terça-feira, 25 de outubro de 2011

Saiba quais os nomeados aos Globos de Ouro


"TheKing’s Speech"
• Melhor Filme: Drama
• Melhor Actor Principal: Colin Firth
• Melhor Actriz Secundária: Helena Bonham Carter
• Melhor Actor Secundário: Geoffrey Rush
• Melhor Realizador: Tom Hooper
• Melhor Argumento: David Seidler
• Melhor Banda Sonora Original: Alexandre Desplat


"The Fighter"

Melhor Filme: Drama
• Melhor Actor: MarkWahlberg
• Melhor Actriz Secundária (2): Amy Adams e Melissa Leo
• Melhor Actor Secundário: Christian Bale
• Melhor Realizador: David O. Russel

"A Rede Social"

• Melhor Filme: Drama
• Melhor Actor: Jesse Eisenberg
• Melhor Actor Secundário: Andrew Garfield
• Melhor Realizador: David Fincher
• Melhor Argumento: Aaron Sorkin
• Melhor Banda Sonora Original (2): Trent Reznor e Atticus Ross

"BlackSwan" 

Melhor Filme: Drama
• Melhor Actriz: Natalie Portman
• Melhor Actriz Secundária: Mila Kunis
• Melhor Realizador: Darren Aronofsky

"A Origem"

• Melhor Filme: Drama
• Melhor realizador: Christopher Nolan
• Melhor Argumento: Christopher Nolan
• Melhor Banda Sonora Original: Hans Zimmer

"OsMiúdosEstãoBem"

• Melhor Filme: Comédia
• Melhor Actriz (2): Annette Bening e JulianneMoore
• Melhor Argumento: Stuart Blumberg e Lisa Cholodenko

"127 Hours" 

• Melhor Actor: James Franco
• Melhor Argumento: DannyBoyle, Simon Beaufoy
• Melhor Banda Sonora Original: A.R. Rahman

"Alice no País das Maravilhas"
• Melhor Filme: Comédia
• Melhor Actor: JohnnyDepp
• Melhor Banda Sonora Original: Danny Elfman

"Burlesque" 
• Melhor Filme: Musical
• Melhor Canção Original (2): "Bound to You" e "You Haven’t Seen the Last of Me" 

"The Tourist" 

• Melhor Filme: Comédia
• Melhor Actriz: Angelina Jolie
• Melhor Actor: Johnny Depp

Ator Johnny Depp é proibido de promover filme sobre jornalista alcoólatra


Foto: Reuters
Ator Johnny Depp é o 'queridinho' da Disney
Ator Johnny Depp é o 'queridinho' da Disney


Neste final de semana, estreia nos EUA "O Diário de um Jornalista Bêbado", um dos filmes mais aguardados do ano, protagonizado por Johnny Depp.
No entanto, o astro foi banido de ser filmado ou entrevistado por certas emissoras de TV.
Na último final de semana, o filme foi exibido no Festival de Cinema de Austin, no Texas e, segundo a emissora Khou, de Houston, o ator não pôde falar com nenhuma filiada da rede de televisão ABC.
Acontece que a ABC pertence à Walt Disney Company, que também é responsável pela franquia de sucesso "Piratas do Caribe".
Com a possível superexposição de "O Diário de um Jornalista", o estúdio teria medo de que o novo personagem de Depp ofuscasse o consagrado Jack Sparrow, protagonista de "Piratas".
"O Diário de um Jornalista Bêbado" é baseado no romance "Rum: Diário de um Jornalista Bêbado", de Hunther S. Thompson (1937-2005), relato autobiográfico das aventuras do jornalista gonzo em San Juan, Porto Rico.
Esta é a segunda vez que Depp dá voz a Thompson. Um dos seus personagens mais célebres é Raoul Duke, alter ego de Thompson em "Medo e Delírio em Las Vegas" (1991), que foi adaptado para o cinema em 1998.
Divulgação

Johnny Depp em cena de "O Diário de um Jornalista Bêbado", que estreia nesta sexta nos Estados Unidos
Johnny Depp em cena de "O Diário de um Jornalista Bêbado", que estreia nesta sexta nos EUA

Biografia do Dr. Seuss com Johnny Depp pode misturar atores de verdade com animação


Johnny Depp decidiu fugir do óbvio na cinebiografia que ele vai produzir e estrelar do escritor de livros infantis Theodor Geisel, mais conhecido por seu nome artístico: Dr. Seuss. Em entrevista ao apresentador de TV Larry King, o astro falou da possibilidade de misturar cenas com atores de verdade e animação, trazendo para dentro da tela algumas das principais criações do autor, como o Grinch e O Gato da Cartola.
“É algo que estamos desenvolvendo com a viúva de Seuss,” contou. Depp, contudo, não passou nenhuma informação sobre o calendário de produção e lançamento, nem adiantou o nome do diretor.
Theodor Geisel, ou Dr. Seuss, nasceu em 1904 e trabalhou anos como cartunista e ilustrador publicitário até se consolidar na década de 50 como autor de livros infantis, tendo vendido mais de 200 milhões de cópias em todo mundo. Ele morreu em 1991 vítima de um câncer na garganta.

domingo, 23 de outubro de 2011

poesia de marcos cione

Me Chamam de Poeta

Me chamam de poeta
Por eu amar escrever.
Eu nunca havia escrito,
Somente lido.
No amor encontrei
A motivação para descrever
Está emoção que vem
De dentro do meu coração.
Não sou um poeta comun...
Somente um homem
Que descobriu o amor.
Escrevo o que eu sinto,
Eu nunca minto...
As vezes dou risos,
Outras vezes eu grito,
E muitas outras vezes
Eu choro...
mas nunca me ignoro.


Marcos Cione

"Piratas das Caraíbas" - O Franchising mais bem sucedido


É preciso dizer, para começo de conversa, que a Disney descobriu a pólvora com "Piratas das Caraíbas". Se olharmos para estes 11 ou 12 anos de milénio, não encontraremos outro franchise tão bem-sucedido que não seja remake, adaptação, prequela ou sequela.
por Alexandre Borges




É claro que, subtraído o bizarro Capitão Jack Sparrow, os "Piratas" nada têm de novo, mas é esse, justamente, o segredo do seu sucesso. É uma amálgama de imaginários que todos conhecemos há séculos, das pernas de pau aos tesouros, de Barba Negra ao elixir da eterna juventude, fantasmas, feitiços, mapas misteriosos e afins, que faz com que famílias inteiras se sintam confortáveis em histórias nem sempre lineares e desfrutem, ainda assim, da surpresa de um enredo novo. Os "Piratas" foram perdendo qualidades desde o primeiro filme e nunca serão os favoritos da crítica, mas também não é para isso que lhes pagam.

O sabor a episódio é, no entanto, ainda mais evidente e aborrecido neste quarto volume. Já não é um filme. Não é uma obra em si mesma. É um capítulo de uma novela que se pode prolongar eternamente. Sentimos que é uma fórmula. E, se o leitor sentir o mesmo, e a sua família, e os amigos, e os vizinhos dos amigos, e muita gente por esse mundo fora, vai-se o interesse, vão-se os piratas e acaba-se a história que não disfarça não ter outro motivo para ser contada senão razões comerciais.

Depois dos filmes de 2003, 2006 e 2007, os "Piratas das Caraíbas" pareciam ter chegado ao fim. A Disney tinha já despedido o chairman Dick Cook, impulsionador da saga, e, afinal, três é a conta que também Hollywood fez. Eis senão quando, sob o propósito oficial de dever um novo filme aos fãs, surge "Por Estranhas Marés", muito livremente inspirado num livro homónimo de Tim Powers, já com novo chairman na Disney e novo realizador. Gore Verbinski andava noutra e foi substituído por Rob Marshall, homem mais dado a musicais ("Chicago", "Nove") que filmes de aventuras.

Preocupada com o excessivo enrodilhar da história, a Disney apostou num guião mais simples, dirigido pelas personagens e não pela teia de acontecimentos passados. Em paralelo, baixou a escala de produção, regressando a alguns meios mais simples (o que faz adivinhar que se está a ganhar margem para subir a fasquia em mais um ou dois episódios). Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightley) desaparecem sem deixar rasto e ficam só os rivais na arte da pirataria Sparrow (Johnny Depp) e Barbossa (Geoffrey Rush). Entram em cena Ian McShane como Barba Negra, uma espécie de pirata-mor, Penélope Cruz como Angelica, filha de Barba Negra e antigo interesse romântico de Sparrow, e algumas sereias (mais um arquétipo familiar agregado ao cocktail) que resultam, aliás, nas melhores cenas do filme. Objectivo mais ou menos comum a todos: encontrar a mítica fonte da juventude.

A realização de Marshall, embora competente, não tem o ritmo nem os tempos de comédia de Verbinski e a redução de escala deixa os cenários exóticos a cheirar demasiadas vezes a isso mesmo: cenários. O facto de ser em 3D, é apenas a entediante notícia do costume. Quanto a Jack Sparrow, talvez permaneça uma personagem divertida para crianças, mas já nada surpreende na comédia física de Johnny Depp. Com duas agravantes: é impossível acreditar que o trapalhão Sparrow seja tão ágil nas sequências de acção e ainda mais impossível imaginar uma tórrida paixão entre aquela criatura andrógina e fugidia e Angelica (ou quem quer que seja, já agora).
Não faltará, por esse mundo fora, quem goste de rever o mesmo filme, mas, para isso, compra--se o DVD. É escusado filmar tudo outra vez. 

Crítico de cinema

Disney proíbe os seus meios de comunicação social de falarem com Johnny Depp


De acordo com o Hollywood Reporter, a Disney proibiu os meios de comunicação social que controla (como a estação ABC e os seus afiliados) de entrevistar ou falar com Johnny Depp sobre o filme «Rum Diary». Na base da questão está o facto de o filme poder – de certa maneira – fazer sombra à saga «Piratas das Caraíbas», que Depp protagoniza para os estúdios. 

Esta decisão levou a que no Festival de Austin, no Texas, os jornalistas de diversas cadeias ligadas à Disney não pudessem recolher imagens ou sons do actor, que marcou presença no certame para promover o seu mais recente filme. «Viemos para falar com um dos maiores nomes de Hollywood, mas aparentemente a Disney não quer que a antestreia aqui no Cinema Paramount tenha mais exposição mediática que o novo «Piratas das Caraíbas», adiantou Shelton Green da Kvue News.

Aqui deixamos o vídeo da reportagem:
 
Video | News | Weather | Sports
 
Jorge Pereira 

Artigo retirado do site www.c7nema.net Respeita o nosso trabalho

sábado, 22 de outubro de 2011

O resgate do colete, by Johnny Depp


Use colete. Se o Johnny Depp não é boa referência para você, existem poucos outros. Aproveitamos a aparição do ator em uma sessão do filme Diário de um Jornalista Bêbabo, nesta sexta-feira (21), no Texas, com um colete sobre uma camisa descontraída (foto acima, à esquerda), para levantar a bola desse assunto: coletes. Claro, é preciso saber o ambiente em que se vai usar – e se parte de um terno, traje mais formal, ou um acessório mais descontraído-clássico com reminiscências vintage. No fundo, é um resgate de uma peça que quase foi extinta, mas que agora ganha força em um look mais sofisticado – basta ter o corte certo dele, ajustado, e se por cima houver um blazer, que ele também seja feito sob medida.
Colete contrastado
“Um colete contrastado é mais para se usar no lazer, não no trabalho, em ocasiões mais formais”, explica Robert Johnston, editor da GQ britânica. Ou seja, se ele faz parte de um terno, tem de combinar – e não só cor, mas tecido também. Descombinar, só no fim de semana ou em situações que essa descontração pague seu preço. Deixar o último botão aberto ou não? “Esse costume de deixar aberto foi adotado no começo do século 20, por imitadores do portentoso Rei Edward VII, cujo alfaiate não conseguia acompanhar o costumeiro aumento do apetite e peso do patrão”, diz Glenn O’Brien, editor de Estilo da GQ americana. Portanto, se não estiver gordinho (por favor, né!), feche.
Preto ou azul-marinho para o casual
Toda sugestão é apenas uma sugestão, mas vale seguir algumas dicas. A escolha da camisa, tente uma que seja branca com listras suaves, pois é um clássico que serve tanto no escritório quanto em um evento à tarde – essa é a sugestão de nossos amigos da GQ Índia. Para o look ficar no casual, pode colocar uma camisa antiga, mais descontraída, e não se esqueça de dobrar as mangas. Calça jeans? OK, mande ver, fica interessante. Se o colete for escuro, talvez uma boa opção seja a calça seguir um pouco o tom. Qual colete escolher para este caso? Preto ou azul marinho, pois é mais seguro, mais clássico e fica ótimo com cinza. Importante: escolha um que tenha ajuste na parte de trás, para garantir um caimento mais correto. Isso é só um começo: aguarde uma reportagem completa e fotográfica em cima do tema.

AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

JOHNNY DEPP

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HUMOR DA NAHH

The current mood of nahh at nahh