sábado, 1 de maio de 2010

DIA INTERNACIONAL DO TRABALHO..TB É MEU NIVER ..MUITO CHIC FERIADO INTERNACIONAL..PARABÉNS AOS TRABALHADORES E A EUZINHA...


O Dia do Trabalho é uma data universal.
Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.

Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesta data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

[01.05]"The Rum Diary" será exibido em Cannes

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De fato, "The Rum Diary" não competirá este ano no Festival de Cannes como foi divulgado antes, no entanto, o filme que baseia-se no romance homônimo de Hunter S. Thompson e conta a história do jornalista Paul Kemp (Johnny Depp), será exibido no Film Market, "mercado" para filmes que procuram por distribuidores e que acontece simultaneamente ao festival.

Esta informação foi divulgada pela Variety, juntamente com o que parece ser o primeiro still do filme:

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Fonte: JDZ

A presença de Johnny para ajudar a divulgar o filme não é certa, mas Tim Burton presidirá essa edição do Festival.
Cannes 2010 começa no dia 12 e termina em 23 de maio.

Entrevista com Johnny à Sky Movies


Não dá para negar: Johnny Depp é um ícone. Ele é o ator mais bem pago de Hollywood, regularmente é eleito como o homem vivo mais sexy e um dedicado pai de família. Em uma entrevista para marcar a estreia de Alice no País das Maravilhas no canal de TV paga Sky Box Office e de Inimigos Públicos no Premiere HD, ambos em junho, a revista Sky Movies penetra a mente de um dos astros hollywoodianos mais desejados.

Sentado à frente da equipe Sky Movies no deslumbrante Hotel Renaissance em Los Angeles e vestido em uma típica mistura boêmia de jeans, camiseta de brim por debaixo do paletó, boina e botas pretas, e distraidamente inquieto com seu bigode e cavanhaque, é óbvio que Johnny Depp está voltando ao seu excêntrico alter-ego Jack Sparrow [pela descrição, dá pra presumir que essa entrevista foi feita em 20 de fevereiro durante a coletiva de imprensa de Alice no País das Maravilhas - foto].

Tendo assinado para Piratas 4, falamos com o sempre tranquilo ator de 46 anos sobre seu retorno às águas salgadas, seu igualmente excêntrico papel como Chapeleiro Maluco em Alice no País das Maravilhas e seu aclamado trabalho como John Dillinger em Inimigos Públicos, que será exibido em 4 de junho no Sky Movies Premiere HD.

Sky Movies: O que o fez aceitar o papel de John Dillinger?
Johnny Depp: Eu era fascinado por ele quando criança, estranhamente. A mesma fascinação que eu tinha com Charlie Chaplin ou Buster Keaton. Havia alguma coisa inerente que eu adorava em Dillinger. Nos anos 30, quando os bancos eram os inimigos, Dillinger se tornou um tipo de herói popular... Era um homem muito carismático e viveu da maneira que queria, sem compromisso...

SM: Trabalhar nas locações onde Dillinger realmente esteve afetou sua forma de atuar?
JD: Oh, sim. É tudo. A ideia de que você pode estar no exato lugar onde John Dillinger deu seu último suspiro lhe entrega a performance. Você sabe como reagir a tudo.

SM: Como foi trabalhar com Marion Cotillard?
JD: Oh, ela é maravilhosa. Ela passou muito tempo com a família de Billie Frechette [seu personagem] e melhorando seu sotaque. Foi tão comprometida - uma atriz incrível.

SM: Você fez alguma programação para sua carreira até agora?
JD: Tenho sido muito sortudo no sentido das coisas chegarem quanto têm de chegar. Eu não esculpi nada. Tenho sorte em ter pessoas como Tim Burton me apoiando - quando o estúdio não quis me contratar para A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, Tim lutou por mim.

SM: Como você escolhe seus papéis e como é pular de um grande personagem para outro?
JD: Tudo depende do material e o que o personagem exige. Foi interessante sair de Inimigos Públicos, interpretando John Dillinger - uma pessoa real com uma intensa gravidade - para ir direto ao Chapeleiro [em Alice no País das Maravilhas de Tim Burton]. Foi libertador, pois esse personagem poderia ser essencialmente qualquer coisa. Em um minuto ele está assustado como uma criança, no minuto seguinte está cheio de raiva e falando com um sotaque escocês. Para mim, foi como ser colocado em um foguete e ser lançado na estratosfera... Como ator, acho que você deve ser diferente todas às vezes para não entediar a si mesmo, a audiência e os diretores.

SM: O que o atraiu no Chapeleiro Maluco?
JD: Eu terminei de ler "Alice" e "Através do Espelho" e me lembro de ter marcado todas essas passagens incríveis, essas pequenas migalhas que Lewis Caroll deixou cair. Charadas como "Porque um corvo se parece com uma escrivaninha?" e "Estou investigando coisas que começam com a letra 'M'!" Senti como se o Chapeleiro representasse todos os extremos da personalidade humana. Houve alguma dificuldade para mim alcançá-lo... Quase como um distúrbio de múltipla personalidade.

SM: Você tem tantas mudanças de humor quanto o Chapeleiro?
JD: Geralmente, sou muito calmo. Estou muito mais calmo agora do que era alguns anos atrás. Muito disso tem a ver com criar uma família - você tem que ter quantas respostas forem necessárias para eles. Meus filhos me acalmaram 100%.

SM: Como sua carreira afeta seus filhos?
JD: Uma coisa que posso dizer é que meus filhos nunca ficam entediados. Eu experimento personagens com eles e eles parecem reagir muito bem... São os melhores. Minha filha, Lily Rose tem 10 anos e quando estou fazendo um filme ela pergunta "Posso ver esse?", porque obviamente há alguns que ela não pode ver antes dos 60! Ela e meu menino, Jack, assistiram Edward Mãos de Tesoura e choraram... Não posso dizer que eles podem assistir qualquer outra coisa. Eles surtariam... Eles têm uma grande, grande imaginação e são crianças muito divertidas. Meu medo é que provavelmente se tornem atores.

SM: Você pode falar sobre seu próximo filme, The Rum Diary?
JD: The Rum Diary foi um sonho. Foi algo que Hunter S. Thompson e eu falamos sobre em 1997 e o fato de que ganhou vida do jeito que aconteceu com um diretor perfeito, Bruce Robinson, e um grande elenco... Incrível. Foi exaustivo, mas uma grande experiência. Então, estou feliz e orgulhoso de ter terminado por Hunter.

SM: O que podemos esperar de Piratas 4?
JD: Eu assinei sem um roteiro... Eles me envolveram no processo criativo e estão recebendo minhas ideias muito bem, o que tem sido legal. Está tudo se encaixando. Há algumas razões para eu ter assinado para Piratas novamente. De forma egoísta, eu verdadeiramente amo o Capitão Jack Sparrow e acho que há mais a ser explorado. O primeiro Piratas foi próprio. Piratas 2 foi a ligação que nos levou a Piratas 3, na minha opinião, os filmes foram muito bem feitos, mas gostaria de fazer um Piratas que não fosse enrolado e sim, divertido, para entreter. Essa é realmente minha principal motivação para fazê-lo.

SM: E finalmente, como é ser Johnny Depp hoje em dia?
JD: Sou muito básico, uma cara bem simples. A maior parte de mim tem a ver com arte ou criação de alguma coisa. Não consigo escapar, sabe... Mas eu? Dê-me um bom livro, a garrafa de um bom vinho e um dia com brisa que estou feliz. Temos um ótimo lugar [no sul da França] e vou lá e não faço nada. Vou lá e não deixo a propriedade por três meses de cada vez - literalmente, levanto, saio, vejo o jardim e assisto os vegetais crescendo. Nunca conversamos sobre filmes ou trabalho... Levamos as crianças para caminhar e fazer piqueniques. É a existência perfeita. É realmente uma bela vida e há outro elemento que tem uma influência calmante: apenas ser capaz de ter um tempo especial com meus filhos onde telefones não tocam e pessoas não estão te seguindo na rua.

Fonte

Veja abaixo os scans da revista:

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Créditos: Johnny-Depp.Org

Bastidores: Johnny Depp e Angelina Jolie nos sets de "The Tourist" em Veneza (30/04/10)

Fotos e vídeo de Johnny e Angelina Jolie em Veneza

fotos de Johnny na Itália,  veja todas a seguir:

Assista abaixo um vídeo feito por paparazzi durante as filmagens de “The Tourist” em Veneza no dia 23 de abril, na cena do restaurante com Johnny (que aparece de costas) e Angelina Jolie:

VÍDEO

As fotos que foram tiradas neste dia você vê aqui

Em 26 de abril (segunda-feira), dia em que seu iate, Vajoliroja, chegou a Itália, Johnny foi fotografo pela tarde e à noite, deixando as gravações de “The Tourist”:

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Todas as fotos aqui.

No dia 28 de abril (quarta-feira), Johnny tirou parte do dia de folga para ir ao Museu Guggenheim com Vanessa Paradis e sua filha, Lily-Rose (em respeito ao Johnny, não divulgamos fotos de sua família :wink: ):

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Veja todas as fotos aqui.

No mesmo dia, Johnny foi visto nas locações do filme e acenou para os fãs que o esperavam do outro lado do canal:

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Todas as fotos.

Fotos de Depp deixando o Vajoliroja no dia 29 de abril (quinta-feira):


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Todas as fotos.

E ainda, mais fotos tiradas durante as filmagens, no dia 30 de abril (sexta-feira):


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Mais fotos aqui e aqui.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Dirty Dancing é o melhor filme para mulheres de todos os tempos?

sex, 30/04/10
por Martha Mendonça |
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E  já que o assunto é cinema, li hoje no site Jezebel um artigo muito interessante: “Dirty Dancing é o melhor filme de todos os tempos”. O título me chamou atenção justamente, é claro, por estou longe de achar tal coisa. Então li.
A articulista, Irin Carmon, apoiada pela escritora Eleanor Bergstein, tem um ponto de vista que a leva a elogiar o filme como uma ode à mulher, em vez de apenas um filme de belas coreografias ou da trama-da-moça-feia-que-ganhou-o-cara-gostosão. Vou resumir:
Baby, a protagonista (Jennifer Grey), é uma moça idealista, sem afetações, com interesses próprios. Quer estudar economia dos países subdesenvolvidos. Não liga (ao contrário da irmã e da mãe) para a etiqueta hipócrita burguesa. No hotel onde a família vai passar uns dias, conhece o dançarino Johnny (Patrick Swayze no auge), um bonitão de classe inferior à sua.
Baby se apaixona por ele, que a ensina a dançar. Baby é inteligente e politizada, mas isso não impede que ela goste de sexo. Virgem, ela acaba indo pra cama com ele. Johnny é lindo e talentoso, mas isso não impede que ele se sinta um objeto sexual na mão de mulheres ricas. Com Baby ele se sente valorizado.
Mas por mais que Baby valorize Johnny como pessoa, o filme, do fim da década de 80, apresenta o homem como sujeito sensual – e não a mulher. É a protagonista que se perde naquele corpão todo. E a plateia feminina se identifica com ela, tipo: “uau, isso tudo é mesmo pra mim?”. Coisa que quase sempre acontece com a plateia masculina de cinema – especialmente até os anos 80.
Outro tabu que o filme quebra: na trama, há um aborto – feito por uma das dançarinas do hotel. Baby vai contra os valores morais de sua família e apoia a moça.
Ou seja: em dias de férias com a família, a moça criada no american way of life descobre o amor e o sexo, se livra do preconceito e percebe que pode pensar sozinha e avaliar o que é certo e o que é errado – pra ela própria. De quebra, aprende a dançar!
Vi Dirty Dancing adolescente e, ao contrário da maioria das minhas amigas, nunca liguei muito pro filme. Na época, eu gostava bem mais dos filmes de John Hughes, como Pretty in Pink ou Breakfast Club. Mas achei essa “tese” muito bacana. Me deu até vontade de ver de novo.
E você, o que acha?

A moda do País das Maravilhas


por Marcela Buscato |
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O lançamento em março da nova versão do filme “Alice no País das Maravilhas”, dirigido por Tim Burton, especialista em recriar temas fantásticos, está mexendo também com o mundo da moda. A famosa loja de departamentos Printemps, em Paris, pediu para que alguns dos mais renomados estilistas criassem sua própria versão do vestido da menina Alice. O resultado, que já está em exposição nas vitrines da loja, é uma coleção digna da loucura do Chapeleiro Maluco. E não menos divertida.
O recado dos modelos criados pela marca francesa Chloé, pelo belga Martin Margiela, pelo britânico Alexander McQueen (RIP) entre outros estilistas é deixar a imaginação fluir, com direito a muito tule, renda e volumes. Vale misturar estilos de peças diferentes, desde que seja mantido o ar romântico. Os modelos ficam expostos até dia 14 de março nas vitrines da Printemps.
A influência de Alice na moda promete perdurar. Tanto que outros estilistas já lançaram peças inspiradas na história do escritor britânico Lewis Carroll. O designer Tom Binns, famoso por seus maxi colares, lançou uma linha inspirada no mundo de Alice. Não faltam corações e chaves nas peças.
Até os homens podem embarcar na tendência. O italiano Ermenegildo Zegna soltou o Chapeleiro Maluco na passarela durante o desfile de sua coleção primavera/verão. Mas é bem provável que quem seguir a risca o figurino ganhará o mesmo adjetivo que dá nome ao personagem que inspirou a coleção. Quem se arrisca?
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AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

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HUMOR DA NAHH

The current mood of nahh at nahh