segunda-feira, 19 de abril de 2010

EU AMO BRASÌLIA , NASCI AQUI ME ORGULHO DA MINHA CIDADE,, Nos 50 anos de Brasília, pioneiros relembram construção da cidade

Ex-doméstica conta sobre o dia em que serviu café ao ‘doutor Jorcelino’.
‘O que hoje é o Eixo Rodoviário tinha um monte de boi’, recorda engenheiro.

Do G1, em Brasília
Nos 50 anos de Brasília, o G1 resgatou algumas histórias de pessoas que trabalharam na construção da cidade. Os “pioneiros”, como são conhecidos os primeiros moradores da capital do país, relembram do local escolhido como um grande vazio, onde “tudo era igual” para qualquer lado que se olhasse. Naquele tempo, uma viagem de carro de 140 km entre Anápolis (GO) e Brasília poderia chegar a 30 horas.
Pioneiros- JK e Zenaide BarbosaPioneiros- JK e Zenaide Barbosa (Foto: Arquivo
Público do Distrito Federal)
Zenaide Barbosa lembra o dia em que conheceu o então presidente do Brasil, Juscelino Kubitscheck, idealizador da mudança da capital do Rio de Janeiro para Brasília. Em 2 de outubro de 1956, então com 16 anos, ela ouviu o ronco do motor do avião presidencial chegando à Fazenda do Gama. Ela lembra o irmão ter pedido para  preparar um café. "Chegou um povo do Rio aí. O Presidente da República, doutor ‘Jorcelino’”, disse seu irmão.
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“Morei no Rio e já o conhecia de nome”, lembra Zenaide. Quando foi servir o café, Kubitschek perguntou: "Você me conhece?" E Zenaide respondeu “só pela televisão”, conta a pioneira. “Eu vi um homem simples, que não se importou de tomar café em xícaras tão simples, em um bule tão descascado”, lembra Zenaide.
Depois desse encontro, ela não voltou a ver JK e nem teve contato com o mundo da política. Morou em Taguatinga, trabalhou como empregada doméstica e diz ter conseguido o necessário para viver. “Nunca me faltou nada e também nada me sobra”, disse.
A fala mansa só se altera quando ela fala do escândalo político que abalou Brasília nos últimos meses, com a prisão do então governador José Roberto Arruda, acusado de chefiar um suposto esquema de distribuição de propina. Arruda foi solto no dia 12 abril, após dois meses preso. O caso, conhecido como mensalão do DEM, levou a um pedido de intervenção federal na capital.
“Brasília não merecia isso que está acontecendo. As pessoas não têm atendimento básico em saúde e educação e esses homens colocando dinheiro nas meias e nos paletós”, falou Zenaide, em referência a vídeos feitos pelo delator do esquema mostrando deputados recebendo a suposta propina. “Espero que as novas gerações não sigam esses exemplos ruins. Eu vivi Brasília do cerradão, dos bichos e hoje vejo uma grande cidade. A nova geração precisa, mais uma vez, olhar para o futuro”, disse Zenaide.
A primeira pista
Atahualpa e a esposa, Nelly, minutos após pousarem na Fazenda
 do GamaAtahualpa e a esposa, Nelly, minutos após
pousarem na Fazenda do Gama (Foto: Arquivo
Pessoal)
O engenheiro Atahualpa Shimtz Prego chegou ao planalto central no final de outubro de 1956, poucos dias após a primeira visita de Kubitschek ao local, como engenheiro responsável pela construção da pista do aeroporto internacional.
“Em 16 de outubro de 1956, a Companhia Metropolitana de Construção [especializada em obras de terraplenagem e pavimentação, com sede no Rio de Janeiro] me contou que o governo federal tinha convocado a firma para um importante serviço em uma área inóspita e distante do litoral e queriam saber se eu me interessava no trabalho”, contou. “Dois antigos engenheiros da firma já haviam recusado a proposta. Falei: 'Temos que ir amanhã, porque depois de amanhã eu já desisto.'"
Pioneiros - Aeroporto de Brasília em 1958Aeroporto de Brasília em 1958
(Foto: Arquivo Público do Distrito Federal)
Havia apenas uma pista de terra batida no Aeroporto de Vera Cruz, onde se localiza, atualmente, a Estação Rodoferroviária de Brasília e uma pequena pista de pouso na Fazenda do Gama. “A viagem de carro entre Anápolis e Brasília [140 km], por exemplo, podia durar até 30 horas”, conta. Ao ver Brasília atualmente, Prego relembra o cenário há 54 anos. “O que hoje é o Eixo Rodoviário tinha um monte de boi. Tinha perdiz e codorna”, destacou. “A gente olhava para um lado, olhava para o outro e era tudo igual”, avaliou.
Os trabalhadores não sabiam se podiam mesmo acreditar na promessa da capital. “A gente não acreditava nisso, eu sentia que a turma estava desconfiada. Achávamos que ao terminarmos a obra, iriam abandoná-la”, recorda. Em 1968, no entanto, o jovem engenheiro teve que deixar a cidade. ”Gostaria muito de ter continuado aqui. Eu acho fantástico ter participado da construção da capital”, diz.
'Batismo espiritual'
Para celebrar simbolicamente o início das obras, o presidente JK convidou a população para uma missa campal na cidade. Em três de maio de 1957, cerca de 1,5 mil pessoas ouviam as bênçãos proferidas por dom Carlos Carmelo de Vasconcelos. “Este é o batismo espiritual da construção da nova Capital do Brasil”, disse JK após as palavras do sacerdote.
Pioneiros- Primeira Missa_3_5_1957Primeira missa celebrada em Brasília em 1957 (Foto: Arquivo Público do Distrito Federal)
O jornalista Adirson Vanconcelos tinha chegado à cidade pela primeira vez naquele dia, aos 18 anos, para fazer a cobertura da missa para o jornal Correio do Povo de Recife (PE). “Fiquei muito entusiasmado. Empolguei com o que não existia, com o nada. Como que aquilo viria a ser a capital”, afirma Vasconcelos. “Aqui só tinha um céu e sol lindo. E o horizonte...” No final de 1957, Vasconcelos mudou-se para a cidade para mandar notícias sobre o andamento das obras. “Era uma dificuldade mandar essas notícias, eu tinha que enviá-las por telégrafo.”
O clima de cordialidade entre os pioneiros ficou guardado nas lembranças do jornalista. “Todo mundo tinha o mesmo objetivo: o desafio de entregar a capital em 1960. Todo mundo fazia seu trabalho devido ao idealismo de cumprir essa meta. As pessoas eram muito solidárias umas com as outras. Elas tinham fé e ânimo. Íamos andando sem fazer previsões do futuro”, destaca .
Vasconcelos já escreveu cerca de 30 livros relacionados a Brasília e acredita ter sido um "escolhido". “Nós, pioneiros, fomos vocacionados e predestinados por Deus,” disse.
Primeira turna de 'candanguinhos'
Natanry Osório foi responsável por alfabetizar a primeira turma de candanginhos (como eram conhecidos os filhos dos pioneiros que vieram para Brasília durante a sua construção, chamados de candangos). Em 1959, ela era uma das poucas mulheres na cidade. “Como quase não tinha mulher naquela época, os homens viam a gente andando na rua e viravam para olhar”, conta.
A professora é casada com Carlos Antônio Osório, primeiro advogado a montar um escritório na Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante. Natanry era professora provisória, mas teve seu contrato definitivo assinado no dia da inauguração da nova Capital, em 21 de abril de 1960. “Eu nem lembrava mais disso. Acho que eu já estava predestinada a viver aqui. Confesso que me emocionei ao ver o contrato assinado com a data da inauguração”, disse Natanry.
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Pioneiros - Natanry Osório Natanry Osório, o marido, Antonio Carlos,
e a sogra, nas ruas da Cidade Livre, atual Núcleo
Bandeirante (Foto: Arquivo Pessoal)
Natanry não tem dúvidas sobre a importância das pioneiras na história da cidade. “Eram verdadeiras guerreiras, altruístas, apaixonadas. A maioria dos políticos não teve as companheiras ao lado. Até meu marido me pediu para ficar em Goiânia, mas eu recusei. Era algo histórico, momento único e eu queria participar.”
“Juscelino nos passava uma grande certeza e um entusiasmo. Apesar de não termos um contato direto com o presidente. O importante é que todos tinham esse espírito. É claro que existiam dificuldades, mas o sentimento de esperança era tão grande que a gente não se incomodava com os problemas” contou a professora Natanry.

domingo, 18 de abril de 2010

Maior caos aéreo da história deixa 30 milhões de passageiros sem voar

Dezessete mil voos foram cancelados em toda a Europa, uma situação muito pior do que o caos provocado pelos atentados de 11 de setembro de 2001. Muitos aeroportos só devem reabrir na segunda-feira.

Dezessete mil voos foram cancelados em toda a Europa, uma situação muito pior do que o caos provocado pelos atentados de 11 de setembro de 2001. Muitos aeroportos só devem reabrir na segunda-feira. O correspondente Marcos Losekann conta como foi o sábado em mais de 20 países europeus.
Filas e mais filas pra tentar viajar de trem, de ônibus ou de navio. Em toda a Europa, é como se os meios de transporte tivessem voltado no tempo, ao começo do século passado, quando ainda não existiam aviões de passageiros.
O ator de Hollywood, John Gleese, que estava na Noruega, pagou o equivalente a R$ 9 mil por uma corrida de táxi de dois mil quilômetros até a Bélgica. De lá, veio de trem até Londres, onde tinha um compromisso.

O maior caos aéreo da história da aviação já deixou cerca de 30 milhões de passageiros sem poder voar em todo o planeta, consequência do fechamento de aeroportos em 27 países. Nas torres de controle de voo, uma circunstância inimaginável. Os operadores que controlam em média 28 mil aviões diariamente em toda a Europa, agora estão sem nada para fazer.
A pior situação é na Grã-Bretanha, onde todos os aeroportos fecharam. A encarregada do serviço postal diz que três milhões de pacotes, principalmente com documentos e remédios essenciais, deixaram de ser entregues aos destinatários. Em três dias de paralisação, o prejuízo das companhias aéreas britânicas é equivalente a quase R$ 2 bilhões.
É impressionante a cena que se vê no Aeroporto Internacional de Heathrow, em Londres - um dos maiores e mais importantes do mundo. Geralmente, em dias normais, 180 mil passageiros circulam por lá. Neste sábado (17), pelo menos 1500 aviões estão no chão, impedidos de voar por questões de segurança.
As companhias aéreas chegaram a cobrir as turbinas com plástico para evitar o perigo que está no ar. Uma ameaça que vem das profundezas da Terra, na Islândia, a mais de 1,7 mil quilômetros da superfície. São as cinzas do vulcão Eyjafjallajokull, que entrou em erupção depois de passar 200 anos adormecido.
O vulcão fica embaixo de uma geleira e é por isso que a nuvem de fumaça que cobriu a Europa é tão escura e gigante. Quando a lava entra em contato com o gelo, ela esfria rapidamente. Há um choque térmico e esse material explode, espalhando vapor e cinzas do vulcão. Essas partículas sobem para atmosfera e são carregadas pelas correntes de vento em direção à Europa.
E por que as explosões são mais intensas do que o normal? Os cientistas explicam: provavelmente existe uma quantidade maior de gás misturado ao magma do que em outras erupções.
Enquanto o vulcão não acalma sua fúria, o céu na maior parte da Europa permanece exclusivo das aves.

Johnny em 'O Mágico de Oz'?

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Algumas fontes contaram exclusivamente ao PerezHilton.com que a Disney está desenvolvendo O Mágico de Oz para os cinemas e Johnny ou Robert Downey Jr. fariam o papel principal que dá nome ao filme.

Na direção seria Baz Luhrmann, que já dirigiu filmes como Austrália e Moulin Rouge.

Vale lembrar que a fama do blogueiro Perez Hilton é a de sempre causar polêmica.

Jolie-Pitt: filhos mais velhos do casal se divertem em passeio

Shiloh, Maddox, Pax e Zahara passearam com os avós em Veneza, nesta sexta-feira (16)
QUEM Online
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Shiloh estava toda estilosa com uma blusa listrada

Shiloh, Maddox, Pax e Zahara, filhos mais velhos de Angelina Jolie e Brad Pitt se divertiram na tarde desta sexta-feira(16) ao passear com os avós paternos William e Jane Pitt.

Sempre próximas aos avós, as crianças brincaram durante o passeio feito na cidade de Veneza, Itália. Shiloh, toda estilosa, vestia uma calça branca, jaqueta e uma blusa listrada, e brincava de pular com o irmão mais velho Maddox. Pax não desgrudou do avô e Zahara parecia concentrada enquanto comia um doce e desfilava, toda elegante, com uma bolsa da grife Hello Kitty, que imitava as da Chanel.

A família está morando em Veneza por conta das filmagens do novo longa de Jolie, "The Tourist", no qual contracena com o ator Johnny Depp.

Mais notícias, fotos e perfil de Angelina Jolie e Brad Pitt

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As crianças se divertiram durante o passeio
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Elas estavam acompanhadas dos avós paternos William e Jane Pitt
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Todas as crianças com os avós, pais de Brad Pitt
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Zahara, toda elegante, e Shiloh conversando com o irmão Maddox

Divulgada a classificação de The Rum Diary

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A MPAA (Motion Picture Association America), responsável pelo sistema de classificação de filmes, deu para “The Rum Diary”, uma classificação R (“R Rated”) que significa para maiores de 17 anos, pela linguagem, leve uso de drogas e sexualidade. O filme deve ser exibido no Festival de Cannes este ano, porém, ainda não se sabe se ele estará concorrendo a algum prêmio.

Fontes: Johnny Depp News via @jdeppforever

Obs.: The Rum Diary não foi selecionado para competir em Cannes, mas ainda há a chance do filme ser exibido por distribuidores em potencial.

O filme narra a passagem de um jornalista alcóolatra e decadente chamado Paul Kemp (Johnny) pela Porto Rico dos anos 1950 e é a adaptação para o cinema do primeiro livro do jornalismo Hunter S. Thompson. Este é segundo alter-ego de Thompson que Johnny interpreta. Raoul Duke, no filme de Terry Gilliam, Medo e Delírio (Fear and Loathing in Las Vegas, 1998) foi o primeiro.

Sam Clafin em Piratas do Caribe 4

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Como já noticiamos anteriormente os atores Stephen Graham, Max Irons e Sam Clafin estão no elenco de Piratas do Caribe 4 (Pirates of the Caribbean - On Stranger Tides), mas não foram divulgados muitos detalhes sobre seus personagens. Graham interpretará Scram, provavelmente um pirata.

Ontem foi divulgado que o personagem de Sam Clafin (foto) será um jovem missionário chamado Philip.

Outro anúncio sobre o elenco da quarta parte da franquia que aconteceu essa semana é da atriz francesa Astrid Bergès-Frisbey no papel da sereia Syrena.

O novo longa mostra Sparrow atrás da misteriosa fonte da juventude (gancho deixado no último filme). Os roteiristas do primeiro filme Terry Rossio e Ted Elliot estão se baseando do livro de Tim Powers, On Stranger Tides. A direção é de Rob Marshall e o elenco retorna com Johnny Depp e Geoffrey Rush, além de Ian MacShane e Penélope Cruz.

As filmagens começam agora em 2010 e a estréia está prevista para o verão americano em 2011.

Fonte

Bonecas das Rainhas de ‘Alice’!

O filme conta a história de Alice, mas talvez por ser um filme de Tim Burton, quem estrela mesmo é o Chapeleiro Maluco. Não sou a única a ter essa impressão (e nem estou reclamando! Afinal sou uma DEPPendente! rs), mas vamos dar uma folga bem rápida para o Johnny e falar de outros personagens de Alice no País das Maravilhas, que estreia semana que vem no Brasil (23 de Abril):

As bonecas da Tonner Doll Company se diferenciam das demais bonecas comuns pelas luxuosas roupas, que ganhariam o Oscar de Melhor Figurino, se houvesse, de barbada!


A Rainha Vermelha Iracebeth – The Red Queen Doll tem as feições da atriz Helena Bonham Carter e vem ricamente vestida com um figurino idêntico ao utilizado no filme, incluindo corpete, saia brocada com bordados personalizados de coração, botas de couro falso e coroa cravejada de jóias.
A Tonner Red Queen Doll mede 40,64 cm de altura e parece que vai gritar “Cortem-lhes as Cabeças” a qualquer momento, custa US$199,99 na pré-venda da Sideshow Collectibles, que aceita encomendas do Brasil.



A Rainha Branca Mirana – The White Queen Doll tem o rosto de Anne Hathaway e seu figurino também é fiel ao do filme Alice in Wonderland, com vestido branco salpicado de flocos de neve prateados, colar de strass brilhantes, fitas de seda branca, avental de chiffon, meia calça e botas de couro falso
A boneca Tonner da Rainha Branca custa US$189,99 na pré-venda da Sideshow Collectibles.

Mas a primeira boneca de luxo colocada à venda foi Alice!



A boneca Alice Kingsleigh Doll mede 10,6 cm de altura e tem as feições da atriz Mia Wasikowska, que vive a garota Alice no novo filme de Tim Burton e está a venda por US$149,99 na Sideshow Collectibles.

Fonte

E então, qual vocês preferem? Chapeleiro Maluco não vale! rs

AS MIL FACES DE JOHNNY DEPP

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