de todos os tempos, e como protagonista temos Johnny Depp, que não passa ao lado como se pode ver pelas imagens:
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domingo, 15 de novembro de 2009

JOHNNY DEPP NAHH

Johnny Depp


Por Luciana Borges
Johnny Depp foi por muito tempo visto como "estranho" dentro de Hollywood. Essa idéia oscilava entre um conceito negativo e a oportunidade de sair do padrão de herói. Sem jeito para os papéis típicos de bom moço, o ator tem um abrangente leque de personagens, todos fora do convencional. Aos poucos, essa espécie de exotismo se tornou uma característica pessoal e revelou sua versatilidade.

Essa natural tendência para o "diferente" lhe rendeu boas parcerias nas telas. A melhor delas com o diretor Tim Burton, dos filmes Edward Mãos de Tesoura, Ed Wood e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça. O clima de fábula predominante na maioria das produções de Burton encontra seu representante perfeito nas personificações de Depp. Ironia e sarcasmo estão presentes nessa combinação, ora de forma cômica, ora dramática.

Em Piratas do Caribe, Johnny Depp continua personalizando de forma marcante os papéis que interpreta. O pirata Jack Sparrow tem trejeitos próprios que passam longe da caricatura. Além disso, a presença do ator entre os cinco indicados ao Oscar funciona como um refresco, já que seu filme pode ser considerado o mais despretensioso de todos.

Filmografia comentada
Aqui, os filmes mais conhecidos do ator
Piratas do Caribe - A Maldição da Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl, 2003)
Johnny interepreta o pirata Jack Sparrow, em aventura passada no século XVII. Auxiliado pelo personagem de Orlando Bloom, ele tenta recuperar seu navio, roubado por Barbossa (Geofrey Rush). Com direito a tesouros perdidos, assombrações e mocinhas em perigo, o filme é entretenimento de primeira. O talento de Depp pode ser visto na caracterização de seu pirata: mais inclinado para o cômico do que para o dramático, Sparrow é cheio de trejeitos e sacadas engraçadas.
engraçadas. Era Uma Vez no México (Once Upon a Time in Mexico, 2002)
Terceiro filme de Roberto Rodriguez sobre El Mariach. Nesta produção, Depp é um policial corrupto da Cia que atrapalha o justiceiro Mariach (Antonio Banderas) na perseguição de um criminoso. O bandido em questão é Willen Defoe, e em seus planos está fomentar um golpe de Estado para derrubar o presidente do México.


 
Do Inferno (From Hell, 2001)
Neste thriller de suspense, Johnny Depp fica diante de um famoso assassino serial: Jack, o Estripador. Ele interpreta Frederick Abberline, agente da Scotland Yard, e descobre evidências de que os assassinatos têm relação com a família real britânica. Baseado na história de Alan Moore e Eddie Campbell sobre Jack, o Estripador.
Profissão de Risco (Blow, 2001)
Johnny Depp aparece loiro e de cabelos compridos na trama que conta a história do primeiro americano a trabalhar com Pablo Escobar, famoso traficante colombiano. George Jung (Depp) se estabelece na Califórnia e de lá comanda a venda de drogas vindas do cartel de Escobar. O filme é mais leve do que o tema deixa transparecer.
Chocolate (Chocolat, 2000)
Ao lado de Juliette Binoche, Depp revitaliza uma conservadora cidade francesa, na década de 50. Binoche é Vianne, mulher que se muda com a filha para lá e abre uma loja de chocolates, capaz de dar novo gosto para a vida dos tristes habitantes locais. Já Depp interpreta um músico que não é bem visto pela elite do lugar, receosa de que ele corrompa seu antigos valores morais. Boa química entre os atores e muita vontade de comer chocolate ao terminar a sessão.
Antes do Anoitecer (Before Night Falls, 2000)
Baseado na autobriografia do escritor cubano Reinaldo Arenas, o filme fala sobre as perseguições políticas sofridas por ele e sobre sua sexualidade. Johnny Depp aparece como o travesti Bon Bon. Tem Javier Bardem e Sean Pean no elenco.
Porque os Homens Choram (The Man Who Cried, 2000)
Christina Ricci interpreta jovem cantora que sai da Rússia para tentar carreira em Paris. Na cidade francesa descobre a vida boêmia e se apaixona por um cigano, tipo de personagem que combina com o jeito exótico de Johhny Depp. Cate Blanchett também participa. Curiosidade: a produção é dirigida e escrita por uma mulher, Sally Potter.
A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (Sleepy Hollow, 1999)
Filme de Tim Burton sobre um cavaleiro sem cabeça que aterroriza uma cidade americana, cortando a cabeça de seus habitantes. Baseado em um conto de Washington Irving, tem Depp no papel do policial encarregado de prender o assassino. Apesar de inicialmente cético diante da lenda, Ichabod Crane (Depp) também é afetado pelo clima aterrorizante no qual o lugar está envolvido. Repeteco da dulpa Johnny Depp - Christina Ricci, dessa vez com a atriz loira e pálida. Mais uma peça no mundo de ilusões criado por Burton.
Enigma do Espaço (The Astronaut's Wife, 1999)
Astronauta (Depp) volta de missão espacial e dá um tempo na carreira para poder ficar mais próximo da esposa (Charlize Therón). O convívio vai bem e ela engravida, mas passa a desconfiar das atitudes do marido, muito diferentes de como era no passado. Suas suspeitas recaem na última missão do astronauta, na qual algo de estranho poderia te acontecido.
O Último Portal (The Ninth Gate, 1999)
Dirigido por Roman Polanski, tem Johnny Depp no papel de um estudioso de livros raros, contratado para desvendar a escrita de um livro atribuído ao demônio.

A Inspiração (The Source, 1999)
Documentário sobre o movimento literário beatnik, base para revoluções comportamentais como a contracultura e o movimento hippie dos anos 60. Johnny Depp, Dennis Hoper e John Turturro interpretam trechos das obras americanas.
Medo e Delírio (Fear and Loathing in Las Vegas, 1998)
Um advogado e um jornalista (Depp) entram de cabeça no mundo do "sexo, drogas e ronck'in roll", na Las Vegas da década de 70. Muito néon e cenas que mostram os efeitos alucinógenos das drogas ora de forma engraçada, ora de forma decadente. Lista de conhecidos no elenco: Benicio Del Toro, Christina Ricci, Cameron Diaz e Tobey Maguire (o Homem-aranha)

O Bravo (The Brave, 1997)
Neste filme Johnny Depp estréia como diretor e roteirista, além de ser o protagonista. Ele conta a história de Raphael, um índio americano desempregado que vive na miséria com a mulher e dois filhos. A proposta responsável por mudar sua vida consiste em colocá-lo na cena de um filme, sendo surrado até a morte - só que de verdade. Em troca, sua família recebe 50 mil dólares. Decisão difícil, mas aceita por Raphael, que dedica sua última semana vivo a ensinar ao filho tudo que aprendeu. Com Marlon Brando no elenco.
Donnie Brasco (Donnie Brasco, 1997)
Filme sobre a máfia. Depp é Donnie Brasco, agente do FBI encarregado de investigar a máfia. Para isso ele se tona amigo de um mafioso (Al Pacino) e o que era para ser uma missão se torna relação de amizade.

Tempo Esgotado (Nick of Time, 1995)
Um executivo e sua filha são raptados. Ele é solto e em troca da libertação da menina deve matar a governadora da Califórnia em 75 minutos. Depp interpreta o executivo na produção que usa o tempo real para desenvolver a trama: o tempo da cena é o mesmo que seria na ação real.
Dead Man (Dead Man, 1995)
Outro personagem nada convencional para Depp: um jovem orfão chamado William Blake vai tentar a vida em outra cidade, na América do século XIX. Lá se envolve em confusões - entra numa briga e mata um homem. Filmado em preto e branco.
Don Juan De Marco (Don Juan De Marco, 1995)
A figura mítica de Don Juan De Marco é interpretada por Depp em trama que mistura realidade e imaginação. Marlon Brando é um psicanalista em crise com a esposa (Faye Dunaway) e prestes a se aposentar quando recebe um paciente que acredita ser o lendário amante Don Juan.
Ed Wood (Ed Wood, 1994)
Filme biográfico sobre o diretor Ed Wood, considerado "o pior de todos os tempos". Mostra a ligação dele com os filmes e sua relação com o fracasso. Johnny Depp é Ed Wood, novamente dirigido por Tim Burton.


Gilbert Grape - Aprendiz de Sonhador (What's Eating Gilbert Grape, 1993)
Gilberto Grape (Depp) é o responsável por sustentar a família depois que seu pai morre. Ocupado com essas obrigações, desperta para o amor somente coma chegada de uma mulher misteriosa na cidade, interpretada por Juliette Lewis. Leonardo Di Caprio está no elenco no papel do irmão de Grape, um garoto com problemas mentais. Essa atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante.

Hora do Pesadelo 6 - Pesadelo Final - A Morte de Freddy (Freddy's Dead: The Final Nightmare, 1991)
Johnny Depp faz apenas uma participação no filme, relembrando sua estréia no cinema, embalada pelos gritos de terror causados por Freddy Kruger.
Cry-Baby (Cry-Baby, 1990)
Na década de 50, Cry Baby (Depp) é o típico rebelde sem causa: apronta todas pela cidade e tem uma legião de apaixonadas as quais não dá a mínima. Seu nome vem do fato de que quando chora, apenas uma lágrima sai de seus olhos - esta é a lembrança de um amor não correspondido.
Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands, 1990)
Primeiro filme da parceria entre Tim Burton e Johnny Depp. Misturando magia e realidade, conta a história de Edward, jovem criado ao estilo "Frankenstein" por um cientista que vive isolado em seu castelo. Porém, ele morre antes de concluir sua obra e Edward, ao invés de dedos, tem tesouras no lugar das mãos. Quando entra em contato com as outras pessoas da cidade, experimenta novos sentimentos, como o amor, pela personagem de Winona Rider, e o preconceito, vindo daqueles que o repudiam por causa das mãos de tesoura. Em uma das cenas mais bonitas, Edward talha um boneco de gelo durante o Natal e enquanto os flocos de neve caem, assiste a personagem de Winona dançar embaixo deles.
Platoon (Platoon, 1986)
Filme que destacou Depp, apesar de ele não estar entre os atores principais na trama. Dirigido pior Oliver Stone, fala sobre a guerra do Vietnã e as ideologias de um jovem soldado com relação ao conflito. Idéias que desmoronam quando conhece de perto os campos de batalha e o comportamento de seus superiores.
Férias do Barulho (Private Resort, 1985)
Como sempre, ninguém escapa de ter feito um filme adolescente na década de 80. Depp vai passar férias em um resort, ansioso para conseguir conquistar as garotas "de biquíni". Só arranja confusão.
A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 1984)
Estréias de Johnny Depp e Freddy Kreuger no cinema, dirigidos por Wes Craven.
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sábado, 14 de novembro de 2009

ÍDOLOS DO DEPP-MARLON BRANDO


Data e Local de Nascimento
03/04/1924, em Omaha, Nebraska, EUA
Data e Local de Falecimento
01/07/2004, em Los Angeles, California, EUA    (fibrose pulmonar)
Nome de Batismo
Marlon Brando Jr.
Altura
1,78 m
Minibiografia
Descendente de imigrantes irlandeses, Marlon Brando era o filho mais novo de Marlon Brando Sr., um vendedor de carbonato de cálcio, e de Dorothy Pennebaker, professora de teatro que chegou a ministrar aulas a Henry Fonda.
Sua irmã mais velha, Jocelyn, também foi atriz e a primeira a deixar o meio-oeste por Nova York, onde estudou teatro. Com ela, seguiu também Frances, a outra irmã de Brando, só que para estudar arte.
Enquanto isso, ele entrou para a Academia Militar, em Shattuck, onde teve problemas num dos joelhos, ao jogar futebol, e terminou saindo por indisciplina. Em 1943, decidiu seguir o caminho das irmãs, indo para Nova York, onde se matriculou num curso de teatro. Sua estréia na Broadway ocorreu no ano seguinte, com a peça "I Remember Mama", um grande sucesso. Como um jovem ator da Broadway, Brando recebeu vários convites para fazer testes para o cinema, mas preferiu continuar em Nova York. Seu maior sucesso no teatro ocorreu em 1943, quando participou da montagem da famosa peça de Tennessee Williams, "Um Bonde Chamado Desejo".
Sua estréia em Hollywood ocorreu em 1950 no papel principal do ótimo filme de Fred Zinnemann, "Espíritos Indômitos", ao lado de Teresa Wright. No ano seguinte, atuou no premiadíssimo filme de Elia Kazan, "Um Bonde Chamado Desejo". Na ocasião, Brando foi indicado ao Oscar de Melhor Ator, tendo perdido a estatueta para Humphrey Bogart, por sua atuação em "Uma Aventura na África".
A partir daí, Brando acumulou sucesso após sucesso, sendo oito vezes indicado ao Oscar de Melhor Ator, e agraciado com duas estatuetas por seus trabalhos em "Sindicato de Ladrões", de Elia Kazan, e "O Poderoso Chefão", de Francis Ford Coppola.
Em 11/10/1957, Brando casou-se com a atriz Anna Kashfi, de quem se divorciou em 22/04/1959; voltou a se casar em 04/06/1960 com a atriz mexicana Movita Castañeda, de quem se divorciou dois anos depois; finalmente, casou-se com Tarita Teriipia, natural de Bora Bora, na Polinésia Francesa, em 10/10/1962, divorciando-se dela em 14/07/1972. Todas suas esposas encontravam-se grávidas ao se casarem. No seu testamento, Brando reconhece os seguintes filhos: Christian, de seu casamento com Anna Kashfi; Miko e Rebecca, de seu casamento com Movita; Simon e Cheyenne, de seu casamento com Tarita; Petra, Maimiti e Raiatua, por adoção; Nina, Myles e Timothy, de seu relacionamento com sua governanta, Christina Maria Ruiz.
Em maio de 1990, seu filho Christian assassinou Dag Drollet, amante tahitiano de sua meia-irmã, Cheyenne. Cinco anos depois, deprimida pela morte de Dag, Cheyenne enforcou-se aos 25 anos. Alguns meses depois da morte de Brando, sua ex-mulher Tarita escreveu suas memórias, as quais deu o nome de "Marlon, Meu Amor e Meu Tormento", onde alega que ele teria abusado sexualmente de sua filha Cheyenne.
Marlon Brando é considerado o maior ator de cinema de todos os tempos, rivalizado apenas por Laurence Olivier. Ao contrário deste último, que preferiu dedicar-se mais ao teatro, Brando concentrou seu talento no cinema, após sua ligeira passagem pelos palcos da Broadway.
 

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A Sexta-feira 13 - Sorte ou Azar?

O número 13 é tido ora como sinal de infortúnio
O número 13 é tido ora como sinal de infortúnio

"Superstição" vem do latim superstitio, que significa "o excesso", ou também "o que resta e sobrevive de épocas passadas". Em qualquer acepção, designa "o que é alheio à atualidade, o que é velho". Transposto para a linguagem religiosa dos romanos, o vocábulo "superstitio" veio a designar a observância de cultos arcaicos, populares, não mais condizentes com as normas da religião oficial.


O número 13 é tido ora como sinal de infortúnio, ora de bom agouro.


O número 13


Símbolo de desgraça, já que 13 eram os convivas da última ceia de Cristo, e dentre eles, Jesus que morreu na sexta-feira foi, conseqüentemente, ligada ao horror que o número 13 provocava nas gerações cristãs. Por isso, muitas pessoas evitam viajar em sexta-feira 13; a numeração dos camarotes de teatro omite, por vezes, o 13; em alguns hotéis não há o quarto de número 13 - este é substituído pelo 12-a. Muitos prédio pulam do 12º para o 14º andar temendo que o 13º traga azar. Há pessoas que pensam que participar de um jantar com 13 pessoas traz má sorte porque uma delas morrerá no período de um ano. A sexta-feira 13 é considerada como um dia de azar, e toma-se muito cuidado quanto às atividades planejadas para este dia.


Como se vê, a crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é, estimado como símbolo de boa sorte.


O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na Índia o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.


As lendas


Além da justificativa cristã, existem 2 outras lendas que explicam a superstição. Uma Lenda diz que na Escandinava existia uma deusa do amor e da beleza chamada Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em uma bruxa exilada no alto de uma montanha. Para vingar-se, ela passou a reunir-se todas as sextas com outras onze bruxas e mais o demônio - totalizando treze - para rogar pragas sobre os humanos. Da Escandinava a superstição se espalhou pela Europa.


A outra lenda é da mitologia nórdica. No valha, a morada dos deuses, houve um banquete para o qual foram convidados doze divindades. Loki o espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga em que morreu o favorito dos deuses. Este episódio serviu para consolidar o relato bíblico da última ceia, onde havia treze à mesa, às vésperas da morte de Cristo. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.


O Filme Sexta-feira 13

Sexta Feira 13 (Friday the 13th), é o filme de terror de maior suspense.


Conta a história de Jason, que morreu quando era apenas um garoto (13 de junho de 1957) afogado no lago por incompetência dos conselheiros que não estavam atentos as crianças. Ninguém nunca conseguiu encontrar seu corpo.


Sua mãe começou a matar todos os conselheiros, vários anos depois, no acampamento Cristal Lake, atribuindo-os a culpa por não terem cuidado de seu filho. Ela foi morta por um dos conselheiros mas Jason não estava morto e anos mais tarde ele viria a aparecer para se vingar dos assassinos de sua mãe. Jason usou a máscara de hockey apenas no 3º filme, antes ele usava um pano amarrado ao seu pescoço com um furo para o olho esquerdo. Jason ainda ficou vivo por mais três filmes, onde até fez uma visitinha a New York. Morreu em 1996 quando sua irmã lhe cravou uma adaga sagrada (única combinação de coisas capaz de matar Jason para sempre).

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Johnny Depp em “The Tourist”?

Johnny Depp em “The Tourist”?

Ator está em negociações e pode trabalhar ao lado de Angelina Jolie..
Johnny DeppO thriller “The Tourist” tem enfrentado alguns problemas para compor a sua equipe de produção, sendo que os planos são de começar as filmagens já em fevereiro de 2010. O mais novo nome na mira dos produtores é o do ator Johnny Depp (”Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra”).
Depp está em negociações para o papel de um turista americano que é arrastado para uma teia de perigos e intrigas por uma agente da Interpol, quando ela tenta localizar um criminoso que foi seu amante. A agente da Interpol será interpretada por Angelina Jolie (de “Lara Croft: Tomb Raider”, substituindo Charlize Theron).
O filme surgiu como um projeto para Tom Cruise (”Colateral”) e Charlize Theron (”Aeon Flux“). Logo Cruise abandonou o projeto, sendo substituído por Sam Worthington (do inédito “Avatar“). Worthington e Theron abandonaram também a produção, a exemplo dos diretores que foram escalados para o comando.
“The Tourist” continua sem diretor, mas muitos nomes estão circulando o projeto, sendo o mais certo Alfonso Cuarón (”Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”). O longa é uma refilmagem do thriller de espionagem belga “Anthony Zimmer”

AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

HUMOR DA NAHH

The current mood of nahh at nahh