“Say10” traz representações de Caim e Abel e outras alegorias
por ROLLING STONE EUA10 de Out. de 2017 às 12:41
Johnny Depp se junta a Marilyn Manson para uma orgia satânica no videoclipe de “Say10”. A música aparece no novo disco do cantor, Heaven Upside Down, lançado na última sexta-feira, 6.
O registro visual dirigido por Tyler Shields traz Depp e Manson interpretando os irmãos Caim e Abel, que têm a história narrada na Bíblia. Durante o vídeo, a dupla declara a letra da canção um para outro enquanto estão sentados em tronos em um quarto cavernoso, repleto de mulheres nuas. Essas cenas são intercaladas com imagens de uma mulher se masturbando em um cômodo perturbado por espíritos demoníacos e com uma Bíblia flutuante.
“Estou aqui para ser tudo o que sou acusado de não ser. E para ser culpado pelo o que vocês me fizeram ser. Os tiros que vocês irão escutar são de uma boca disfarçada de arma. Não chame isso de arte. Isso é um pinto duro em um quarto cheio de vampiros e de música. A música é meu sangue sujo no rosto de vocês”, disse Manson, em um comunicado, sobre o vídeo. Assista abaixo.
Heaven Upside Down é o décimo disco da carreira de Manson, e chega dois anos após The Pale Emperor. Em uma entrevista recente à Rolling Stone EUA, ele afirmou que o novo álbum se distancia do LP mais recente para se aproximar de trabalhos passados. “As pessoas que escutaram as novas músicas disseram que elas lembram suas partes favoritas de Antichrist Superstar (1996) e Mechanical Animals (1998), mas com uma abordagem nova e diferente.”
“Os estúdios vendem um produto e eu me tornei seu produto.”
Ele é um dos poucos grandes atores a escrever seu próprio destino. Desde que se tornou um nome familiar aos 24 anos, Johnny Depp navegou habilmente pelas armadilhas da celebridade, forjando seu próprio caminho em ambiciosos filmes de autores como Tim Burton e Jim Jarmusch. Numéro Homme senta com o ícone de Hollywood – e rosto da fragrância Sauvage da Dior – para uma entrevista exclusiva.
NH: Quais diretores tiveram o maior impacto em você? JD: Tim Burton. Quando conheci Tim, tinha acabado de fazer Cry-Baby com John Waters. Antes de John eu estava naquele programa de TV [21 Jump Street] e eu era basicamente tudo como o que eles queriam me vender. Os estúdios vendem um produto e eu me tornei seu produto. Eles ditavam às pessoas o que eu era e quem eu era. Não era sobre mim, era sobre essa imagem que não tinha nada a ver comigo, então eu sabia que não estava na minha estrada.
NH:Quão importante é para você permanecer independente em suas escolhas de filmes? JD:Uma coisa que eu nunca poderia suportar quando toda a estranheza começou a acontecer e as pessoas começaram a me reconhecer, foram as categorias nas quais você é colocado. Eles farão qualquer coisa para rotular você como um certo tipo. É como quando você aparece nas fileiras e as pessoas dizem: ” Ele é o novo James Dean ou isso ou aquilo … ” Não, não, não. Eu nunca gostei das categorias. Eu não gosto de pensar sobre isso como um negócio, isso fica no caminho. É uma corrida de obstáculos para o trabalho, de modo que simplesmente não estou interessado nisso.
NH:Você já assistiu seus próprios filmes? JD:Não, eu tento não assistir. Eu tive que fazê-lo algumas vezes porque queria me certificar de que o corte estava bom, mas eu prefiro permanecer ignorante do que seja o acordo final. É mais fácil para mim fazer o trabalho, viver o personagem e, uma vez que eles dizem “você terminou”, é quase como se não fosse meu negócio. Eu me sinto melhor não vendo o que eles chamam de “produto final”. Prefiro me afastar com a experiência, o que me permite permanecer menos consciente de quaisquer definições estranhas que as pessoas usem – como a fama e tudo isso – e me permite permanecer o mais livre possível.
(Leia a entrevista completa na edição de outono /inverno de 2017-2018 de Numéro Homme, nas bancas da França a partir de 2 de outubro.)
A Premiere de Assassinato no Expresso do Oriente nos Estados Unidos será na segunda-feira, dia 6 de novembro de 2017, no AMC Loews, Lincoln Square 13, Broadway – NY
Johnny Depp aparece como a vítima de assassinato em 'Assassinato no Expresso do Oriente'
O que começa como um luxuoso passeio de trem pela Europa rapidamente se desdobra em um dos mistérios mais elegantes, tensos e emocionantes já contados. Do romance da autora mais vendida do mundo, Agatha Christie, "Assassinato no Expresso do Oriente" conta a história de treze estranhos presos em um trem, onde todos são suspeitos. Um homem deve correr contra o tempo para resolver o quebra-cabeça antes que o assassino ataque novamente. Kenneth Branagh dirige e lidera um elenco de estrelas incluindo Penelope Cruz, Willem Dafoe, Judi Dench, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley e Josh Gad.
Diretor: Kenneth Branagh
Roteiro: Michael Green
Baseado no romance de: Agatha Christie
Produzido por: Ridley Scott, Mark Gordon, Simon Kinberg, Kenneth Branagh, Michael Shaefer, Judy Hofflund
Elenco: Tom Bateman, Kenneth Branagh, Penélope Cruz, Willem Dafoe, Judi Dench, Johnny Depp, Josh Gad, Derek Jacobi, Leslie Odom Jr., Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley, Marwan Kenzari, Olivia Colman, Lucy Boynton, Rulfo, Sergei Polunin
Depois de acusar os antigos gerentes de negócios de má gestão, Johnny Depp aponta o dedo a familiares e amigos, por estes terem usado o dinheiro do ator sem autorização.
Depois de o ator de Hollywood ter dado início ao processo que acusa o "The Management Group" (TMG), antigos gerentes de negócios, - de pagarem os impostos de forma incorreta, de fazerem empréstimos sem autorização e de não informarem o ator quanto ao estado das finanças - Johnny Depp entrou em guerra com a irmã, um sobrinho e alguns amigos próximos, segundo revelou o Independent.
O "The Management Group" chegou a assumir que tentou repetidamente - e sem êxito - alertar o ator para os cerca de dois milhões de dólares que gastava mensalmente.
Segundo consta no processo, citado pela AFP, o ator de 54 anos gastou perto de 70 milhões de euros em 14 casas, incluindo um castelo francês de 45 hectares, comprou várias ilhas nas Bahamas e muitas casas em Hollywood, adquiriu alguns lofts no centro de Los Angeles e até uma fazenda de cavalos no Estado de Kentucky.
Meryl Streep e Johnny Depp são alguns dos astros que não gostam de ver os próprios trabalho!
Em uma época que a maioria dos artistas são versões modernas de Narciso (o ser mitológico que admirava o próprio reflexo), descobrir que alguns astros e algumas estrelas de Hollywood não gostam de assistir a si mesmos em filmes e séries é uma grande surpresa. Ainda mais quando são artistas que ganham prêmios renomados por suas atuações e que teriam tudo para prestigiarem o próprio trabalho nas telas. Confira abaixo quem são os atores e as atrizes que não assistem aos seus filmes:JODIE SWEETIN
Embora a atriz de ‘Full House’ e seu jargão "tão rude" tenham durado quase três décadas, Sweetin nunca viu um episódio completo da série que a tornou parte da cultura pop. "Eu tenho que ser honesta. Não sei se eu já assisti a um episódio de ‘Full House’. Pelo menos não um episódio inteiro", disse ela ao público no PaleyFest Fall TV Preview. "Agora, eu não tenho TV. Tenho serviços de streaming, mas eu não tenho TV regular, então nunca assisto na minha casa", explicou. "Meus filhos assistem à série na casa de seu pai ou nos iPads. Mas eu não sei se já assisti. Assisto a alguns clipes só". A atriz voltou recentemente ao papel de Stephanie Tanner em 'Fuller House'.
MAGGIE SMITH
Smith teve inúmeros papéis famosos ao longo de sua carreira de seis décadas, de ‘A Primavera de uma Solteirona’, de 1969 (pelo qual ganhou um Oscar) até a saga ‘Harry Potter’. Mas seu último papel, como a condessa viúva em ‘Downton Abbey’ pode ser seu mais conhecido papel. E embora ela seja mundialmente famosa, nunca se viu na televisão. "Não", ela respondeu quando a CBS News perguntou se ela já havia visto a série (ela já havia dito anteriormente durante uma entrevista no BFI & Radio Times TV Festival que "realmente" não gosta de se ver atuando). Mas isso pode ter mudado desde a estreia da série. Ela disse: "Eles me deram o box com todas as temporadas. E vou fazer todo tipo de coisas agora, porque eu estou livre!".
JAMES VAN DER BEEK
O final de ‘Dawson's Creek’ foi o fim de uma era. Mas o próprio Dawson, o ator James Van Der Beek, não quis testemunhar: nunca viu o último episódio da série. Na verdade, ele nem se sente mais conectado ao personagem. "Eu não estou tão apegado a isso porque foi algo que eu fiz, não algo que eu escrevi", disse Van Der Beek durante uma participação no podcast Allegedly. "Eu era uma parte daquilo. Me senti como um passageiro em tudo".
JARED LETO
O público - e membros da Academia - se apaixonaram pelo papel de Leto de Rayon, uma mulher transgênera vivendo com HIV no filme ‘Clube de Compras Dallas’, de 2013 (ele ganhou um Oscar pelo papel). Mas Jared Leto não quer ver o porquê de todo esse clamor pelo personagem, dizendo que já passou tempo demais para ele assistir ao filme. "Não consigo ouvir essa voz!", Ele disse sobre o papel. "Eu nunca ouvi muito do filme e nunca assisti ao filme. Em certo ponto, tenho certeza que vou. Mas ainda é muito cedo! Nunca vai corresponder às expectativas que eu teria sobre isso agora porque foi uma experiência tão bonita e a resposta que obteve foi realmente maravilhosa".
JESSE EISENBERG
‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ (2016) estava sujeito a críticas bastante duras, mas o astro Jesse Eisenberg, que interpretou Lex Luthor no filme, não sabia o motivo. "Eu vivo em uma bolha", ele disse à MTV. "Eu não vi o filme. Eu não assisto a filmes que eu fiz". (Seus pais, no entanto, viram, e eles expressaram sua aprovação!)
ADAM DRIVER
Depois que Adam Driver assistiu ao primeiro episódio de ‘Girls’, ele decidiu que não precisava ver mais. "Eu não assisti à série", disse ele. Mas há uma boa razão: ele não quer ser tão perfeccionista. "Eu vi o piloto e aprendi minha lição. Não consigo deixar de ver os erros."(Aposto que Hannah teria algo a dizer sobre isso).
JULIANNE MOORE
‘Para Sempre Alice’ (2014), ‘Longe do Paraíso’ (2002), ‘As Horas’ (2002), Jogos Vorazes: A Esperança (2014) - Julianne Moore não viu nenhum. "Eu não vi nenhum dos meus próprios filmes", admitiu em 2013. "Não consigo sentar lá para a estreia. Eu gosto de estar no filme mais do que eu gosto de vê-los. Essa é minha grande emoção, prefiro isso do que ver o produto acabado".
JOHNNY DEPP
Aparentemente, fugir de assistir a sua filmografia inteira é uma "moda” em Hollywood. Depp também escapou de ver seus próprios filmes. "Fiz uma escolha há muito tempo, que eu preferia não ver meus filmes, o que é um saco, porque você perde o trabalho incrível de seus amigos", disse Depp. "Mas sinto que isso só me prejudicaria. Eu prefiro ficar o mais ignorante possível sobre o resultado de qualquer coisa, porque uma vez que você acaba de interpretar aquele personagem, ele não é mais da sua conta".
MATTHEW FOX
Em um painel de entrevistas do Emmy, o astro de ‘Lost’ admitiu: "Eu realmente nunca me assisto", ele disse. "Nunca assisti a um episódio de ‘Lost’". No painel com ele estava Bryan Cranston, que não conseguiu deixar sua opinião positiva de lado: "É uma boa série. Você deveria vê-la algum dia". No entanto, Fox disse que sentiu que o diálogo era suficiente: "Eu adorei a história. Entendi tudo a partir do roteiro. Realmente não estou com vontade de me observar na televisão".
MERYL STREEP
Na verdade, a atriz mais premiada do cinema americano assiste aos seus próprios filmes, mas apenas uma vez. Sobre rever as obras nas quais trabalha, ela disse no Monte Cristo Awards: "Eu não faço isso. Apenas sigo em frente".