terça-feira, 16 de novembro de 2010

COMO SE DEFENDER DAS LADRAS DE MARIDO-Ciúme a mulher de Johnny Depp por cena de banho com Angelina Jolie

As fãs do galã de cinema Johnny Depp ficaram frustradas ao saber que foi cortada do roteiro uma cena sensual de banho do ator com uma outra atriz no seu novo filme, "The Tourist", que estréia em dezembro,  em função do ciúme da mulher de Depp, a modelo e cantora Vanessa Paradis, que armou um tremendo barraco ao melhor estilo-lavadeira forçando à supressão da cena.

          No filme, Depp interpreta um turista americano que seduz uma agente da Interpol. Em uma cena, o personagem de Depp encosta a atriz contra a parede de vidro de um banheiro e acaricia seu corpo nu. Ao ouvir sobre a cena, a esposa de Depp surtou no ato e exigiu  que a cena não fosse feita  porque se sentia “ameaçada” e “intimidada” pela atriz  numa cena tão íntima com seu maridão.

          O curioso é que cenas de chuveiro -  assim como de elevador ou de cama  - são clichês clássicos, chamarizes dos filmes quando se tem alguma dupla de atores com bom sex-appeal em cena. Quem vive do cinema e do show-business sabe disso muito bem. Assim como existe o “beijo técnico”, existe o “chuveiro técnico”. Tudo profissional. Ninguém se importa. Todos são do mesmo ramo e ninguém liga. Até antes desse evento, a  esposa de Depp não ligava também. Nosso querido pirata do caribe já pegou um número interminável de mulheres nas telas e ela não estava nem aí. Por que o surto agora?

 Elementar, meu caro Watson: dessa vez o buraco (e que buraco...) era mais embaixo. Tudo muda quando a atriz em cena é... Angelina Jolie!  Sim, ela, mesma, a coisa-ruim-carcará-sanguinolenta; o anhangá de olhos perolados-azuis-esverdeados; a ariranha ultra-bocuda,  o bicho-papão-rouba-marido; o terror das mulheres de Hollywood!!! Vanessa Paradis, a esposa de Depp, que não quis passar recibo de insegura ciumenta, foi logo arranjando um pretexto: alegou que “o forte conteúdo sexual da cena estava fora do contexto” (?!) e  encheu  a paciência do ator e dos produtores até conseguir seu intento de que a cena não fosse filmada.
 Porém, nos bastidores, as fontes revelaram o que realmente a esposa de Depp disse: "Me senti ameaçada... Angelina tem uma má reputação. Ela roubou Brad Pitt de Jennifer Aniston quando eles estavam filmando Sr.& Sra. Smith juntos". Pronto: aí está! A verdade nua e crua. A patroa Depp não queria se arriscar com a temba-mor do cinema. Se o Diabo veste Prada, seu sobrenome é Jolie! “Vade retro, cabrunca-bocuda dos infernos! Com meu marido não, bocão! “   Bem... está aí uma lição para as mulheres que vivem reclamando que as “Jolies” da vida roubaram-lhes os maridos: melhor prevenir do que (tentar) remediar. Jennifer Aniston que o diga. A receita para segurar o marido está dada. Torço para que funcione para todas vocês, minhas leitoras.
 Antes de concluir, porém, apenas um senão: isso pode até funcionar com as periguetes siliconadas que infestam nossa sociedade, mas lamentavelmente tenho lá minhas dúvidas sobre se funcionaria com a besta-fera Jolie.  Afinal, existem os vampiros comuns e o Conde Vlad  Dracul, ou Drácula, o vampirão-mor da Transilvânia. Não é a mesma coisa. Se a suspeita for a Jolie, a maligna, a morcegona chupadora (de sangue...) de homens casados, nada disso vale. Se você ama seu marido, não se limite a fazer o que fez a esposa do Depp. Melhor não brincar com o perigo. Dane-se o mico, o atestado de sentimento de inferioridade, o ridículo social ou o que seja. Vale tudo nessa guerra “o-marido-é-meu-ninguém-tasca-que-eu-vi-primeiro”. Se a Jennifer Aniston tivesse feito isso, em vez de receber a pé-de-cabra em casa, talvez estivesse até hoje com o Brad Pitt. Vá à luta: pegue crucifixo, água-benta, réstias de alho etc e parta para o tudo ou nada com a vampirona. Se mesmo assim não funcionar, apele para a estaca no coração da besta-fera ou corte-lhe  cabeça. Costuma funcionar, segundo o caçado de vampiros Abraham Van Helsing.
Finalizando, eu bem que gostaria de dizer, para tranqüilizar minhas leitoras e defender os homens, que aquele que realmente amasse sua mulher não se deixaria seduzir nem mesmo pela rabuda (no sentido diabólico...) da Jolie. Porém seria mentira. Nenhum escaparia. A mulher seria mera espectadora. Para dizer a verdade, seria capaz da Gadelha insaciável dar um pega em ambos, porque para ela tanto faz se ela chupará (a carótida...) do homem ou da mulher. É perigo (e tesão...)  em dobro. Jolie é uma espécie de Ivete Sangalo gringa – tanto homens como mulheres (mesmo as heteros) adorariam se entregar aos seus desígnios maléficos pervertidos. Uma espécie de contradição erótica existencial:”Sei que será meu fim, mas preciso saber com é”.
 É... a verdade dói. Mas tem um lado bom: Angelina Jolie só tem uma. Já é um alento. Ufa!...
Postado por José Roberto Cabral em 10/11/2010 - 08:32:00

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