quarta-feira, 19 de maio de 2010

“House MD”: Cuddy e House juntos?


O final da quinta temporada de House (quintas, 23h, Universal) trouxe aos fãs a esperança de um dia ver o casal Lisa Cuddy (Lisa Edelstein) e Gregory House (Hugh Laurie)  juntos, mas tudo não passou de uma alucinação do médico, que estava no pior momento de seu vício em analgésicos. Para aumentar ainda mais as expectativas, o último episódio da sexta temporada, que será exibido dia 24 de junho no Brasil, mostra um beijo dos dois. Para saber se realmente existem chances de um relacionamento entre os dois se tornar realidade, ou se tudo não passou de uma nova alucinação de House, Michael Ausiello, colunista da revista americana Entertainment Weekly, decidiu perguntar à produtora executiva da série, Katie Jacobs o que irá acontecer na próxima temporada. Veja o que ela revelou:
Michael Ausiello: Essa foi uma cena final incrível. O que podemos esperar a partir desse ponto?
Katie Jacobs: Aquilo foi real e é algo que eles irão tentar. Foi algo que eles tentaram evitar por um longo período por que era perigoso e as consequências poderiam ser sérias. Mas agora eles vão ter uma chance.
Michael: Eles realmente terão um relacionamento?
Katie: Com certeza. Sim.
Michael: O que nós devemos esperar que aconteça depois que a imagem fica escura?
Katie: Isso foi exatamente o que discutimos. O público quer que a gente retome dois ou três meses depois? Ou está interessada em voltarmos de onde paramos? Isso vai depender da narrativa. Ano passado quando House se internou na clínica psiquiátrica, eu senti que não seria bom o suficiente para o público apenas vê-lo sair de lá e voltar ao Princeton Plainsboro. Mesmo que todos soubessem que em algum momento ele voltaria para lá, eu queria que todo mundo visse o momento pós-tratamento.
Micahel: Então que cenário você vai escolher dessa vez?
Katie: Digamos que eu não quero que as coisas fujam muito do momento em que paramos. Porque a verdade é que o desafio que está a frente deles é que as coisas que os atraem são as mesmas que os mantêm afastados. Não é a química ou a atração. Será “Como lidaremos com isso? Estamos juntos, mas como será isso?” A Cuddy é superior a ele no hospital. E ela é mãe. Essas são as coisa com as quais iremos nos divertir.
Michael: Eu posso estar errado, mas eu acho que fãs querem ver uma cena de sexo real e não-alucinatória.
Katie: Eu sei. Nós estamos no processo de definir isso, então eu não tenho uma resposta. Mas isso não é sobre a estreia da temporada. Não é algo que irá dar certo ou errado em apenas um episódio. Nós vamos fazer uma tentativa de realmente explorar esse relacionamento.
Michael: Como foi o clima no set quando a última cena foi filmada?
Katie: Foi incrível. Eddie, um dos caras da equipe ficou com lágrimas nos olhos. Você nunca sabe como as pessoas irão reagir à história, mas ver o Eddie com os olhos marejados e feliz com o fato de o House e a Cuddy estarem finalmente dando uma chance foi muito satisfatório.
Você também torce por um relacionamento entre House e Cuddy?

Os deslizes do novo filme sobre Robin Hood


Russel Crowe: infeliz atuação
Nesta sexta, dia 14, estreia o novo filme sobre Robin Hood, dirigido por Ridley Scott (Gladiador e Hannibal), protagonizado por Russel Crowe e produzido por ambos e Brian Grazer (Uma mente brilhante). A ideia foi de Grazer e abraçada pelos demais. No entanto, Crowe só embarcaria se uma nova história fosse contada, algo inédito sobre Robin Hood. E assim foi. O longa é sobre como Robin Longstride, o arqueiro do exército de Ricardo Coração de Leão, rei da Inglaterra, se tornou o larápio Robin Hood, que rouba dos ricos para dar aos pobres (no começo do século XIII). Crowe queria ser diferente, afinal, somente no cinema e na televisão, a história do herói já foi contada incansáveis 24 vezes. O novo filme é belo, bem produzido, com cenários e figurinos nota 10. Mas os deslizes resultam num “longa longo” demais. Trocadilho à parte, ele tem demorados 140 minutos (2h20). Um amigo meu deu umas pescadas na sala de exibição – será ele um ser dorminhoco? Não creio. Confira o que fez este filme naufragar.
1. Ninguém pensa no Robin Hood como um experiente homem respeitável de 50 anos. Certo? Ainda mais em se tratando da Idade Média, época em que a expectativa de vida era abaixo disso. O nosso herói foi protagonizado por um Russel Crowe de 45 anos, hoje com 46. Imagine, você, leitor, que Robin Hood teve uma longa carreira de herói. Com quantos anos ele se aposentou?
2. Outra vez, Russel Crowe atropela a lenda. Trata-se do ator mais “fortinho” que fez o papel de Robin. Abaixo, fotos dos atores anteriores, da esquerda para a direita: Douglas Fairbanks, Errol Flynn, Richard Greene e Kevin Costner. Compare as fotos com a do protagonista atual, acima.

3. Pequenos delinquentes furtam um celeiro no começo do filme. Os menores só aparecerão novamente no fim, para ajudar Marion, a mocinha. Como para justificar a comunidade na floresta de Sherwood da lenda, toda a pirralhada é convocada para morar lá, com direito à sopa na boquinha. Mais ou menos uma ONG de menores abandonados.
4. Música tem que vir para somar nos filmes. Se for usada com cautela e de forma inteligente, pode arrancar lágrimas –recurso muitas vezes rechaçado por diretores. Não por Ridley Scott. Em Robin Hood, a trilha sonora aumenta um dramalhão que não existe. Torna o longa um melodrama bobo.
5. Não há paixão no filme, em nenhuma escala. Só um romance colegial entre Robin e Marion (Cate Blanchett). Blanchett e Crowe, por sinal, não possuem química, não ligam, não convencem como um casal. E ela, apesar de ótima atriz, não tem o sex appeal que esse tipo de filme exigiria. É de uma cena de Robin Hood a pior atuação de Crowe em sua carreira. “I love you, Marion”, com voz rouca. Não precisava.
6. A batalha final também é ruim. Pior quando Marion (a única mulher na briga) aparece para enfrentar a invasão francesa junto com os meninos delinquentes, montados em pôneis medievais. Sim, porque cavalos seriam muito grandes para os pequenos. Pior ainda é o beijo entre Crowe e Blanchett em meio à luta, enquanto franceses e ingleses se matam à espadada ou flechada.
7. Há um discurso impensável de Robin para o fim do século XII, época em que se passa o filme. Como disse o Giron em reportagem de ÉPOCA: “Robin então subleva os camponeses e convence o rei João sem Terra a unir a nação – um conceito inexistente na época – contra o invasor francês. É um herói do século XII em defesa de valores do século XXI. O Robin de Scott é um visionário. Seis séculos antes das revoluções Americana e Francesa, eis um democrata genuíno, capaz de defender a livre-iniciativa e o corte dos impostos” (clique aqui para ler a reportagem, aberta a partir de sábado, 15)
8. Russel Crowe tenta um sotaque inglês no começo do filme, mas termina mal. E empresta a Robin a voz rouca e grossa do gladiador Maximus, que todos já cansaram de ouvir.
Por outro lado…
9. Ok, há algumas piadas divertidas. Os amigos de Robin também são bons: Kevin Durand como João Pequeno e Scott Grimes como Will Scarlet.
10. A caracterização do rei João sem Terra (Oscar Isaac) também é ótima, um tremendo panaca inseguro e violento.
Confira o trailer:

Johnny Depp e Vanessa Paradis vão a jantar no Festival de Cannes Casal esteve no evento promovido pela Figaro Madame/Chanel na França, nesta terça, 18.

Johnny Depp e sua esposa, a atriz francesa Vanessa Paradis, estiveram em um jantar promovido pela revista Figaro Madame/Chanel durante o 63º Festival de Cannes. O evento aconteceu nesta terça, 18.

AFP 
/.Agência

Johnny Depp e Vanessa Paradis (18/05/10)

Retrato feito por Johnny na revista Madame Figaro

O retrato de Vanessa Paradis, que já foi capa do álbum Divinidylle e foi feito por Johnny faz parte do conteúdo da revista francesa Madame Figaro da qual a cantora é capa ao lado de Karl Lagerfeld. Além deste retrato, a edição especial sobre o Festival de Cannes que entra em circulação hoje traz as pinturas de Marlon Brando, Keith Richards e Julian Schnabel, todas feitas por Johnny.

Johnny parabeniza Jerry Bruckheimer



Ontem, 17 de maio, o produtor de filmes como os da franquia Piratas do Caribe e séries como CSI, Jerry Bruckheimer, foi honrado pela Câmara do Comércio de Hollywood pelas suas contribuições a indústria do entretenimento deixando sua marca da calçada da fama. Para parabenizá-lo Johnny mandou o recado que você vê digitalizado abaixo e traduzido a seguir:

Imagem

"Querido Jerry,

Parabéns por isso, seu mais recente em uma lista infinita de prêmios ilustres. Seu prestígio continua insuperável. É uma honra chamá-lo tanto de colega e amigo.
Com amor, respeito, e profundo agradecimento.

Johnny & Capitão Jack Sparrow."

Fonte

Foto de Johnny Depp e Vanessa Paradis na festa da Channel em Cannes

Artigo - Depp retorna ao Rialto

O artigo abaixo se refere a cena da sacada, filmada primeiramente em 15 de março e refilmada em 10 de maio (fotos):

[Artigo] Depp retorna ao Rialto para o deleite dos fãs e (alguns) vendedores no mercado

Depois de dois meses, o diretor decidiu filmar a cena novamente

Todos podem vê-lo por um momento, quase todos conseguem tirar fotos e os mais audaciosos podem tentar se aproximar, se não puderem tocá-lo, pelo menos para respirar o mesmo ar.

Quilômetros de cabos e holofotes e o diretor em sua cadeira preta. A confusão generalizada apresentava os peixes do mercado às meninas que pareciam estar indo a um baile. Os fãs que o perseguiram por toda Itália seja por ruas, praças, edifícios, insensíveis ao frio ou chuva foram recompensados com o sonambulismo de Depp, e foram capazes de vê-lo de pijamas como a coisa mais natural do mundo a três metros de distância.

A cena é sempre a mesma. Depp - ou melhor, seu dublê - se lança da sacada para aterrissar no toldo de uma barraca do mercado. Não contente com as filmagens de dois meses atrás, o diretor Florian Henckel von Donnersmarck queria voltar ao começo, mas teve que chegar a um acordo com a realidade.

A realidade é que em três meses em Veneza, a produção já tinha gastado 10 milhões de euros em prédios alugados, táxis, refeições, roupas, extras e seguranças.

Depois de uma pequena desavença entre mercado e diretor, cada um manteve sua posição. O mercado não desistiu, recebeu 5 mil euros para "compensar" o aborrecimento de não ter o mercado de peixes disponível pela manhã.

No fim, o final foi feliz para todos. Satisfeito - parece - o exigente diretor conseguiu a cena que queria. E, é claro, o êxtase dos fãs de Johnny Depp ao persegui-lo em Veneza.

Fonte

AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP



HUMOR DA NAHH

The current mood of nahh at nahh