sábado, 28 de novembro de 2009

CANTINHO DO VINI

o VINI,é ums ds pessoas mais legais que conheci ,professsor de música,tem um talento impressionante..
Tem um bom gosto maravilhoso para músicas lindas e filmes melosos 
Lembra EM ALGUM LUGAR DO PASSADO?
pensei que vc não fosse gostar do filme.mas adorou e pela música do filme..
VINI,espero que vc goste dessa homenagem ..
Resolvi falar de um compositor que é seu ídolo :

 
LUDWIG VAN BEETHOVEN... o meninu naum é fraco naum  rsrs
 

 Beethoven


b e e t h o v e n   
(1770-1827) Ludwig van Beethoven nasceu em Bonn (Alemanha), em 16 de dezembro de 1770, descendente de uma família de remota origem holandesa, cujo sobrenome significava ‘horta de beterrabas’ e no qual a partícula van, não indicava nenhuma nobreza. Seu avô, também chamado Luís, foi maestro de capela do príncipe eleitor de Bonn. O pai de Beethoven, Johann, foi tenor nessa mesma capela. Pretendeu amestrá-lo como menino prodígio no piano, mas era um homem fraco, inculto e rude, que terminou consumido pelo alcoolismo. Beethoven teve infância infeliz.
Aos oito anos de idade apresentou um concerto para cravo. Em uma carta pública de 1780, Christian Gottlob Neefe afirmava que o seu discípulo, Beethoven, de dez anos, dominava todo o repertório de J.S.Bach e o apresentava como um segundo Mozart.
Beethoven fez os primeiros estudos em Bonn sob a orientação de Neefe (1781), tornando-se organista-assistente da capela eleitoral (1784). Iniciou sua carreira de compositor com alguns lieder, três sonatas para piano e uns quartetos para piano e cordas. Sua fama começou a transcender e o príncipe eleitor o enviou para Viena. Maximiliano, arquiduque da Áustria, subsidiou seus estudos.
Foi uma viagem pouco proveitosa, pois Beethoven teve de voltar em pouco tempo para assistir a morte da mãe. Mesmo assim, chegou a conhecer Mozart já doente, absorto pela composição de Don Giovanni. Em Bonn, Beethoven atravessou um período de grandes dificuldades financeiras.
Pouco tempo depois, Haydn leu algumas de suas obras e convidou a voltar para Viena para seguir ‘estudos vigiados’ com ele. Também tomou lições com Albrechtsberg e Salieri. Exibia-se como pianista virtuose nos salões aristocráticos. Apesar das suas maneiras rudes e do seu republicanismo ostensivo, sempre esteve Beethoven generosamente protegido pela alta sociedade vienense (o arquiduque Rodolfo, as famílias Brunswick e Lichnowsky, o conde Rasumovsky etc.). Melhorou de posição social e formação musical pela ajuda de mecenas, que em 1792 lhe possibilitaram a mudança definitiva para Viena.
Em 1795 Beethoven publicou o sua primeira obra, integrada pelos Trios para piano Op. 1 (3). Obras que, como as Sonatas para piano Op. 2, mostravam a personalidade (embora não ainda o gênio) de seu criador. Esse gênio começou a se revelar só anos depois, em seu Op. 7 e Op. 10.
Os últimos anos do século XVIII parece ter sido a época mais feliz da desditosa vida de Beethoven: o sucesso profissional, a proteção e lisonja dos poderosos, as amizades profundas, talvez o amor. Embora várias figuras femininas tenham cruzado a sua vida, provavelmente a única realmente importante tenha sido a ‘jovem amada’, Giulietta Guicciardi, cujos 17 anos e encanto fútil conquistaram Viena, e a quem o compositor dedicou a sua Sonata ao luar.
Também foi nessa época (1801) que se instalou em Beethoven uma crescente surdez, que em pouco tempo se tornaria irreversível. Desesperado, Beethoven redigiu em Heiligenstadt, então subúrbio de Viena, seu testamento, decidido a suicidar-se. A crise foi, porém, superada e, sendo parcial sua surdez, o compositor ainda pôde continuar a sua carreira. Como ele mesmo descreveu, ‘foi a arte, e só a arte, que me salvou’. Beethoven utilizava uma corneta para atenuar sua surdez, antes de ter de usar os cadernos de anotações.
Foi o tempo de sua única ópera, Fidélio, exaltação do amor conjugal, das grandes Sonatas para piano - Patéticae Apaixonado, dos monumentais concertos, dos quartetos para cordas do período médio; o tempo, principalmente, das obras que lhe deram maior popularidade, suas revolucionárias sinfonias e, em especial, a Sinfonia n.º 5. Os membros da aristocracia austríaca, lhe concederam em 1809, uma pensão vitalícia. Sua carreira pública chegou ao ponto culminante em 1814, por ocasião do Congresso de Viena.
Depois desses sucessos, a surdez começou a piorar, isolando o mestre quase totalmente do mundo. A carência afetiva o levou a se trancar cada vez mais dentro de si mesmo. Seus últimos anos também se viram amargurados pela saúde precária, dificuldades financeiras e, principalmente, pelos problemas com seu sobrinho Karl, os quais, indiretamente, foram a causa da sua morte: após uma discussão, Beethoven saiu de casa no meio de uma tempestade, contraindo uma pneumonia que pôs fim a seus dias em 26 de março de 1827. O cortejo fúnebre contou com uma impressionante multidão de 20.000 pessoas, coisa inusual em uma Viena que produzia gênios e depois, como com Mozart, dava-lhe as costas.
Beethoven impressionou os contemporâneos, além de sua arte, pelas manifestações rudes de sua independência pessoal. Em torno de sua forte personalidade formaram-se lendas, destinadas a salientar os sofrimentos e a grandeza do homem titânico, chegando a falsear a perspectiva biográfica. A famosa carta (sem data e sem endereço) à ‘amada imortal’ não tem maior importância para a interpretação da obra, porque na arte de Beethoven não é sensível o elemento erótico. Errada também é a opinião de ter o mestre sofrido pela incompreensão dos contemporâneos: teve, em vida, os maiores sucessos e foi admirado como nenhum outro compositor.
Também teve notável êxito material e, chegou a ditar preços aos seus editores. Mas, sobretudo, foram mal compreendidos os efeitos de sua doença. Até 1814, a surdez não foi total, permitindo a elaboração de numerosas obras-primas musicais; depois dessa data, foi a própria surdez que abriu ao compositor as portas de uma nova arte, toda abstrata. A grandeza de Beethoven não foi, prejudicada pela surdez, e sua vida não se resume numa luta heróica contra a doença.
As obras de Beethoven são intensamente romântica pela extremo subjetivismo, no qual tem lugar a tragicidade patética e o júbilo triunfal, o idílio e o humorismo burlesco, o idealismo eloqüente e a música profunda. Mas a forma dessas manifestações é a do Classicismo vienense de Haydn e Mozart; são cuidadosamente elaboradas e severamente disciplinadas. Essa obra romântica é, paradoxalmente, a mais clássica que existe.
Beethoven viu-se admirado até a idolatria pelos seus contemporâneos. Sua influência sobre toda a música do século XIX foi avassaladora. Também as obras difíceis, as últimas sonatas e os últimos quartetos foram, enfim, compreendidos, e a imensa popularidade de Beethoven chegou a estender-se à Sinfonia n.º 9. Mas no fim do século começaram a surgir as primeiras vozes cépticas.
Achou-se que Beethoven tinha escrito sinfonias, sonatas e quartetos os mais perfeitos, de modo que sua arte significava um fim, embora glorioso. Debussy ousou manifestar aversão à eloqüência do mestre. Na época moderna já não existem compositores beethovenianos. Sua influência parece terminada. Stravinsky encontrou palavras duras contra o subjetivismo e o emocionalismo do mestre, o que não o impediu de declarar a fuga para o Quarteto de cordas Op. 133 (1825), como a maior manifestação da música ocidental.
Diferente de muitos outros compositores, Beethoven não foi menino prodígio. Teve evolução lenta. À sua primeira obra escrita e publicada em Viena deu o nome de Trios Op. 1, fazendo entender, com razão, apenas interesse biográfico e histórico. Também é necessário descontar algumas obras escritas por encomenda e elaboradas sem inspiração, como a Sinfonia de batalha, que foi composta em 1813 e apresentada em Viena em 1816 com sucesso retumbante mas efêmero.
Resta a grandiosa evolução, dos Trios Op. 1 até o último Quarteto Op. 135 (1826), evolução que não tem igual na história da música. O musicólogo russo Wilhelm von Lenz, considerando 1802 e 1814 como datas decisivas na vida do mestre, formulou a tese de três fases da criação de Beethoven: mocidade, maturidade, últimas obras. Embora cronologicamente inexata (algumas obras não se enquadram bem no esquema) a tese de Lenz é até hoje geralmente aceita.
Primeira fase - A primeira fase, de 1792 até 1802, caracteriza-se pelo frescor juvenil, pelo brilho virtuosístico, pelo estilo galante do séc. XVIII, embora interrompida por tempestades pscológicas bem pré-românticas e acessos de melancolia. Galante, naquele sentido, é o famoso Septeto Op. 20 (1799-1800); despreocupadamente alegre é a sua Sonata para piano e violino em fá maior Op. 24 - Primavera (1801); bem mozartiano ainda é o Concerto para piano n.º 3 em dó menor (1800).
A melancolia manifesta-se na Sonata para piano n.º 3 em ré maior Op. 10 (1796-1798), nos Quartetos Op. 18 (6) (1798-1800) e na Sonata para piano e violino n.º 2 em dó menor Op. 30 (1802), mas sobretudo na célebre Sonata para piano n.º 2 em dó sustenido menor Op. 27, à qual a posteridade tem dado o apelido de Sonata ao luar. Obra capital do pré-romantismo beethoveniano é a Sonata para piano em dó menor Op. 13, à qual o próprio mestre deu o nome de Patética (1798). A evolução do mestre evidencia-se na diferença sensível entre a Sinfonia n.º 1 (1799) e a Sinfonia n.º 2 (1802).
Duas obras das mais conhecidas de Beethoven não se enquadram bem no esquema de Lenz. Em 1803, já em plena segunda fase, a famosa Sonata para piano e violino em lá maior Op. 47 - Kreutzer é o exemplo mais brilhante da primeira fase. Por outro lado, já em 1802, a Sonata para piano n. 2 em ré menor Op. 31 manifesta toda a tragicidade do gênio beethoveniano.
Segunda fase - A segunda fase, a da plena maturidade, abre em 1803 com a colossal Sinfonia n.º 3 em mi bemol maior - Eroica. Do mesmo estilo trágico são, em 1804, a sombria Sonata para piano em fá maior Op. 57 - Apaixonado, e o segundo ato da única ópera de Beethoven, Leonora (mais tarde rebatizada Fidélio). Mas ao mesmo tempo, em 1804, escreveu o mestre a triunfal Sonata para piano em dó maior Op. 53 - Aurora (ou Waldstein) e, depois de duas aberturas menos bem logradas para a ópera, a Leonora n.º 3 (1806), que conquistou a sala dos concertos, talvez a mais gloriosa de todas as aberturas. Do ano de 1806 também são o intensamente lírico Concerto para piano n.º 4 em sol maior Op. 58, o majestoso Concerto para violino em ré maior Op. 61, e os Quartetos Op. 59, em fá maior, mi menor e dó maior, dedicados ao conde Rasumovsky, os quartetos mais brilhantes que existem.
Depois as obras-primas seguem-se sem interrupção: a trágica Sinfonia n.º 5 em dó menor (1805-1807), a mais famosa de todas, e a não menos trágica abertura Coriolano (1807), a idílica Sinfonia n.º 6 em fá maior - Pastoral (1807-1808), a sombria Sonata para piano e violoncelo em lá maior Op. 69 (1808) e o Trio para piano em ré maior Op. 70 (1808), de profunda melancolia; em 1809, a Sonata para piano em mi bemol maior Op. 81 - Os adeuses. Em 1810, a música de cena (incluindo grandiosa abertura) para a peça de Egmont, de Goethe; em 1812, a Sinfonia n.º 7 em lá maior, a mais intensamente poética de todas, a humorística Sinfonia n.º 8 em fá maior (1812) e o justamente famoso Trio para piano em si bemol maior Op. 97 - Arquiduque; enfim, em 1812, a última Sonata para piano e violino em sol maior Op. 96, despedida poética da segunda fase.
Terceira fase - Depois das festas de 1814, Beethoven, agora completamente surdo, retira-se para a solidão, elaborando uma música totalmente diferente, abstrata, interiorizada. O pórtico da terceira fase é a gigantesca Sonata para piano em si bemol maior Op. 106 - Sonata para piano (1818). Seguem, 1820-1822, as três últimas sonatas para piano, em mi maior Op. 109, em lá bemol maior Op. 110 e em dó menor Op. 111. A última, Op. 111, seria - dir-se-ia - o sacrossanto testamento pianístico de Beethoven, se não tivesse escrito, em 1823, as 33 Variações sobre uma valsa de Diabelli Op. 120. Sobre um tema banal, a maior obra de variações da literatura musical.
Do mesmo ano de 1823 são a Sinfonia n.º 9, que o coral do último movimento, que assustou os contemporâneos e é hoje a obra mais popular do mestre, e a gloriosa Missa solene, obra de religiosidade livre de um grande individualista. Em 1824 inicia Beethoven o ciclo dos últimos quartetos: em mi bemol maior Op. 127, em lá menor Op. 132 (1825), em si bemol maior Op. 130 (1825), do qual foi separada a Fuga final Op. 133. Enfim, em 1826, o Quarteto em dó sustenido menor Op. 131, mais uma dessas obras gigantescas para o pequeno elenco de quatro instrumentos de cordas, e o comovente último Quarteto em fá maior Op. 135 (1826). São obras de inigualável profundeza artística e grandes documentos humanos.

Beethoven - Minha coleção
Essa você conhece! O midis abaixo correspondem às músicas mais conhecida de Beethoven. É só clicar e ouvir!










sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Donnie Brasco [Donnie Brasco] (1997)

Donnie Brasco [Donnie Brasco] (1997)























SINOPSE
O Governo Norte-Americano declarou guerra ao crime organizado.
Um homem já estava em território inimigo.
Do realizador Mike Newell, nomeado para Óscar de melhor filme com "Quatro Casamentos e um Funeral", chega-nos a última e verdadeira história da Máfia. Baseado nos relatos de Joseph Pistone, um ex-agente do FBI infiltrado durante sete anos na família mafiosa dos Bonano, esta é a transcrição da mais bem sucedida operação da combate do FBI. "Lefty" Ruggerio (Al Pacino), um dos maiores mafiosos americanos, tem como novo protegido um jovem de Miami chamado Donnie Brasco (Johnny Depp). A relação que existe entre ambos torna-os cúmplices inseparáveis, fazendo com que Lefty o torne membro activo e conhecedor do mundo criminoso da família Bonano. Durante os sete anos seguintes a vida de Donnie tem só um objectivo desmascarar o obscuro e sangrento mundo da mafia, nem que para tal tenha de sacrificar tudo. Um dos grandes êxitos em todo o mundo, "Donnie Brasco" traz-nos Al Pacino e Johnny Depp numa história verdadeira de amizade, lealdade e traição.

REALIZADOR
Mike Newell

INTÉRPRETES
Al Pacino, Johnny Depp, Michael Madsen, Bruno Kirby, James Russo, Anne Heche, Zeljko Ivanek, Gerry Becker, Robert Miano, Brian Tarantina, Rocco Sisto, Zach Grenier, Walt MacPherson, Ronnie Farer, Terry Serpico. 

Dados Do Arquivo
Tamanho: 1.24 GB
Qualidade: DVDRip
Legenda: Pt-Br





quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Dia de Ação de Graças

Quase todos os países do mundo comemoram um dia especial quando expressam sua alegria ou gratidão pela colheita. Uma das comemorações mais antigas é a dos judeus. Você pode ler, na Bíblia, sobre a Festa dos Tabernáculos (Levítico 23.39-41).
Esta festa é comemorada no final de setembro ou no início de outubro. Deus mandou os judeus fazerem esta festa para lembrarem tudo de bom que Deus tinha feito por eles.
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Nos Estados Unidos, o Dia de Ação de Graças é um grande feriado. É sempre comemorado na 4ª quinta-feira do mês de novembro. Foi comemorado pela primeira vez em 1621 quando um pequeno grupo de crentes (chamados puritanos) comemoraram sua sobrevivência.Eles tinham saído da Inglaterra porque lá era proibido cultuar a Deus livremente. Quando eles chegaram aos Estados Unidos em 1620, eles não tinham nada e quase morreram de fome e frio. Eram 102 pessoas. Morreram 56. Com a ajuda dos índios, os outros 56 conseguiram sobreviver durante o primeiro ano no novo país. Resolveram então dar graças a Deus através de uma festa que durou três dias.
Ao longo dos anos, isto se tornou uma tradição, e a data foi fixada em novembro pelo presidente dos Estados Unidos. A mesma tradição existe no Canadá, onde o dia é comemorado na 2ª segunda-feira de outubro.
Os evangélicos em outros países do mundo adotaram este dia em seu calendário, porque eles também querem ter um dia especial para agradecer todas as bênçãos de Deus.
Algumas igrejas, aqui no Brasil, fazem um culto de gratidão durante o mês de novembro.
Você tem alguma coisa para agradecer? Por que você e sua família não fazem um culto especial? Neste dia, cada pessoa pode falar um (ou mais) motivo de agradecimento. Leia, na Bíblia, Salmo 66.16 (”Vinde, e ouvi, todos os que temeis a Deus, e eu contarei o que ele tem feito por mim.”). Cante o hino “Conta as Bênçãos” e depois ore agradecendo todas essas bênçãos.
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Inimigos Públicos

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Johnny Depp foi muito simpático, respondeu perguntas com bom-humor e foi atacado por jornalistas desesperados por fotos. Saiba como foi minha entrevista com o Jack Sparrow do Chapéu Maluco!
Como muita gente, conheci Johnny Depp em Anjos da Lei. Isso entrega a idade, mas tudo bem. =D Desde então gostei do sujeito, aí ele fez Edward Mãos de Tesoura e pronto. Claro que alguns filmes não me agradaram tanto, e ele também precisou aprender um truque ou dois, e ficou um tempão na memória. No geral, Depp é muito bom ator. Discordo das acusações de que ele sofre da “sindrome do palhaço” – só consegue atuar quando totalmente transformado no aspecto visual -, mas boa parte do que ele faz tem esse elemento forte, então é quase uma assinatura de estilo. Bom, tudo isso para dizer que estava empolgadão para assistir a Inimigos Públicos e, claro, entrevistar Johnny Depp. O filme é fraco e tem poucas chances de Oscar, mesmo com a atuação boa do Depp. Não dá para carregar um filme desses nas costas, enfim [leia crítica].
Assisti ao filme na noite anterior à entrevista, e corri para o hotel Four Seasons – em Beverly Hills. Lá conversaria com Michael Mann [diretor], Christian Bale, Marion Coutilard e, claro, Johnny Depp. Ele fala pouco com a imprensa aqui nos Estados Unidos, mas resolveu dar as caras. Tudo aconteceu no formato coletiva de imprensa. Três grupos de jornalistas – cerca de 20 profissionais em cada – falariam com o elenco. Estava na segunda rodada de Depp. Apreensão no ar. Muita gente não o conhecia pessoalmente – eu incluso – e todo mundo precisava aproveitar a oportunidade.
Ele chegou de forma bem simpática, mas misteriosa. Usou uma portinha nos fundos da sala da coletiva, ao contrário do resto do elenco, que entrou pela porta da frente. Sorrindo e disposto a responder tudo que perguntássemos, Depp brincou bastante. Jornalista japonês começou a fazer a pergunta e fez algumas afirmações, no meio disso Depp solta um “sim”. E o cara devolve: “essa não é minha pergunta”, e ele logo emenda: “então essa não é minha resposta”. Todo mundo riu.
Consegui fazer três perguntas a ele e adorei as respostas. Todas, aliás, focadas em Alice no País das Maravilhas [tinha que escrever uma matéria de capa para a Sci-Fi News, sobre ele e o personagem, então o foco foi total]. Uma delas você pode ler aqui. Claro que ele falou sobre John Dillinger, sobre a possibilidade de fazer filmes franceses – já que mora lá, seria óbvio -, as mulheres francesas e sobre seu estilo de atuação.
Um detalhe muito curioso em Depp foi o seguinte: ele utiliza uma linguagem pouco comum, ou seja, usa palavras mais inteligentes e tem uma linha de raciocínio diferenciada. Por exemplo, ele disse isso “and the drawings were not dissimilar” [e os desenhos não eram díspares]. Qualquer ator teria dito algo mais direto como “e eles não eram diferentes”. Chamou atenção o fato de usar o termo “dissimilar” e de forma 100% correta. Só mais um, entre tantos diferenciais que Depp apresenta. Muito legal isso.
Acho que as fãs pirariam cada vez que ele tirava a franja da frente do olho. Um movimento bastante normal e regular dele, aliás.
A entrevista acabou, ele assinou alguns DVDs e pôsteres e aí começou algo estranho. Jornalistas às vezes tentam tirar fotos com os atores. Eu mesmo tenho várias delas, mas normalmente faço quando entrevisto individualmente, quando o entrevistado gostou muito das minhas perguntas e se dispõe a tal. No caso do Depp foi diferente. Um pelotão de jornalistas disparou pra cima dele. Gente abraçando, pedindo para tirar foto, empurrando. Muito estranho. Duas conseguiram. Fiquei de longe, assistindo – assustado – ao circo. Tirei fotos de longe, a maioria borrou. Não tenho câmera profissional. Nunca vi isso acontecer.
A assessora do Depp ficou irritada, puxou ele pelo braço e sumiram pela mesma portinha. Fiquei sabendo do pior depois, um senhor – mala de tudo – da Suécia, que sempre tenta tirar foto com todo mundo, estava na outra sala e ‘agarrou Johnny Depp pelo braço, deu tranco nele e quase levou um sopapo”. Depp ficou tão chocado com o puxão que olhou muito feio para o sujeito, pelo que ficamos sabendo depois que todos os jornalistas se encontraram na saída.
Mas isso só prova que Johnny Depp é admirado e idolatrado mesmo entre os profissionais que cobrem Hollywood. Adorei a experiência, adorei as respostas e se portou como um verdadeiro astro. Dando conteúdo àqueles que precisam de seu conhecimento e, assim, garantindo a divulgação de seu trabalho. Uma troca justa. Bem, nem tanto, o que eu escrever logo cai no esquecimento; o contrário não vai acontecer, pois nunca me esquecerei de minha primeira entrevista com o homem de mil faces, sejam elas maquiadas ou não.
Johnny Depp é foda! =D

PLATTON-PEQUENA PARTICIPAÇÃO DO DEPP-1986

Johnny Depp In PlatoonJohnny Depp In Platoon
Platoon (Platoon (título no Brasil) ou Platoon - Os bravos do pelotão (título em Portugal) ) é um filme estadunidense de 1986, do gênero drama de guerra, escrito e dirigido por Oliver Stone.
O roteiro é baseado na experiência pessoal de Oliver Stone na guerra do Vietnã, e num roteiro que ele finalizou por volta de 1976.
O orçamento de Platoon foi de 13 milhões de dólares, sendo que arrecadou a quantia de 137 milhões de dólares apenas nas bilheterias estadunidenses.
O filme mostra os horrores da guerra do Vietnã através dos olhos de Chris, um jovem recruta estadunidense que se alista voluntariamente para o combate.
Na guerra, o jovem trava contato com os sargentos Barnes e Elias: o primeiro, um assassino brutal e psicopata; e o segundo, um pacifista inteligente e sensível.

  • Johnny Depp tinha 22 anos de idade na época em que o filme foi realizado e aquela foi a primeira vez que ele saiu dos Estados Unidos, uma vez que as filmagens foram realizadas nas Filipinas.

D JUAN DE MARCO-1995

Don Juan de Marco

Direção: Jeremy Leven?


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Sinopse
Um homem de 21 anos (Johnny Depp) dizendo ser o famoso amante Don Juan vai até Nova York para encontrar seu amor perdido, mas, sentindo que não alcançará seu objetivo, tenta se matar. Porém, um psiquiatra (Marlon Brando) consegue convencê-lo a mudar de idéia e começa a tratá-lo. Entretanto, o paciente possui um romantismo irrecuperável e contagioso, que começa a influenciar o comportamento do médico.


Ficha Técnica
Título Original: Don Juan DeMarco
Gênero: Romance
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1995
Estúdio: New Line Cinema / American Zoetrope
Distribuição: New Line Cinema / Columbia TriStar Films
Direção: Jeremy Leven
Roteiro: Jeremy Leven, baseado em personagem criado por Lord Byron
Produção: Francis Ford Coppola, Fred Fuchs e Patrick J. Palmer
Música: Michael Kamen e Robert John Lange
Fotografia: Ralf D. Bode
Desenho de Produção: Sharon Seymour
Direção de Arte: Jeff Knipp
Figurino: Kirsten Everberg
Edição: Antony Gibbs


Elenco
Marlon Brando (Dr. Jack Mickler)
Faye Dunaway (Marilyn Mickler)
Johnny Depp (Don Juan)
Géraldine Pailhas (Donna Ana)
Bob Dishy (Dr. Paul Schowalter)
Rachel Ticotin (Dona Inez)
Talisa Soto (Dona Julia)
Richard C. Sarafian (Detetive Sy Tobias)
Stephen Singer (Dr. Bill Dunsmore)
Franc Luz (Don Antonio)
Carmen Argenziano (Don Alfonzo)
Jo Champa (Sultana Gulbeyaz)
Marita Geraghty


Premiações
Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Canção Original ("Have You Ever Really Loved a Woman").
Recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro, nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original ("Have You Ever Really Loved a Woman").


Curiosidades
O ator Johnny Depp condicionou sua atuação em Don Juan DeMarco à participação de Marlon Brando como o psiquiatra Jack Mickler.

Para aprender a falar com sotaque espanhol, o ator Johnny Depp assistiu a vários episódios da série de TV americana Ilha da Fantasia.
O orçamento de Don Juan DeMarco foi de US$ 25 milhões, sendo que o filme arrecadou mais de US$ 65 milhões nas bilheterias de todo o planeta.

Dublado: Baixar Aqui
Legendado: Part1 Part2


terça-feira, 24 de novembro de 2009

NOTICIAS DE JOHNNY DEPP

Johnny Depp pode fazer par romântico com Angelina Jolie no cinema

Ator deve substituir Sam Worthington em 'The Tourist'



Reuters/Reuters

Depp e Jolie: juntos nas telonas

Depois da substituição de Charlize Theron por Angelina Jolie, "The Tourist", que ainda nem começou a ser rodado, volta a dar o que falar.

. Angelina Jolie pode substituir Charlize Theron em filme

Tudo porque Johnny Depp está cotado para substituir Sam Worthington no filme e fazer par romântico com a mulher de Brad Pitt.

Na trama, Jolie vive uma agente da Interpol que tenta encontrar um criminoso com quem se envolveu no passado.

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