sábado, 8 de maio de 2010

Entrevista com Johnny Depp na revista NOVA de abril/2010



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Kristen Stewart está escalada para filme de Walter Salles

Cineasta finalmente confirmou que o longa será rodado. Atriz de “Crepúsculo” vai participar de versão cinematográfica de “On the Road”
QUEM Online
.Reprodução
Kristen foi escolhida graças a sua atuação em "Na Natureza Selvagem", filme de Sean Penn
Kristen Stewart
estará no elenco de “On the Road”, versão para o cinema da obra de Jack Kerouac, segundo a “Folha de S. Paulo”.

O nome da atriz foi confirmado por Walter Salles, cineasta que vai dirigir o longa. De acordo com a publicação, o brasileiro vai rodar o filme em agosto.

“Foram necessários quatro anos de pesquisa e trabalho para o filme se tornar possível”, disse ele ao jornal.

Kristen vai interpretar Marylou na adaptação. Ela foi escolhida para o papel depois de Salles assistir “Na Natureza Selvagem”, filme de Sean Penn.

“Ela conhece o livro de Kerouac a fundo e permaneceu fiel ao projeto durante todo o tempo em que o filme procurava financiamento”, afirmou.

“On the Road” terá locações nos Estados Unidos, Canadá e México. A montagem da trama será feita no Brasil. Estão no elenco também os atores Sam Riley e Garret Hedlund.

De Ingrid a Dona Armênia, G1 lista cinco 'mães-leoas' das novelas

Natália do Vale é destaque em 'Viver a vida' como mãe possessiva de galãs.
Dona Armênia fez tanto sucesso com 'filhinhas' que surgiu em duas tramas.

Do G1, em São Paulo
Mães-leoas das novelasMães-leoas das novelas: Ingrid, Dona Armênia,
Nazaré e Perpétua (Foto: Reprodução/TV Globo)
Elas são mandonas, controladoras, ciumentas e, para o bem e para o mal, costumam fazer o maior sucesso nas novelas. Mas no fundo, tudo não passa de amor de mãe - exagerado como merece o dramalhão dos folhetins.
A mãe-leoa do momento é Ingrid, papel de Natália do Vale em "Viver a vida". No capítulo desta quinta-feira (6), a atriz emocionou em cena ao aparecer de surpresa no casamento de seu filho, Miguel (Mateus Solano), com Luciana (Alinne Moraes).
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A personagem criada pelo autor Manoel Carlos causou polêmica ao dizer que não queria que o Miguel casasse com uma "mulher pela metade" - Luciana é cadeirante. Mas no dia da cerimônia do casório, ela estava lá para apoiar o filho.
Às vesperas do Dias das Mães, o G1 relembra em vídeo as matriarcas das novelas que fazem de tudo para manter os filhos debaixo da asa. Confira:
Ingrid, de Viver a vida
Eles são bem sucedidos profissionalmente, cobiçados por metade das beldades da novela e ficam furiosos com os palpites maternos em suas vidas. Mesmo assim, os gêmeos Jorge e Miguel (Mateus Solano) não deixam a casa da mamãe Ingrid (Natália do Vale).
Para ela, nenhuma mulher esta à altura de seus príncipes univitelinos – e olha que a lista de pretendentes na novela de Manoel Carlos é grande. Renata (Bábara Paz) foi boicotada porque “bebia de mais e comia de menos”. Já Ariane (Christine Fernandes), segundo Ingrid, é uma “viúva em busca de um pai para o filho”. O pior ficou para Luciana (Alinne Moraes), que por ser cadeirante é considerada pela sogra uma “mulher pela metade”.
Na galeria das personagens femininas do autor, Ingrid será lembrada como mãe-leoa das mais bravas.

Dona Armênia, de “Rainha da sucata” (1990)
Da categoria “meus filhos, meus tesouros” também faz parte Dona Armênia, personagem cômica de Aracy Balabanian. Descendente de armênios, a atriz não teve dificuldades para caprichar no sotaque da comerciante viúva, mãe orgulhosa de suas “três filhinhas”. No caso, Gérson (Gerson Brenner), Gera (Marcello Novaes) e Gino (Jandir Ferrari).
Além de babar pela prole – que, assim como Ingrid, mantinha debaixo do mesmo teto apesar de se tratar de um trio de marmanjos – a imigrante infernizava a vida de Maria do Carmo (Regina Duarte). Virou bordão a expressão “na chón” que a personagem usava cada vez que ameaçava que iria implodir o prédio da rival, colocando-o “no chão”.
Dona Armênia arrancou tantos risos, que o autor Silvio de Abreu transportou a personagem para outra de suas novelas, “Deus nos acuda” (1992). Mas nesta trama, porém, a pobre mamãe havia sido abandonada por suas “filhinhas”.

Nazaré, de “Senhora do Destino” (2004)
Ex-prostituta, Nazaré Tedesco (Renata Sorrah, em momento brilhante) era obcecada com a ideia de ter uma filha e construir uma família respeitável. Nem que para isso tivesse que se disfarçar de enfermeira e roubar um recém-nascido da maternidade.
Foi essa a base da novela de Aguinaldo Silva, que já no primeiro capítulo mostrou o rapto de Isabel (Carolina Dieckmann) por Nazaré. Maria do Carmo (Susana Vieira), a mãe biológica, passa toda a trama buscando a filha perdida.
Debochada e bipolar, Nazaré cria Isabel numa relação de codependência que ganha traços de psicose quando a garota descobre toda a verdade.

 Dona Nina, de "Sinha Moça" (2006)
Algumas mães fazem promessas malucas para seus santos de devoção e cabem aos filhos cumpri-las. Essa má sorte teve Ana do Véu (Isis Valverde, em seu papel de estreia).
Antes de a menina nascer, sua mãe Nina (Gisele Fróes) fez uma promessa à Santa Rita: Ana viveria com o rosto coberto até conseguir um bom casamento. No primeiro mês de "Sinhá Moça" no ar, o público nem imaginava quem poderia ser a atriz com o rosto coberto atrás do véu.
Após revelar o rosto em um baile - capítulo que foi cercado de expectativas do público - Ana começa a querer saber tudo sobre a vida. Descobre inclusive, para desespero da mãe carola, como nascem os bebês.

Perpétua, de "Tieta" (1990)
A vilã criada por Jorge Amado em 1977 foi transformada em personagem de novela por Aguinaldo Silva em Ricardo Linhares 13 anos depois.
Joana Fomm interpretou Perpétua, uma beata interesseira que fez de tudo para que o filho, Ricardo (Cássio Gabus Mendes) se tornasse padre.
Quando o rapaz volta à fictícia Santana do Agreste após anos de estudo como seminarista, enche a mãe de orgulho. Mas o que Perpétua não esperava é que seu pimpolho se apaixonasse pela tia, Tieta (Betty Faria).
Uma das cenas mais engraçadas da novela mostra o momento em que Perpétua flagra o casal na cama, e, sem saber o que fazer com a indignação, finge ter sido acometida por uma cegueira momentânea.

Último álbum dos Beatles completa 40 anos neste sábado

Gravação de 'Let it be' foi marcada por briga entre músicos.
Disco foi o único do grupo a não ser produzido por George Martin.

Da EFE
Detalhe da capa de 'Let it be', lançado em 8 de maio de 1970Detalhe da capa de 'Let it be', lançado em 8 de maio
de 1970 (Foto: Reprodução)
Neste sábado (8) "Let it be", o álbum que pôs um ponto final na trajetória dos Beatles, completa 40 anos. Em 1966 a banda tomou a decisão de deixar os palcos para se concentrar em seu trabalho de estúdio.
No entanto, dois anos depois, e após a tortuosa gravação do disco conhecido como "O álbum branco", McCartney começou a gestar um projeto, inicialmente chamado "Get back", que pretendia levar a banda de volta as suas origens.
A ideia de McCartney consistia na preparação de novas músicas que se pudessem ser apresentadas ao público no palco, ao vivo, além da filmagem de todo o trabalho para um filme.
Os Beatles iniciaram a gravação, mas os problemas que tinham dificultado o trabalho durante a gravação de "O álbum branco", não demoraram a ressurgir.
A presença do casal John Lennon e Yoko Ono no estúdio de gravação, a morte do agente do grupo, Brian Epstein, que deixou os Beatles sem representação nem liderança, e o individualismo cada vez maior de todos os membros da banda fizeram da gravação de "Get back" uma "experiência desagradável", como descreveu o produtor George Martin.
Lennon e McCartney tinham perdido o interesse de compor juntos e o ambiente estava tão carregado que Harrison abandonou a banda durante dez dias. Apenas a presença do tecladista Billy Preston, que se uniu à gravação de algumas músicas, conseguiu acalmar os ânimos durante um tempo.
No entanto, no filme resultante da filmagem das sessões ficava claro que McCartney, Lennon, Harrison e Starr já não funcionavam como banda.
O projeto foi abandonado temporariamente pela gravação de "Abbey Road" e só foi retomado no começo de 1970 pelo produtor americano Phil Spector, conhecido por seu característico muro de som.
Após analisar outros cenários como um barco no Tâmisa e o deserto de Túnis, os Beatles fizeram um show, o último de sua carreira como conjunto, no terraço do edifício da Apple Corps no número 3 de Savile Row, a rua dos alfaiates sob medida de Londres, para apresentar "Let it be".
"Let it be... naked"
No estúdio, Spector acrescentou o show ao material gravado há um ano e fundos de orquestras e coros. O disco resultante, o único não produzido por George Martin, não agradou McCartney, que tinha concebido o projeto como um álbum com som ao vivo.
Em 2003, McCartney lançou "Let it be...naked", uma reedição com sua própria versão do material original. O projeto, prensando como "Get back", uma volta ao rock and roll e aos shows que tinham caracterizado à banda no seu início, terminou como "Let it Be" e com a separação dos garotos de Liverpool.
McCartney tinha decidido deixar a banda no dia 10 de abril de 1970, uma semana antes do lançamento de seu primeiro trabalho solo, e anunciou a dissolução do grupo em uma entrevista na qual descartava voltar a trabalhar com Lennon.
Ele não só transgrediu o pedido de seus companheiros de atrasar o lançamento de seu novo disco, muito próximo ao lançamento de "Let it be", como se antecipou a Lennon, que seis meses antes já tinha comentado sua intenção de deixar os Beatles, mas que não a tornou pública porque estava esperando para solucionar alguns problemas de representação.
"Sempre estava buscando uma desculpa para deixar os Beatles, mas não tinha coragem para fazer isso. A semente estava plantada desde que deixamos os palcos, mas me assustava a ideia de abandonar o palácio", reconheceria Lennon dez anos depois.
"Let it be " conseguiu ser o número um na lista americana Billboard durante três semanas e a banda sonora do filme levou um Oscar.
No entanto, a crítica não acompanhou o álbum de despedida dos Beatles, que o crítico da revista "New Musical Express", Alan Smith, definiu como "um epitáfio encardido, uma lápide de cartolina, um final triste e mesquinho para um grupo que mudou a música pop".

Leonardo DiCaprio aparece em cartaz de novo filme

Ator contracena com Ellen Page
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Leonardo DiCaprio estrela novo filme de ação com doses de ficção científica
Leonardo DiCaprio estampa o novo cartaz do longa “A Origem” (“Inception”), divulgado pelo site "Just Jared". O filme de ficção científica conta a história de Don Cobb, ladrão que rouba segredos do subconsciente durante o sono, mas paga caro pela vida que leva.
A produção cinematografia conta também com Marion Cotillard, Ellen Page, Cillian Murphy e Joseph Gordon-Levitt no elenco. O filme deve estrear no dia 6 de agosto, no Brasil.
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ESTREOU ONTEM O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus








O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus

Homem imortal viaja com trupe de teatro; obra foi último trabalho de Heath Ledger



Milhares de anos atrás, um grupo vivia no alto de distantes montanhas, cantando mantras para assegurar que o mundo não acabe. A harmonia do local permanece até a chegada do estranho Nick (Tom Waits), que prova a todos que o trabalho deles é inútil. Logo, o diabólico forasteiro propõe uma irresistível aposta ao líder local, Parnassus (Christopher Plummer). A vitória deste lhe garante a vida eterna. O que a princípio parecia um grande prêmio, no entanto, se mostra uma enorme punição, já que o líder, cada vez mais, vai ficando ultrapassado.

Na Londres de hoje, Parnassus vive em um circo itinerante com sua filha, a bela Valentine (Lily Cole), o anão Percy (Verner Troyer) e o jovem Anton (Andrew Garfield). Juntos, eles percorrem os bairros oferecendo aos poucos espectadores O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus. No palco, quem estiver disposto a realizar seus maiores desejos tem a oportunidade de entrar em um espelho que o leva para dentro da mente do médium, mas poucos aceitam. As coisas ainda pioram quando Nick volta para cobrar a última aposta que fez. Ele daria a Parnassus a juventude temporária para conquistar a mãe de Valentine, e em troca teria a alma de qualquer filho que os dois tivessem.

Ao mesmo tempo em que Nick decide dar uma segunda chance ao eterno adversário, surge na vida do grupo o misterioso Tony (Heath Ledger). Sem lembrar quem é, o homem se junta a eles, e aos poucos vai melhorando os negócios da trupe, causando ciúmes em Anton e despertando a paixão de Valentine. Disposto a salvar a alma de sua filha das garras do rival, Dr. Parnassus conta com a ajuda dos dois jovens que disputam o coração da garota. Com o prazo da última aposta quase acabando, Tony vai revelando que tem escondido muito do grupo e que pode ser uma grande ameaça para todos.

Durante as filmagens de O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus, o diretor Terry Gilliam foi surpreendido pela morte prematura do ator Heath Ledger, que havia filmado dois terços de suas cenas. No momento, Gilliam cogitou a hipótese de completar o filme com computação gráfica reproduzindo o ator em CGI, mas resolveu o problema chamando Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell para representar o personagem. Pequenas alterações no roteiro explicaram a mudança na fisionomia de Tony. O cachê dos três astros foi doado para Matilda, filha de Ledger, e o filme foi dedicado ao ator.


INFORMAÇÕES

Diretor:Terry Gilliam
Elenco:Heath Ledger, Johnny Depp, Jude Law
Nome Original:The Imaginarium of Doctor Parnassus
Ano:2009
País:FRA/CAN/ING
Duração:122 minutos




AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

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HUMOR DA NAHH

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